28 abril 2007
25 abril 2007
Falecimento
Na manhã de hoje, faleceu, no Hospital de S. Teotónio de Viseu, o Sr. Abílio Pereira Rodrigues, de 48 anos, natural da freguesia de Monteiras. Era filho de Joaquim Ferreira Rodrigues e Maria Celeste Pereira.
À família e amigos envio os mais sinceros pêsames e a certeza das minhas orações.
À família e amigos envio os mais sinceros pêsames e a certeza das minhas orações.
24 abril 2007
Falecimento de Mons. Eduardo Russo
Na madrugada de ontem, faleceu Mons. Eduardo António Russo, Vigário Geral da Diocese de Lamego.
Nascido a 04 de Setembro de 1928, frequentou os Seminários de Resende e Lamego. Receu a ordenação sacerdotal em 05 de Julho de 1953. Foi pároco e, durante muitos anos, dedicou-se ao ensino, seja em escolas públicas, seja no Colégio Beneditino de Lamego.
Em 1996, depois da nomeação do Sr. D. Jacinto Botelho para Bispo auxiliar de Braga, foi nomeado Vigário Geral. Em 1998, com a morte de D. Américo Couto de Oliveira, foi nomeado Administrador Diocesano, cargo que ocupou até Janeiro de 2000, data em que foi nomeado Bispo de Lamego o Sr. D. Jacinto Tomás de Carvalho Botelho, que, depois de tomar posse, o confirmou como Vigário Paroquial.
Além de Vigário Geral, era também ecónomo da Diocese, Deão do Cabido da Catedral e Juiz da Irmandade de Nossa Senhora dos Remédios.
De trato afável, serviu incansavelmente a Igreja, mantendo o seu serviço até ao fim. Os seus mais de 50 anos de sacerdócio foram passados a servir como melhor sabia e podia a Igreja Diocesana de Lamego, que muito sentirá a sua falta. Dentro dos seus grandes projectos, está a recuperação da Casa do Poço, onde ficará a funcionar o Arquivo e Museu da Diocese.
A saúde de Mons. Eduardo Russo foi-se deteriorando ao longo dos últimos meses. No sábado passado deu entrada no Hospital de Lamego, onde acabaria por falecer na madrugada de segunda feira.
O seu funeral, presidido pelo Sr. D. Jacinto, realiza-se na Sé de Lamego esta tarde pelas 16h, seguindo depois o seu corpo para Soutelo do Douro, concelho de S. João da Pesqueira, onde será sepultado pelas 19h.
Nascido a 04 de Setembro de 1928, frequentou os Seminários de Resende e Lamego. Receu a ordenação sacerdotal em 05 de Julho de 1953. Foi pároco e, durante muitos anos, dedicou-se ao ensino, seja em escolas públicas, seja no Colégio Beneditino de Lamego.
Em 1996, depois da nomeação do Sr. D. Jacinto Botelho para Bispo auxiliar de Braga, foi nomeado Vigário Geral. Em 1998, com a morte de D. Américo Couto de Oliveira, foi nomeado Administrador Diocesano, cargo que ocupou até Janeiro de 2000, data em que foi nomeado Bispo de Lamego o Sr. D. Jacinto Tomás de Carvalho Botelho, que, depois de tomar posse, o confirmou como Vigário Paroquial.
Além de Vigário Geral, era também ecónomo da Diocese, Deão do Cabido da Catedral e Juiz da Irmandade de Nossa Senhora dos Remédios.
De trato afável, serviu incansavelmente a Igreja, mantendo o seu serviço até ao fim. Os seus mais de 50 anos de sacerdócio foram passados a servir como melhor sabia e podia a Igreja Diocesana de Lamego, que muito sentirá a sua falta. Dentro dos seus grandes projectos, está a recuperação da Casa do Poço, onde ficará a funcionar o Arquivo e Museu da Diocese.
A saúde de Mons. Eduardo Russo foi-se deteriorando ao longo dos últimos meses. No sábado passado deu entrada no Hospital de Lamego, onde acabaria por falecer na madrugada de segunda feira.
O seu funeral, presidido pelo Sr. D. Jacinto, realiza-se na Sé de Lamego esta tarde pelas 16h, seguindo depois o seu corpo para Soutelo do Douro, concelho de S. João da Pesqueira, onde será sepultado pelas 19h.
Obras na Capela de Nossa Senhora da Saúde
Na semana passada, iniciaram-se obras de restauro na Capela de Nossa Senhora da Saúde, em Colo de Pito. Seja para garantir a segurança do altar mor, cuja estrutura de madeira estava a precisar de ser restaurada, seja para tornar a Capela mais confortável, estão a ser feitos vários melhoramentos interiores.
Enquanto decorrem as obras, a Santa Missa vespertina dos sábados é celebrada no Pavilhão da Associação Recreativa de Colo de Pito que, gentilmente, cedeu as instalações.
Enquanto decorrem as obras, a Santa Missa vespertina dos sábados é celebrada no Pavilhão da Associação Recreativa de Colo de Pito que, gentilmente, cedeu as instalações.
07 abril 2007
Visita Pascal
Este ano, a visita pascal, em toda a Paróquia, será feita pelo Pároco.
A Santa Missa, no dia de Páscoa, será às 8h da manhã. Logo de seguida, dar-se-á início à visita pascal, que começará, como habitualmente, em Colo de Pito, seguindo para as Carvalhas, Relva, Eido e, por fim, as Monteiras.
A Santa Missa, no dia de Páscoa, será às 8h da manhã. Logo de seguida, dar-se-á início à visita pascal, que começará, como habitualmente, em Colo de Pito, seguindo para as Carvalhas, Relva, Eido e, por fim, as Monteiras.
Sexta feira Santa

Na tarde de Sexta feira realizou-se, na Igreja Paroquial, a celebração da Paixão do Senhor, com a adoração da Santa Cruz.
Uma Igreja quase cheia assistiu à leitura da Paixão, feita em conjunto pelo Pároco e por outras duas pessoas. Depois de uma breve homilia, fez-se a adoração da Santa Cruz.
A celebração terminou com a distribuição da Sagrada Comunhão.
Quinta Feira Santa

«Eu recebi do Senhor o que também vos transmiti: o Senhor Jesus, na noite em que ia ser entregue, tomou o pão e, dando graças, partiu-o e disse: «Isto é o meu Corpo, entregue por vós. Fazei isto em memória de Mim». Do mesmo modo, no fim da ceia, tomou o cálice e disse: «Este cálice é a nova aliança no meu Sangue. Todas as vezes que o beberdes, fazei-o em memória de Mim». Na verdade, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciareis a morte do Senhor, até que Ele venha.» (1Cor 11, 23-26)
Na passada Quinta feira Santa, às 18.30h, celebrámos na Igreja Paroquial a última Ceia do Senhor. Foram muitas as pessoas, vindas de todas as partes da Freguesia que participaram na Santa Eucaristia, que este ano, incluiu a celebração do lava-pés.
29 março 2007
Igreja Paroquial tem novo confessionário
A Igreja Paroquial tem um novo confessionário, na ala esquerda. A construção do mesmo corresponde, antes de mais, ao cumprimento das normas contidas no Código de Direito Canónico: "Quanto ao confessionário, estabeleçam-se normas pela Conferência dos Bispos, cuidando- se porém que haja sempre em lugar visível confessionários com grades fixas entre o penitente e o confessor, dos quais possam usar livremente os fiéis que o desejarem. Não se ouçam confissões fora do confessionário, a não ser por justa causa. (Can. 964 §§2-3)
O Santo Padre Bento XVI repetiu esta necessidade: "Procure-se que, nas nossas igrejas, os confessionários sejam bem visíveis e expressivos do significado deste sacramento". (Bento XVI, O Sacramento da caridade, n. 21)
Deste modo, fica também salvaguardado o direito de cada pessoa a manter o anonimato perante o confessor.
19 março 2007
Solenidade de S. José

A nossa vida não tem outro sentido senão sermos fiéis ao Senhor, em qualquer idade ou circunstância em que nos encontremos. Disso dependem, sabemo-lo bem, a nossa felicidade nesta vida e, em boa parte, a felicidade dos que estão ao nosso lado. São José passou por situações bastante díspares e nem todas foram humanamente gratas, mas o Santo Patriarca foi firme como a rocha e sempre contou com a ajuda de Deus.
Nada desviou José do caminho que lhe tinha sido traçado: foi o homem que Deus, num gesto de absoluta confiança, colocou à frente da sua família aqui na terra. “Que outra coisa foi a sua vida senão uma total dedicação ao serviço para que tinha sido chamado? Esposo da Virgem Maria, pai de Jesus segundo a lei, consumiu a sua vida com a atenção posta neles, entregando-se por inteiro ao cumprimento da sua missão. E como um homem que se entregou é um homem que já não se pertence, José deixou de se preocupar consigo próprio a partir do momento em que, ilustrado pelo anjo naquele primeiro sonho, aceitou plenamente o desígnio de Deus sobre ele. O Senhor confiou-lhe a sua família e José não o decepcionou; Deus apoiou-se nele, e ele manteve-se firme em toda a espécie de circunstâncias”.
Deus, para muitas coisas grandes, apóia-se em nós... Iremos decepcioná-lo?
Peregrinação a Fátima
No passado dia 10 de Março, sábado, um grupo de 51 pessoas da nossa paróquia foi em peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima. Esta peregrinação teve, como motivo, o encontro nacional das paróquias que têm um Monumento ao Imaculado Coração de Maria, semelhante ao que foi inaugurado na nossa paróquia no passado dia 05 de Novembro.
O autocarro partiu da Relva às 6.30h, passando pelas Monteiras e, finalmente, por Colo de Pito. No caminho, em direcção a Fátima, houve tempo para as habituais orações da manhã e para tomar o pequeno almoço a meio do percurso. Antes da chegada à Cova da Iria ainda houve tempo para rezar o terço.
Chegados a Fátima, participámos na Santa Missa, que decorreu no Centro Paulo VI, presidida pelo Sr. Bispo de Leiria, o Sr. D. António Marto e na qual marcaram presença 14 sacerdotes e cerca de 1500 pessoas.
Depois da Santa Missa, foi altura de almoçar. Houve quem levasse farnel, outros recorreram aos serviços de restauração de uma casa de Religiosas.
Da parte da tarde, continuaram os trabalhos no Centro Paulo VI, onde foi rezado o terço diante da imagem de Nossa Senhora.
Depois de terminarem os trabalhos, promovidos pelo Grupo da Imaculada, o movimento que promove a construção dos Monumentos ao Sagrado Coração de Maria, houve ainda tempo para ir visitar os Valinhos (local onde Nossa Senhora apareceu aos pastorinhos no dia 19 de Agosto de 1917), a Loca do Cabeço (onde o Anjo apareceu aos pastorinhos duas vezes) e ao Calvário Hungaro, onde muitas pessoas nunca tinham ido e que são locais intimamente ligados à Mensagem de Fátima.
O regresso decorreu sem incidentes, e a chegada foi por volta das 21.30h.
O autocarro partiu da Relva às 6.30h, passando pelas Monteiras e, finalmente, por Colo de Pito. No caminho, em direcção a Fátima, houve tempo para as habituais orações da manhã e para tomar o pequeno almoço a meio do percurso. Antes da chegada à Cova da Iria ainda houve tempo para rezar o terço.
Chegados a Fátima, participámos na Santa Missa, que decorreu no Centro Paulo VI, presidida pelo Sr. Bispo de Leiria, o Sr. D. António Marto e na qual marcaram presença 14 sacerdotes e cerca de 1500 pessoas.
Depois da Santa Missa, foi altura de almoçar. Houve quem levasse farnel, outros recorreram aos serviços de restauração de uma casa de Religiosas.
Da parte da tarde, continuaram os trabalhos no Centro Paulo VI, onde foi rezado o terço diante da imagem de Nossa Senhora.
Depois de terminarem os trabalhos, promovidos pelo Grupo da Imaculada, o movimento que promove a construção dos Monumentos ao Sagrado Coração de Maria, houve ainda tempo para ir visitar os Valinhos (local onde Nossa Senhora apareceu aos pastorinhos no dia 19 de Agosto de 1917), a Loca do Cabeço (onde o Anjo apareceu aos pastorinhos duas vezes) e ao Calvário Hungaro, onde muitas pessoas nunca tinham ido e que são locais intimamente ligados à Mensagem de Fátima.
O regresso decorreu sem incidentes, e a chegada foi por volta das 21.30h.
Recomeço
Depois de quase um mês sem actualizações, recomeça a ter novamente vida este pequeno espaço.
Peço desculpa pela prolongada ausência, ditada, sobretudo, pela falta de tempo.
Peço desculpa pela prolongada ausência, ditada, sobretudo, pela falta de tempo.
21 fevereiro 2007
Jejum e abstinência
Em Julho de 1984, a Conferência Episcopal Portuguesa, de acordo com o Código de Direito Canónico (Cân. 1253), estabeleceu as seguintes normas para o jejum e a abstinência nas Dioceses portuguesas:
Os tempos penitenciais
2.Na pedagogia da Igreja, há tempos em que os cristãos são especialmente convidados à prática da penitência: a Quaresma e todas as sextas-feiras do ano. A penitência é uma expressão muito significativa da união dos cristãos ao mistério da Cruz de Cristo. Por isso, a Quaresma, enquanto primeiro tempo da celebração anual da Páscoa, e a sexta-feira, enquanto dia da morte do Senhor, sugerem naturalmente a prática da penitência.
Jejum e abstinência
3.O jejum é a forma de penitência que consiste na privação de alimentos. Na disciplina tradicional da Igreja, a concretização do jejum fazia-se limitando a alimentação diária a uma refeição, embora não se excluísse que se pudesse tomar alimentos ligeiros às horas das outras refeições.
Ainda que convenha manter-se esta forma tradicional de jejuar, contudo os fiéis poderão cumprir o preceito do jejum privando-se de uma quantidade ou qualidade de alimentos ou bebidas que constituam verdadeira privação ou penitência.
4.A abstinência, por sua vez, consiste na escolha de uma alimentação simples e pobre. A sua concretização na disciplina tradicional da Igreja era a abstenção de carne. Será muito aconselhável manter-se esta forma de abstinência, particularmente nas sextas-feiras da Quaresma. Mas poderá ser substituída pela privação de outros alimentos e bebidas, sobretudo mais requintados e dispendiosos ou da especial preferência de cada um.
Contudo, devido à evolução das condições sociais e do género de alimentação, aquela concretização pode não bastar para praticar a abstinência como acto penitencial. Lembrem-se os fiéis de que o essencial do espírito de abstinência é o que dizemos acima, ou seja, a escolha de uma alimentação simples e pobre e a renúncia ao luxo e ao esbanjamento. Só assim a abstinência será privação e se revestirá de carácter penitencial.
Determinações relativas ao jejum e à abstinência
5.O jejum e a abstinência são obrigatórios em Quarta-feira de Cinzas e em Sexta-feira Santa.
6.A abstinência é obrigatória, no decurso do ano, em todas as sextas-feiras que não coincidam com algum dia enumerado entre as solenidades. Esta forma de penitência reveste-se, no entanto, de significado especial nas sextas-feiras da Quaresma.
7.O preceito da abstinência obriga os fiéis a partir dos 14 anos completos.
O preceito do jejum obriga os fiéis que tenham feito 18 anos até terem completado os 59.
Aos que tiverem menos de 14 anos, deverão os pastores de almas e os pais procurar atentamente formá-los no verdadeiro sentido da penitência, sugerindo-lhes outros modos de a exprimirem.
8.As presentes determinações sobre o jejum e a abstinência apenas se aplicam em condições normais de saúde, estando os doentes, por conseguinte, dispensados da sua observância.
Determinações relativas a outras penitências
9.Nas sextas-feiras poderão os fiéis cumprir o preceito penitencial, quer fazendo penitência como acima ficou dito, quer escolhendo formas de penitência reconhecidas pela tradição, tais como a oração e a esmola, ou mesmo optar por outras formas, de escolha pessoal, como, por exemplo, privar-se de fumar, de algum espectáculo, etc.
10.No que respeita à oração, poderão cumprir o preceito penitencial através de exercícios de oração mais prolongados e generosos, tais como: o exercício da via-sacra, a recitação do rosário, a recitação de Laudes e Vésperas da Liturgia das Horas, a participação na Santa Eucaristia, uma leitura prolongada da Sagrada Escritura.
11.No que respeita à esmola, poderão cumprir o preceito penitencial através da partilha de bens materiais. Esta partilha deve ser proporcional às posses de cada um e deve significar uma verdadeira renúncia a algo do que se tem ou a gastos dispensáveis ou supérfulos.
12.Os cristãos que escolherem como forma de cumprimento do preceito da penitência uma participação pecuniária orientarão o seu contributo penitencial para uma finalidade determinada, a indicar pelo Bispo diocesano.
13.Os cristãos depositarão o seu contributo penitencial em lugar devidamente identificado em cada igreja ou capela, ou através da Cúria diocesana. Na Quaresma, todavia, em vez desta modalidade ou concomitantemente com ela, o contributo poderá ser entregue no ofertório da Missa dominical, em dia para o efeito fixado.
As formas de penitência não se excluem mas completem-se mutuamente
14.É aconselhável que, no cumprimento do preceito penitencial, os cristãos não se limitem a uma só forma de penitência, mas antes as pratiquem todas, pois o jejum, a oração e a esmola completam-se mutuamente, em ordem à caridade.
(CEP - Normas publicadas com data de 28 de Janeiro de 1985).
Os tempos penitenciais
2.Na pedagogia da Igreja, há tempos em que os cristãos são especialmente convidados à prática da penitência: a Quaresma e todas as sextas-feiras do ano. A penitência é uma expressão muito significativa da união dos cristãos ao mistério da Cruz de Cristo. Por isso, a Quaresma, enquanto primeiro tempo da celebração anual da Páscoa, e a sexta-feira, enquanto dia da morte do Senhor, sugerem naturalmente a prática da penitência.
Jejum e abstinência
3.O jejum é a forma de penitência que consiste na privação de alimentos. Na disciplina tradicional da Igreja, a concretização do jejum fazia-se limitando a alimentação diária a uma refeição, embora não se excluísse que se pudesse tomar alimentos ligeiros às horas das outras refeições.
Ainda que convenha manter-se esta forma tradicional de jejuar, contudo os fiéis poderão cumprir o preceito do jejum privando-se de uma quantidade ou qualidade de alimentos ou bebidas que constituam verdadeira privação ou penitência.
4.A abstinência, por sua vez, consiste na escolha de uma alimentação simples e pobre. A sua concretização na disciplina tradicional da Igreja era a abstenção de carne. Será muito aconselhável manter-se esta forma de abstinência, particularmente nas sextas-feiras da Quaresma. Mas poderá ser substituída pela privação de outros alimentos e bebidas, sobretudo mais requintados e dispendiosos ou da especial preferência de cada um.
Contudo, devido à evolução das condições sociais e do género de alimentação, aquela concretização pode não bastar para praticar a abstinência como acto penitencial. Lembrem-se os fiéis de que o essencial do espírito de abstinência é o que dizemos acima, ou seja, a escolha de uma alimentação simples e pobre e a renúncia ao luxo e ao esbanjamento. Só assim a abstinência será privação e se revestirá de carácter penitencial.
Determinações relativas ao jejum e à abstinência
5.O jejum e a abstinência são obrigatórios em Quarta-feira de Cinzas e em Sexta-feira Santa.
6.A abstinência é obrigatória, no decurso do ano, em todas as sextas-feiras que não coincidam com algum dia enumerado entre as solenidades. Esta forma de penitência reveste-se, no entanto, de significado especial nas sextas-feiras da Quaresma.
7.O preceito da abstinência obriga os fiéis a partir dos 14 anos completos.
O preceito do jejum obriga os fiéis que tenham feito 18 anos até terem completado os 59.
Aos que tiverem menos de 14 anos, deverão os pastores de almas e os pais procurar atentamente formá-los no verdadeiro sentido da penitência, sugerindo-lhes outros modos de a exprimirem.
8.As presentes determinações sobre o jejum e a abstinência apenas se aplicam em condições normais de saúde, estando os doentes, por conseguinte, dispensados da sua observância.
Determinações relativas a outras penitências
9.Nas sextas-feiras poderão os fiéis cumprir o preceito penitencial, quer fazendo penitência como acima ficou dito, quer escolhendo formas de penitência reconhecidas pela tradição, tais como a oração e a esmola, ou mesmo optar por outras formas, de escolha pessoal, como, por exemplo, privar-se de fumar, de algum espectáculo, etc.
10.No que respeita à oração, poderão cumprir o preceito penitencial através de exercícios de oração mais prolongados e generosos, tais como: o exercício da via-sacra, a recitação do rosário, a recitação de Laudes e Vésperas da Liturgia das Horas, a participação na Santa Eucaristia, uma leitura prolongada da Sagrada Escritura.
11.No que respeita à esmola, poderão cumprir o preceito penitencial através da partilha de bens materiais. Esta partilha deve ser proporcional às posses de cada um e deve significar uma verdadeira renúncia a algo do que se tem ou a gastos dispensáveis ou supérfulos.
12.Os cristãos que escolherem como forma de cumprimento do preceito da penitência uma participação pecuniária orientarão o seu contributo penitencial para uma finalidade determinada, a indicar pelo Bispo diocesano.
13.Os cristãos depositarão o seu contributo penitencial em lugar devidamente identificado em cada igreja ou capela, ou através da Cúria diocesana. Na Quaresma, todavia, em vez desta modalidade ou concomitantemente com ela, o contributo poderá ser entregue no ofertório da Missa dominical, em dia para o efeito fixado.
As formas de penitência não se excluem mas completem-se mutuamente
14.É aconselhável que, no cumprimento do preceito penitencial, os cristãos não se limitem a uma só forma de penitência, mas antes as pratiquem todas, pois o jejum, a oração e a esmola completam-se mutuamente, em ordem à caridade.
(CEP - Normas publicadas com data de 28 de Janeiro de 1985).
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Abstinência,
Jejum
17 fevereiro 2007
"Hão-de olhar para Aquele que trespassaram" (Jo 19, 37)
Este é o tema da Mensagem de S. S. o Papa Bento XVI para a Quaresma deste ano de 2007.
A Quaresma é tempo propício para aprender a deter-se com Maria e João, o discípulo predilecto, ao lado d’Aquele que, na Cruz, cumpre pela humanidade inteira o sacrifício da sua vida (cf. Jo 19, 25). Portanto, dirijamos o nosso olhar com participação mais viva, neste tempo de penitência e de oração, para Cristo crucificado que, morrendo no Calvário, nos revelou plenamente o amor de Deus.
A Quaresma é tempo propício para aprender a deter-se com Maria e João, o discípulo predilecto, ao lado d’Aquele que, na Cruz, cumpre pela humanidade inteira o sacrifício da sua vida (cf. Jo 19, 25). Portanto, dirijamos o nosso olhar com participação mais viva, neste tempo de penitência e de oração, para Cristo crucificado que, morrendo no Calvário, nos revelou plenamente o amor de Deus.
Bento XVI, Mensagem para a Quaresma 2007
Jubileu da Quaresma
O Jubileu da Quaresma, com as confissões, realiza-se no próximo sábado, dia 24 de Fevereiro, com o seguinte programa:
8.30h: Exposição e Benção com o Ss.mo Sacramento
9h: Confissões
11.15h: Santa Missa pelos benfeitores da Igreja
8.30h: Exposição e Benção com o Ss.mo Sacramento
9h: Confissões
11.15h: Santa Missa pelos benfeitores da Igreja
15 fevereiro 2007
Falecimento
Na manhã de ontem, quarta feira, faleceu o Sr. José da Silva, natural do lugar de Carvalhas, freguesia de Monteiras.
O funeral realiza-se esta tarde, pelas 16h, na Igreja Paroquial.
O funeral realiza-se esta tarde, pelas 16h, na Igreja Paroquial.
Falecimento
Na manhã de ontem, quarta feira, faleceu José da Silva, de 98 anos, natural das Carvalhas, freguesia de Monteiras.
O seu funeral realiza-se esta tarde, pelas 16h, na Igreja Paroquial.
À familia apresento os meus pêsames e a certeza das minhas orações.
O seu funeral realiza-se esta tarde, pelas 16h, na Igreja Paroquial.
À familia apresento os meus pêsames e a certeza das minhas orações.
13 fevereiro 2007
Falecimento
Na madrugada de hoje, faleceu o Sr. José Rodrigues Gonçalves, natural do lugar do Eido, freguesia de Monteiras.
O Sr. José, mais conhecido por José Sabidos, tinha 88 anos e, nos últimos meses, residiu no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Castro Daire.
O funeral realizar-se-á amanhã, quarta feira, às 9.30h na Igreja Paroquial
O Sr. José, mais conhecido por José Sabidos, tinha 88 anos e, nos últimos meses, residiu no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Castro Daire.
O funeral realizar-se-á amanhã, quarta feira, às 9.30h na Igreja Paroquial
12 fevereiro 2007
Peregrinação a Fátima
No próximo dia 10 de Março, a Paróquia de Monteiras irá em Peregrinação a Fátima. A peregrinação será feita em autocarro.
A partida, das Monteiras, está marcada para as 7h da manhã. A Santa Missa, em Fátima, será às 11h. A chegada às Monteiras está prevista para as 20h.
As inscrições podem ser feitas também por mail para o endereço de mail da paróquia.
A partida, das Monteiras, está marcada para as 7h da manhã. A Santa Missa, em Fátima, será às 11h. A chegada às Monteiras está prevista para as 20h.
As inscrições podem ser feitas também por mail para o endereço de mail da paróquia.
Serviço Paroquial
Segunda feira, 12 de Fevereiro:
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Terça feira, 13 de Fevereiro:
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
18.15h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 14 de Fevereiro:
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Quinta feira, 15 de Fevereiro:
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
18.15h: Santa Missa na Relva
Sexta feira, 16 de Fevereiro:
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 17 de Fevereiro
19h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 18 de Fevereiro
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Terça feira, 13 de Fevereiro:
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
18.15h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 14 de Fevereiro:
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Quinta feira, 15 de Fevereiro:
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
18.15h: Santa Missa na Relva
Sexta feira, 16 de Fevereiro:
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 17 de Fevereiro
19h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 18 de Fevereiro
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial
03 fevereiro 2007
01 fevereiro 2007
Largo de S. João, na Relva, em obras
Minha Mãe...
Minha Mãe, deixaste-me viver!
O bater do meu e do teu coração...
doce melodia!
O aconchego do meu calor junto ao teu...
terna suavidade!
Minha Mãe, deixaste-me viver!
Abrir os olhos...
Contemplar a noite estrelada...
Depois da aurora...
Depois do dia...
Sentir o cheiro do bosque...
A frescura das plantas...
O perfume das flores...
Que bela harmonia!
Minha Mãe, deixaste-me viver!
Criança, encanto e ternura...
A candura do teu sorriso...
A pureza do teu olhar...
A generosidade das tuas carícias...
As tuas mãos suaves e belas...
Milagre da Natureza!
Minha Mãe, deixaste-me viver!
A vida da tua vida, na sabedoria e no Amor! Só tu, Mãe, sabes dar!
Obrigada, minha Mãe!
O bater do meu e do teu coração...
doce melodia!
O aconchego do meu calor junto ao teu...
terna suavidade!
Minha Mãe, deixaste-me viver!
Abrir os olhos...
Contemplar a noite estrelada...
Depois da aurora...
Depois do dia...
Sentir o cheiro do bosque...
A frescura das plantas...
O perfume das flores...
Que bela harmonia!
Minha Mãe, deixaste-me viver!
Criança, encanto e ternura...
A candura do teu sorriso...
A pureza do teu olhar...
A generosidade das tuas carícias...
As tuas mãos suaves e belas...
Milagre da Natureza!
Minha Mãe, deixaste-me viver!
A vida da tua vida, na sabedoria e no Amor! Só tu, Mãe, sabes dar!
Obrigada, minha Mãe!
Maria José Bastos
25 janeiro 2007
O aborto, a angústia e os direitos
Nos debates sobre o aborto, os argumentos invocados são uma multiplicidade impressionante. Fala--se de tribunais e maternidades, clínicas espanholas e classes sociais, prisões, embriões, semanas, impostos e decretos-leis. No meio de assuntos tão variados, apresentados de forma tão intensa, é fácil perder de vista o essencial.
Ninguém duvida que a questão do aborto cruza problemas distintos.
Mas ele nasce de um dilema muito simples, e muito doloroso, situado no seu núcleo essencial. É esse dilema que gera a enorme dificuldade da questão e motiva o debate tão decisivo e apaixonado. Todos os outros aspectos e pormenores perdem o valor perante esta dualidade elementar.
Na questão do aborto voluntário verifica-se a contraposição entre dois valores básicos e fundamentais: o direito à liberdade da mãe e o direito à vida do embrião. Aliás, os próprios movimentos que se opõem manifestam isto mesmo, ao denominarem-se respectivamente "pela escolha" e "pela vida". Assim, a resposta à pergunta do referendo apresenta-se de forma cortante. Quem acha que a liberdade da mulher para determinar a sua vida e o seu corpo é essencial deve votar "sim". Quem pensa que o direito à vida do embrião é dominante deve votar "não".
Ninguém duvida que cada um destes direitos representa algo de essencial na dignidade humana. O específico no debate do aborto é que cada um deles, sendo fundamental, se opõe ao outro que é igualmente fundamental. Assim, de certa maneira, ao defender um se está implicitamente a menosprezar o outro. Isto é que torna a questão tão angustiante. A sua dificuldade vem precisamente deste custo: secundarizar e diminuir algo de vital ao proclamar um aspecto também vital.
Ter consciência deste custo ajuda, não só a ver a importância da questão, mas também a entender e, talvez, a respeitar os adversários. Eles lutam por um valor que não podemos deixar de reconhecer. Percebe-se também que, dada a dificuldade do dilema, tanta gente procure escamotear a questão levando-a para campos acessórios. Mas a verdade irredutível é que o problema mantém sempre toda a sua dolorosa acuidade: dois direitos básicos opõem-se quando uma mulher contempla abortar o filho que gerou.
Todos os outros elementos e argumentos, dos traumas pós-aborto aos riscos para a saúde pública, das razões sócio-económicas à constitucionalidade da lei, só ganham significado na solução deste dilema central. Que interessa o défice do orçamento perante os riscos da liberdade individual? Que significam os inconvenientes pessoais face a uma vida humana em risco?
Mas, como vimos, o peso de cada um desses valores mede-se no confronto com o outro. Essa é a gritante dificuldade. Quem vota "sim" tem de estar preparado para levar a sua defesa da liberdade da mulher a ponto de se sobrepor à vida do filho em gestação. Deve votar "não" quem acha que a vida do embrião tem um valor tão grande que chega para sacrificar a liberdade da sua mãe em definir o seu futuro num momento tão doloroso. Um "sim" está pronto a destruir uma vida e um "não" prepara-se para restringir uma liberdade pessoal fundamental. Este é o profundo dramatismo do dilema. Não há volta a dar-lhe: é preciso escolher uma resposta e ela, qualquer que seja, tem sempre implicações terríveis.
Não admira também que tanta gente opte pela abstenção. Mas a fuga nada resolve e o dilema mantém-se mesmo para os que não olham. Por outro lado, quem diz que a lei deve deixar uma questão tão importante à decisão de cada um abre involuntariamente a porta a potenciais atrocidades. No fundo, os primeiros votam "não" sem querer, pois a abstenção favorece o quadro vigente, enquanto os segundos ambiguamente concordam com o "sim", e ambos de forma passiva. Nunca se esqueça de que o regime nazi se afirmou perante a abstenção de uns e a demissão de outros.
Este é o dilema elementar do referendo. Mas existe um detalhe que rompe o paralelismo: os dois lados não se colocam igualmente perante estes termos. Os defensores do "não" assumem o sofrimento das mães, criando muitas instituições para o aliviar, enquanto os do "sim" costumam escamotear a vida do embrião. Isto só por si revela um facto indesmentível: postos francamente em confronto, o valor da vida sobrepõe-se naturalmente ao da liberdade. Sem liberdade a vida resiste, mas sem vida não há nada. Essa é a razão por que em todas as civilizações da História o aborto provocado foi em geral sempre repudiado.
João César das Neves
in Diário de Notícias
Professor universitário
naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt
Ninguém duvida que a questão do aborto cruza problemas distintos.
Mas ele nasce de um dilema muito simples, e muito doloroso, situado no seu núcleo essencial. É esse dilema que gera a enorme dificuldade da questão e motiva o debate tão decisivo e apaixonado. Todos os outros aspectos e pormenores perdem o valor perante esta dualidade elementar.
Na questão do aborto voluntário verifica-se a contraposição entre dois valores básicos e fundamentais: o direito à liberdade da mãe e o direito à vida do embrião. Aliás, os próprios movimentos que se opõem manifestam isto mesmo, ao denominarem-se respectivamente "pela escolha" e "pela vida". Assim, a resposta à pergunta do referendo apresenta-se de forma cortante. Quem acha que a liberdade da mulher para determinar a sua vida e o seu corpo é essencial deve votar "sim". Quem pensa que o direito à vida do embrião é dominante deve votar "não".
Ninguém duvida que cada um destes direitos representa algo de essencial na dignidade humana. O específico no debate do aborto é que cada um deles, sendo fundamental, se opõe ao outro que é igualmente fundamental. Assim, de certa maneira, ao defender um se está implicitamente a menosprezar o outro. Isto é que torna a questão tão angustiante. A sua dificuldade vem precisamente deste custo: secundarizar e diminuir algo de vital ao proclamar um aspecto também vital.
Ter consciência deste custo ajuda, não só a ver a importância da questão, mas também a entender e, talvez, a respeitar os adversários. Eles lutam por um valor que não podemos deixar de reconhecer. Percebe-se também que, dada a dificuldade do dilema, tanta gente procure escamotear a questão levando-a para campos acessórios. Mas a verdade irredutível é que o problema mantém sempre toda a sua dolorosa acuidade: dois direitos básicos opõem-se quando uma mulher contempla abortar o filho que gerou.
Todos os outros elementos e argumentos, dos traumas pós-aborto aos riscos para a saúde pública, das razões sócio-económicas à constitucionalidade da lei, só ganham significado na solução deste dilema central. Que interessa o défice do orçamento perante os riscos da liberdade individual? Que significam os inconvenientes pessoais face a uma vida humana em risco?
Mas, como vimos, o peso de cada um desses valores mede-se no confronto com o outro. Essa é a gritante dificuldade. Quem vota "sim" tem de estar preparado para levar a sua defesa da liberdade da mulher a ponto de se sobrepor à vida do filho em gestação. Deve votar "não" quem acha que a vida do embrião tem um valor tão grande que chega para sacrificar a liberdade da sua mãe em definir o seu futuro num momento tão doloroso. Um "sim" está pronto a destruir uma vida e um "não" prepara-se para restringir uma liberdade pessoal fundamental. Este é o profundo dramatismo do dilema. Não há volta a dar-lhe: é preciso escolher uma resposta e ela, qualquer que seja, tem sempre implicações terríveis.
Não admira também que tanta gente opte pela abstenção. Mas a fuga nada resolve e o dilema mantém-se mesmo para os que não olham. Por outro lado, quem diz que a lei deve deixar uma questão tão importante à decisão de cada um abre involuntariamente a porta a potenciais atrocidades. No fundo, os primeiros votam "não" sem querer, pois a abstenção favorece o quadro vigente, enquanto os segundos ambiguamente concordam com o "sim", e ambos de forma passiva. Nunca se esqueça de que o regime nazi se afirmou perante a abstenção de uns e a demissão de outros.
Este é o dilema elementar do referendo. Mas existe um detalhe que rompe o paralelismo: os dois lados não se colocam igualmente perante estes termos. Os defensores do "não" assumem o sofrimento das mães, criando muitas instituições para o aliviar, enquanto os do "sim" costumam escamotear a vida do embrião. Isto só por si revela um facto indesmentível: postos francamente em confronto, o valor da vida sobrepõe-se naturalmente ao da liberdade. Sem liberdade a vida resiste, mas sem vida não há nada. Essa é a razão por que em todas as civilizações da História o aborto provocado foi em geral sempre repudiado.
João César das Neves
in Diário de Notícias
Professor universitário
naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt
23 janeiro 2007
Vigília de Oração
A Vigília foi proporcionada pelo Secretariado Diocesano para a Pastoral Juvenil da Diocese de Lamego que está a promover que uma Chama da Vida percorra todos os Arciprestados da Diocese. A Chama da Vida chegou à Capela da Ouvida por volta das 19.30h, trazida pelos jovens de Cinfães.
A Vigília teve início pelas 20.30h. Presidiu o Sr. Pe. Diogo Filipe, pároco do Mezio. Depois da exposição do Ss.mo Sacramento, rezou-se o Terço. Houve também espaço para a leitura do Evangelho, depois do qual o Sr. Pe. Diogo propôs uma breve reflexão. Em seguida, houve algum tempo de silêncio, seguindo-se depois as preces. A vigilia terminou com a Benção do Ss.mo Sacramento.
Foram alguns os jovens que participaram activamente na Vigília: os jovens das Monteiras, que animaram os cânticos e leram algumas das meditações do terço; de Castro Daire e do Mezio que, além das meditações do terço, também deram voz às preces da Oração dos fiéis. E houve muitas outras pessoas que, enchendo a Capela de Nossa Senhora da Ouvida, desejaram elevar a sua voz a Deus em oração.
As fotografias da Vigilia podem ser vistas aqui
19 janeiro 2007
Vigília de Oração
Na próxima segunda feira, pelas 20.30h, realizar-se-á uma Vigília de Oração pela Vida, na Capela de Nossa Senhora da Ouvida, aberta a todas as pessoas do Arciprestado de Castro Daire.
A organização da Vigília está a cargo do Secretariado Diocesano para a Pastoral Juvenil.
A organização da Vigília está a cargo do Secretariado Diocesano para a Pastoral Juvenil.
Reunião com os Mordomos
Amanhã, sábado, haverá uma reunião para todos os mordomos das várias festas da Paróquia: do Espírito Santo, nas Monteiras; de S. João, na Relva; de Nossa Senhora da Saúde, em Colo de Pito.
A reunião será pelas 15h no Salão Paroquial, nas Monteiras.
A reunião será pelas 15h no Salão Paroquial, nas Monteiras.
Conferência sobre o Referendo ao Aborto
No passado sábado, 13 de Janeiro, realizou-se uma Conferência no Salão Paroquial sobre o referendo que se avizinha. Foi conferencista o Dr. Miguel Pinto, médico, com raizes familiares na nossa freguesia. Esteve ainda presente o Dr. António Faure, professor.
Nessa ocasião, foi possível ver um filme que, de um modo gráfico, mostrou vários aspectos do que está em jogo no próximo referendo.
O Dr. Miguel Pinto ilustrou os vários aspectos cientificos, médicos e económicos, indicando a defesa de toda a vida humana como sendo a actitude mais correcta de abordar o próximo referendo.
Nessa ocasião, foi possível ver um filme que, de um modo gráfico, mostrou vários aspectos do que está em jogo no próximo referendo.
O Dr. Miguel Pinto ilustrou os vários aspectos cientificos, médicos e económicos, indicando a defesa de toda a vida humana como sendo a actitude mais correcta de abordar o próximo referendo.
13 janeiro 2007
Jornal da Paróquia disponivel online
O Jornal da Paróquia pode ser consultado aqui ou no seguinte endereço: http://www.box.net/public/0q7iv599ns
05 janeiro 2007
A Paróquia tem um novo Jornal
A nossa Paróquia terá, a partir deste fim de semana, um novo Jornal.
O Jornal, que será mensal, será gratuito e será distribuido depois da Santa Missa do primeiro domingo de cada mês.
O mesmo jornal estará também disponivel para ser consultado aqui na página da Paróquia.
O Jornal, que será mensal, será gratuito e será distribuido depois da Santa Missa do primeiro domingo de cada mês.
O mesmo jornal estará também disponivel para ser consultado aqui na página da Paróquia.
Presépio na Igreja
foi feito o Presépio na Igreja Paroquial,
graças ao trabalho generoso
de várias pessoas.
Ano novo, vida nova
Ao longo das últimas semanas, esta página tem-se ressentido das muitas ocupações pastorais. Agora que o ritmo regressa à normalidade, também as actualizações serão mais frequentes.
Faço votos que este ano de 2007 seja cheio de alegrias para todos aqueles que por aqui forem passando.
O Pároco
Faço votos que este ano de 2007 seja cheio de alegrias para todos aqueles que por aqui forem passando.
O Pároco
24 dezembro 2006
Votos de um Santo Natal
15 dezembro 2006
Visita às famílias
Neste momento, já visitei todas as famílias que residem em Colo de Pito. No total, visitei 44 casas.
Já comecei a visitar as famílias que residem nas Carvalhas e, se tudo decorrer dentro da normalidade, já na próxima semana inicio as visitas às famílias que residem na Relva.
Já comecei a visitar as famílias que residem nas Carvalhas e, se tudo decorrer dentro da normalidade, já na próxima semana inicio as visitas às famílias que residem na Relva.
13 dezembro 2006
Festa de Santa Luzia

Hoje de manhã realizou-se, na nossa Paróquia, a festa em honra de Santa Luzia (cuja biografia pode ser consultada aqui)
A procissão saiu da Igreja Paroquial em direcção à Capela dedicada a Santa Luzia. Pelo caminho, cantaram-se as ladainhas e as rogações.
A Santa Missa começou às 10h e nela participaram numerosas pessoas, não só das Monteiras, como das povoações vizinhas.
O sermão em honra da Santa protectora dos olhos ficou a cargo do Rev. Diácono Sérgio Lemos, natural da Lapa e actualmente a fazer estágio na Sé de Lamego.
Ao longo do dia, numerosas pessoas foram prestar devoção a Santa Luzia, cuja imagem, neste dia, pode ser contemplada na sua capela.
11 dezembro 2006
Serviço Paroquial
Terça feira, 12 de Dezembro:
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 13 de Dezembro
10h: Santa Missa em honra de Santa Luzia na Capela das Carvalhas
Quinta feira, 14 de Dezembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30h: Santa Missa na Relva
Sexta feira, 15 de Dezembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 16 de Dezembro
11h: Santa Missa em Colo de Pito, pelas Bodas de 50 anos de Matrimónio
18.15h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 17 de Dezembro
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 13 de Dezembro
10h: Santa Missa em honra de Santa Luzia na Capela das Carvalhas
Quinta feira, 14 de Dezembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30h: Santa Missa na Relva
Sexta feira, 15 de Dezembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 16 de Dezembro
11h: Santa Missa em Colo de Pito, pelas Bodas de 50 anos de Matrimónio
18.15h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 17 de Dezembro
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial
08 dezembro 2006
Neve nas Monteiras
A solenidade da Imaculada Conceição trouxe, pela primeira vez neste inverno, a neve, que foi caindo com maior ou menor intensidade ao longo do dia.
03 dezembro 2006
Benção das Famílias
A partir de hoje, irei visitar todas as casas da nossa Paróquia.
Para que haja uma certa ordem, começarei por Colo de Pito, passando depois às Carvalhas, à Relva, ao Eido e terminando nas Monteiras.
Será uma ocasião para dar uma benção a cada família. Ao mesmo tempo, é a oportunidade de começar a organizar o ficheiro paroquial.
O horário da visita, para esta semana, será o seguinte:
Domingo, 03 de Dezembro: das 16h às 19.30h
Segunda feira, 04 de Dezembro: das 18.30h às 20h
Terça feira, 05 de Dezembro: das 18.30h às 20h
Quarta feira, 06 de Dezembro: das 18.30h às 20h
Para que haja uma certa ordem, começarei por Colo de Pito, passando depois às Carvalhas, à Relva, ao Eido e terminando nas Monteiras.
Será uma ocasião para dar uma benção a cada família. Ao mesmo tempo, é a oportunidade de começar a organizar o ficheiro paroquial.
O horário da visita, para esta semana, será o seguinte:
Domingo, 03 de Dezembro: das 16h às 19.30h
Segunda feira, 04 de Dezembro: das 18.30h às 20h
Terça feira, 05 de Dezembro: das 18.30h às 20h
Quarta feira, 06 de Dezembro: das 18.30h às 20h
Presépio
Serviço Paroquial
Segunda feira, 04 de Dezembro:
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Terça feira, 05 de Dezembro:
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 06 de Dezembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Quinta feira, 07 de Dezembro
18.30: Santa Missa em Colo de Pito
Sexta feira, 08 de Dezembro, Solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 09 de Dezembro
18.15h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 10 de Dezembro
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Terça feira, 05 de Dezembro:
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 06 de Dezembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Quinta feira, 07 de Dezembro
18.30: Santa Missa em Colo de Pito
Sexta feira, 08 de Dezembro, Solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 09 de Dezembro
18.15h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 10 de Dezembro
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial
01 dezembro 2006
Contactos da Paróquia
A partir de hoje, a paróquia passa a ter numero de telefone fixo e fax, para além do endereço de email de da página de internet que já possui.
Morada: Largo da Igreja, 3600-474 Monteiras
Telefone e Fax: 232388067
Email: monteiras@gmail.com
Página de internet: www.monteiras.blogspot.com
Morada: Largo da Igreja, 3600-474 Monteiras
Telefone e Fax: 232388067
Email: monteiras@gmail.com
Página de internet: www.monteiras.blogspot.com
30 novembro 2006
Bodas de ouro de matrimónio

No passado dia 25 de Novembro, o Sr. António e a Sra. Maria Adília festejaram as suas bodas de ouro de Matrimónio.
Para a ocasião, vários familiares, residentes no Luxembrugo, percorreram a distância que os separa das Carvalhas para estarem presentes neste momento de alegria.
A Santa Missa, presidida pelo pároco, foi o momento de dar graças a Deus por todas as alegrias e por todas as dificuldades que, ao longo da vida, foram superando.
Mais uma vez, renovo os meus parabéns aos aniversariantes e uno-me à alegria da família.
Razões para Escolher a vida
1. A Assembleia da República decidiu sujeitar, mais uma vez, a referendo popular o alargamento das condições legais para a interrupção voluntária da gravidez, acto vulgarmente designado por aborto voluntário. Esta proposta já foi rejeitada em referendo anterior, embora a percentagem de opiniões expressas não tivesse sido suficiente para tornar a escolha do eleitorado constitucionalmente irreversível, o que foi aproveitado pelos defensores do alargamento legal do aborto voluntário.
Nós, Bispos Católicos, sentimos perplexidade acerca desta situação. Antes de mais porque acreditamos, como o fez a Igreja desde os primeiros séculos, que a vida humana, com toda a sua dignidade, existe desde o primeiro momento da concepção. Porque consideramos a vida humana um valor absoluto, a defender e a promover em todas as circunstâncias, achamos que ela não é referendável e que nenhuma lei permissiva respeita os valores éticos fundamentais acerca da Vida, o que se aplica também à Lei já aprovada. Uma hipotética vitória do “não” no próximo referendo não significa a nossa concordância com a Lei vigente.
2. Para os fiéis católicos o aborto provocado é um pecado grave porque é uma violação do 5º Mandamento da Lei de Deus, “não matarás”, e é-o mesmo quando legalmente permitido.
Mas este mandamento limita-se a exprimir um valor da lei natural, fundamento de uma ética universal. O aborto não é, pois, uma questão exclusivamente da moral religiosa; ele agride valores universais de respeito pela vida. Para os crentes acresce o facto de, na Sua Lei, Deus ter confirmado que esse valor universal é Sua vontade.
Não podemos, pois, deixar de dizer aos fiéis católicos que devem votar “não” e ajudar a esclarecer outras pessoas sobre a dignidade da vida humana, desde o seu primeiro momento. O período de debate e esclarecimento que antecede o referendo não é uma qualquer campanha política, mas sim um período de esclarecimento das consciências. A escolha no dia do referendo é uma opção de consciência, que não deve ser influenciada por políticas e correntes de opinião. Nós, os Bispos, não entramos em campanhas de tipo político, mas não podemos deixar de contribuir para o esclarecimento das consciências. Pensamos particularmente nos jovens, muitos dos quais votam pela primeira vez e para quem a vida é uma paixão e tem de ser uma descoberta.
Assim enunciamos, de modo simples, as razões para votar “não” e escolher a Vida:
1ª. O ser humano está todo presente desde o início da vida, quando ela é apenas embrião. E esta é hoje uma certeza confirmada pela Ciência: todas as características e potencialidades do ser humano estão presentes no embrião. A vida é, a partir desse momento, um processo de desenvolvimento e realização progressiva, que só acabará na morte natural. O aborto provocado, sejam quais forem as razões que levam a ele, é sempre uma violência injusta contra um ser humano, que nenhuma razão justifica eticamente.
2ª. A legalização não é o caminho adequado para resolver o drama do “aborto clandestino”, que acrescenta aos traumas espirituais no coração da mulher-mãe que interrompe a sua gravidez, os riscos de saúde inerentes à precariedade das situações em que consuma esse acto. Não somos insensíveis a esse drama; na confidencialidade do nosso ministério conhecemos-lhe dimensões que mais ninguém conhece. A luta contra este drama social deve empenhar todos e passa por um planeamento equilibrado da fecundidade, por um apoio decisivo às mulheres para quem a maternidade é difícil, pela dissuasão de todos os que intervêm lateralmente no processo, frequentemente com meros fins lucrativos.
3ª. Não se trata de uma mera “despenalização”, mas sim de uma “liberalização legalizada”, pois cria-se um direito cívico, de recurso às instituições públicas de saúde, preparadas para defender a vida e pagas com dinheiro de todos os cidadãos.
“Penalizar” ou “despenalizar” o aborto clandestino, é uma questão de Direito Penal. Nunca fizemos disso uma prioridade na nossa defesa da vida, porque pensamos que as mulheres que passam por essa provação precisam mais de um tratamento social do que penal. Elas precisam de ser ajudadas e não condenadas; foi a atitude de Jesus perante a mulher surpreendida em adultério: “alguém te condenou?... Eu também não te condeno. Vai e doravante não tornes a pecar”.
Mas nem todas as mulheres que abortam estão nas mesmas circunstâncias e há outros intervenientes no aborto que merecem ser julgados. É que tirar a vida a um ser humano é, em si mesmo, criminoso.
4ª. O aborto não é um direito da mulher. Ninguém tem direito de decidir se um ser humano vive ou não vive, mesmo que seja a mãe que o acolheu no seu ventre. A mulher tem o direito de decidir se concebe ou não. Mas desde que uma vida foi gerada no seu seio, é outro ser humano, em relação ao qual tem particular obrigação de o proteger e defender.
5ª. O aborto não é uma questão política, mas de direitos fundamentais. O respeito pela vida é o principal fundamento da ética, e está profundamente impresso na nossa cultura. É função das leis promoverem a prática desse respeito pela vida. A lei sobre a qual os portugueses vão ser consultados em referendo, a ser aprovada, significa a degenerescência da própria lei. Seria mais um caso em que aquilo que é legal não é moral.
3. Pedimos a todos os fiéis católicos e a quantos partilham connosco esta visão da vida, que se empenhem neste esclarecimento das consciências. Façam-no com serenidade, com respeito e com um grande amor à vida. E encorajamos as pessoas e instituições que já se dedicam generosamente às mães em dificuldade e às próprias crianças que conseguiram nascer.
Lisboa, 19 de Outubro de 2006
Conferência Episcopal Portuguesa
Nós, Bispos Católicos, sentimos perplexidade acerca desta situação. Antes de mais porque acreditamos, como o fez a Igreja desde os primeiros séculos, que a vida humana, com toda a sua dignidade, existe desde o primeiro momento da concepção. Porque consideramos a vida humana um valor absoluto, a defender e a promover em todas as circunstâncias, achamos que ela não é referendável e que nenhuma lei permissiva respeita os valores éticos fundamentais acerca da Vida, o que se aplica também à Lei já aprovada. Uma hipotética vitória do “não” no próximo referendo não significa a nossa concordância com a Lei vigente.
2. Para os fiéis católicos o aborto provocado é um pecado grave porque é uma violação do 5º Mandamento da Lei de Deus, “não matarás”, e é-o mesmo quando legalmente permitido.
Mas este mandamento limita-se a exprimir um valor da lei natural, fundamento de uma ética universal. O aborto não é, pois, uma questão exclusivamente da moral religiosa; ele agride valores universais de respeito pela vida. Para os crentes acresce o facto de, na Sua Lei, Deus ter confirmado que esse valor universal é Sua vontade.
Não podemos, pois, deixar de dizer aos fiéis católicos que devem votar “não” e ajudar a esclarecer outras pessoas sobre a dignidade da vida humana, desde o seu primeiro momento. O período de debate e esclarecimento que antecede o referendo não é uma qualquer campanha política, mas sim um período de esclarecimento das consciências. A escolha no dia do referendo é uma opção de consciência, que não deve ser influenciada por políticas e correntes de opinião. Nós, os Bispos, não entramos em campanhas de tipo político, mas não podemos deixar de contribuir para o esclarecimento das consciências. Pensamos particularmente nos jovens, muitos dos quais votam pela primeira vez e para quem a vida é uma paixão e tem de ser uma descoberta.
Assim enunciamos, de modo simples, as razões para votar “não” e escolher a Vida:
1ª. O ser humano está todo presente desde o início da vida, quando ela é apenas embrião. E esta é hoje uma certeza confirmada pela Ciência: todas as características e potencialidades do ser humano estão presentes no embrião. A vida é, a partir desse momento, um processo de desenvolvimento e realização progressiva, que só acabará na morte natural. O aborto provocado, sejam quais forem as razões que levam a ele, é sempre uma violência injusta contra um ser humano, que nenhuma razão justifica eticamente.
2ª. A legalização não é o caminho adequado para resolver o drama do “aborto clandestino”, que acrescenta aos traumas espirituais no coração da mulher-mãe que interrompe a sua gravidez, os riscos de saúde inerentes à precariedade das situações em que consuma esse acto. Não somos insensíveis a esse drama; na confidencialidade do nosso ministério conhecemos-lhe dimensões que mais ninguém conhece. A luta contra este drama social deve empenhar todos e passa por um planeamento equilibrado da fecundidade, por um apoio decisivo às mulheres para quem a maternidade é difícil, pela dissuasão de todos os que intervêm lateralmente no processo, frequentemente com meros fins lucrativos.
3ª. Não se trata de uma mera “despenalização”, mas sim de uma “liberalização legalizada”, pois cria-se um direito cívico, de recurso às instituições públicas de saúde, preparadas para defender a vida e pagas com dinheiro de todos os cidadãos.
“Penalizar” ou “despenalizar” o aborto clandestino, é uma questão de Direito Penal. Nunca fizemos disso uma prioridade na nossa defesa da vida, porque pensamos que as mulheres que passam por essa provação precisam mais de um tratamento social do que penal. Elas precisam de ser ajudadas e não condenadas; foi a atitude de Jesus perante a mulher surpreendida em adultério: “alguém te condenou?... Eu também não te condeno. Vai e doravante não tornes a pecar”.
Mas nem todas as mulheres que abortam estão nas mesmas circunstâncias e há outros intervenientes no aborto que merecem ser julgados. É que tirar a vida a um ser humano é, em si mesmo, criminoso.
4ª. O aborto não é um direito da mulher. Ninguém tem direito de decidir se um ser humano vive ou não vive, mesmo que seja a mãe que o acolheu no seu ventre. A mulher tem o direito de decidir se concebe ou não. Mas desde que uma vida foi gerada no seu seio, é outro ser humano, em relação ao qual tem particular obrigação de o proteger e defender.
5ª. O aborto não é uma questão política, mas de direitos fundamentais. O respeito pela vida é o principal fundamento da ética, e está profundamente impresso na nossa cultura. É função das leis promoverem a prática desse respeito pela vida. A lei sobre a qual os portugueses vão ser consultados em referendo, a ser aprovada, significa a degenerescência da própria lei. Seria mais um caso em que aquilo que é legal não é moral.
3. Pedimos a todos os fiéis católicos e a quantos partilham connosco esta visão da vida, que se empenhem neste esclarecimento das consciências. Façam-no com serenidade, com respeito e com um grande amor à vida. E encorajamos as pessoas e instituições que já se dedicam generosamente às mães em dificuldade e às próprias crianças que conseguiram nascer.
Lisboa, 19 de Outubro de 2006
Conferência Episcopal Portuguesa
27 novembro 2006
Serviço Paroquial
Segunda feira, 27 de Novembro:
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Terça feira, 28 de Novembro:
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 29 de Novembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Quinta feira, 30 de Novembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30: Santa Missa em Colo de Pito
Sexta feira, 01 de Dezembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 02 de Dezembro
18.15h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 26 de Novembro
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Terça feira, 28 de Novembro:
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 29 de Novembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Quinta feira, 30 de Novembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30: Santa Missa em Colo de Pito
Sexta feira, 01 de Dezembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 02 de Dezembro
18.15h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 26 de Novembro
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial
24 novembro 2006
Na casa do Pai
Na madrugada de ontem, faleceu a Sra. Florinda Pereira Esteves, com 95 anos, natural da freguesia das Monteiras. Ao longo dos ultimos anos, residiu no Lar da Santa Casa da Misericordia de Castro Daire.
O seu funeral realizar-se-á amanha, sabado, pelas 14h, na Igreja Paroquial, seguindo depois para o cemiterio.
À familia, deixo os meus pêsames e a certeza da minha oração.
O seu funeral realizar-se-á amanha, sabado, pelas 14h, na Igreja Paroquial, seguindo depois para o cemiterio.
À familia, deixo os meus pêsames e a certeza da minha oração.
20 novembro 2006
Serviço paroquial
Segunda feira, 20 de Novembro:
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial, por alma de Henrique da Costa Ferreira, intenção da Esposa
Terça feira, 21 de Novembro:
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial, pelas seguintes intenções
- Alma de António Luis, int. de Maria da Glória
- Obr. de Albertina Maria Rocha Gonçalves
- Alma de Hermínio Gonçalves, Carolina da Rocha, Joaquim Gonçalves e Maria de Jesus Rocha Costa, int. de Maria do Rosário Gonçalves
18h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 22 de Novembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial, por alma de José Ferreira Gonçalves, int. do Sagrado Coração de Jesus
Quinta feira, 23 de Novembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial, pelas seguintes intenções:
- Obr. de Albertina Maria Rocha Gonçalves
- Alma de Joaquim Gonçalves da Silva, Piedade da Rocha, Carolina da Rocha, Joaquim Gonçalves e Maria de Jesus da Rocha, int de Maria do Carmo Gonçalves
- Alma de José Ferreira Gonçalves e esposa, int. dos filhos
18: Santa Missa na Relva
Sexta feira, 24 de Novembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial, por alma de Américo Pereira da Silva, Arminda Morais, José Pereira da Silva e Maria da Nazaré, int. de Gentil Morais da Silva
Sábado, 25 de Novembro
18.15h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 26 de Novembro
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial, por alma de Henrique da Costa Ferreira, intenção da Esposa
Terça feira, 21 de Novembro:
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial, pelas seguintes intenções
- Alma de António Luis, int. de Maria da Glória
- Obr. de Albertina Maria Rocha Gonçalves
- Alma de Hermínio Gonçalves, Carolina da Rocha, Joaquim Gonçalves e Maria de Jesus Rocha Costa, int. de Maria do Rosário Gonçalves
18h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 22 de Novembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial, por alma de José Ferreira Gonçalves, int. do Sagrado Coração de Jesus
Quinta feira, 23 de Novembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial, pelas seguintes intenções:
- Obr. de Albertina Maria Rocha Gonçalves
- Alma de Joaquim Gonçalves da Silva, Piedade da Rocha, Carolina da Rocha, Joaquim Gonçalves e Maria de Jesus da Rocha, int de Maria do Carmo Gonçalves
- Alma de José Ferreira Gonçalves e esposa, int. dos filhos
18: Santa Missa na Relva
Sexta feira, 24 de Novembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial, por alma de Américo Pereira da Silva, Arminda Morais, José Pereira da Silva e Maria da Nazaré, int. de Gentil Morais da Silva
Sábado, 25 de Novembro
18.15h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 26 de Novembro
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial
16 novembro 2006
Fotos da inauguração do Monumento ao Imaculado Coração de Maria
Algumas fotos da inauguração do Monumento ao Imaculado Coração de Maria podem ser vistas aqui.
15 novembro 2006
Freguesia das Monteiras ficou muito mais rica
No passado dia 5 de Novembro, a freguesia das Monteiras consagrou-se ao Imaculado Coração de Maria.
Deu-se início a esta linda e grandiosa Festa na Igreja Paroquial das Monteiras, pelas 15 horas, com a celebração da Santa Missa, celebrada pelo Ex.mo Monsenhor, Vigário Geral, Eduardo Russo, da Diocese de Lamego, com a presença do Ex.mo Monsenhor Alfredo Melo, Vigário Geral da Diocese de Viseu e responsável máximo da Associação Nacional do Grupo da Imaculada, o Ex.mo Senhor Padre Diogo, antecedente Pároco desta Freguesia e o actual Pároco José Alfredo e outros. Esteve presente a Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Castro Daire, que fez um acompanhamento digno, tanto na Igreja, como na actuação no Cortejo. Esteve presente também a Senhora Presidente da Câmara Municipal de Castro Daire, Eng. Maria Eulália, a Corporação dos Bombeiros Voluntários de Farejinhas que fizeram a guarda de honra à Imaculada, os Escuteiros da Freguesia das Monteiras e toda a Freguesia das Monteiras e outros fieis de várias povoações vizinhas.
Depois da Santa Missa, seguiu-se a Procissão, executando a referida Banda de Musica o Hino à Nossa Senhora (Coração Virginal). Rezou-se o terço e, no fim de cada mistério, a Banda voltava a executar o mesmo Hino e, diga-se, foi com muita devoção que se chegou até ao Nicho, seguindo-se a Benção do mesmo onde aí ficou colocada e muito bem a Imagem da Imaculada, com toque de continência executado pela mesma Banda de Música. Este Nicho fica situado junto à estrada municipal, com ligação Monteiras, Relva.
Se é verdade que nós, residentes na Freguesia das Monteiras estamos felizes, também não é mentir que temos responsabilidades acrescidas em adorar e respeitar o Coração da Imaculada, pois somos os primeiros no Conselho de Castro Daire, a obter tão admirável e digno monumento.
No final, nos fundos da residência Paroquial, foi servido a todas as pessoas e entidades um lanche, onde tudo correu com esmera educação.
Como Presidente da Junta desta freguesia, queria agradecer à Senhora Professora Maria José Bastos e a seu marido, Senhor Bastos, pela brilhante ideia que foi a de trazer para as Monteiras o mais puro coração da Humanidade.
Queria agradecer igualmente aos Senhores Párocos que serviram e servem esta Freguesia, assim como a toda a Comissão do Conselho Económico da Igreja das Monteiras, pelo trabalho digno que prestaram à Comunidade, e a todas as pessoas que colaboraram para que tudo decorresse da melhor forma possível.
Américo Pereira da Silva, in Notícias de Castro Daire, 2006.11.10
Deu-se início a esta linda e grandiosa Festa na Igreja Paroquial das Monteiras, pelas 15 horas, com a celebração da Santa Missa, celebrada pelo Ex.mo Monsenhor, Vigário Geral, Eduardo Russo, da Diocese de Lamego, com a presença do Ex.mo Monsenhor Alfredo Melo, Vigário Geral da Diocese de Viseu e responsável máximo da Associação Nacional do Grupo da Imaculada, o Ex.mo Senhor Padre Diogo, antecedente Pároco desta Freguesia e o actual Pároco José Alfredo e outros. Esteve presente a Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Castro Daire, que fez um acompanhamento digno, tanto na Igreja, como na actuação no Cortejo. Esteve presente também a Senhora Presidente da Câmara Municipal de Castro Daire, Eng. Maria Eulália, a Corporação dos Bombeiros Voluntários de Farejinhas que fizeram a guarda de honra à Imaculada, os Escuteiros da Freguesia das Monteiras e toda a Freguesia das Monteiras e outros fieis de várias povoações vizinhas.
Depois da Santa Missa, seguiu-se a Procissão, executando a referida Banda de Musica o Hino à Nossa Senhora (Coração Virginal). Rezou-se o terço e, no fim de cada mistério, a Banda voltava a executar o mesmo Hino e, diga-se, foi com muita devoção que se chegou até ao Nicho, seguindo-se a Benção do mesmo onde aí ficou colocada e muito bem a Imagem da Imaculada, com toque de continência executado pela mesma Banda de Música. Este Nicho fica situado junto à estrada municipal, com ligação Monteiras, Relva.
Se é verdade que nós, residentes na Freguesia das Monteiras estamos felizes, também não é mentir que temos responsabilidades acrescidas em adorar e respeitar o Coração da Imaculada, pois somos os primeiros no Conselho de Castro Daire, a obter tão admirável e digno monumento.
No final, nos fundos da residência Paroquial, foi servido a todas as pessoas e entidades um lanche, onde tudo correu com esmera educação.
Como Presidente da Junta desta freguesia, queria agradecer à Senhora Professora Maria José Bastos e a seu marido, Senhor Bastos, pela brilhante ideia que foi a de trazer para as Monteiras o mais puro coração da Humanidade.
Queria agradecer igualmente aos Senhores Párocos que serviram e servem esta Freguesia, assim como a toda a Comissão do Conselho Económico da Igreja das Monteiras, pelo trabalho digno que prestaram à Comunidade, e a todas as pessoas que colaboraram para que tudo decorresse da melhor forma possível.
Américo Pereira da Silva, in Notícias de Castro Daire, 2006.11.10
Etiquetas:
Cerimónias,
Monumento
Inauguração do Monumento ao Sagrado Coração de Maria da nossa paróquia
No passado dia 5 de Novembro, Domingo, a Paróquia de Monteiras foi consagrada ao Coração Imaculado de Maria. Como sinal visível dessa consagração, foi construído um Monumento a Nossa Senhora, na estrada que liga a povoação das Monteiras à Relva.
A ideia para este projecto pertenceu ao Casal Bastos, natural da freguesia e residente habitualmente em Viseu.
Estes Monumentos, que se têm espalhado pelo nosso país e pelo estrangeiro, são promovidos pelo Grupo da Imaculada, um movimento que, inspirado na Mensagem de Fátima, promove a consagração das paróquias e das pessoas ao Imaculado Coração da nossa boa Mãe do Céu, em resposta ao pedido que Nossa Senhora fez em Fátima, quando apareceu aos três pastorinhos.
Graças à ajuda de muitas pessoas e instituições, a ideia foi-se concretizando e, no passado dia 5 de Novembro, depois da Santa Missa presidida por Mons. Eduardo Russo, Vigário Geral da Diocese de Lamego, a imagem de Nossa Senhora foi em procissão da Igreja para o Monumento.
Nas cerimónias, além do Mons. Eduardo Russo, estiveram presentes o Mons. Alfredo Melo, Vigário Geral de Viseu e Assistente Nacional do Grupo da Imaculada, o Pe. Diogo Pereira Filipe, anterior pároco de Monteiras, o Pe. António Silveira, o Pe. Manuel Tavares e o actual pároco, Pe. José Alfredo.

Depois da Santa Missa, enquanto se rezava o terço, a procissão saiu da Igreja e foi em direcção ao Monumento.

Depois da benção do mesmo, foi feita a consagração da Paróquia ao Imaculado Coração de Maria, terminada a qual, foi deposta a imagem no lugar previsto, pelo Mons. Eduardo Russo e pelo Sr. Pe. Diogo Filipe.

No final das cerimónias, houve um lanche no Salão Paroquial, para o qual foram convidadas todas as pessoas presentes, entre as quais estava a Sra. Presidente da Camara, que teve a amabilidade de estar presente.
Tudo isto só foi possível graças à colaboração de algumas pessoas e instituições. Antes de mais, do Casal Bastos, grande promotor deste projecto. Além deles, foi constituida uma Comissão para a execução dos trabalhos e para a preparação das cerimónias, encabeçada pelo Sr. Lote Santos Ferreira, que foi incansável. Uma palavra de agradecimento também ao Grupo da Imaculada, que através da D. Angelina Pinto Leite e do Casal Brito Faro, que tudo fizeram para que tudo decorresse da melhor maneira. Uma palavra também de muito apreço à Junta de Freguesia, por toda a colaboração prestada. Um agradecimento também muito especial ao Sr. Pe. Diogo Pereira Filipe por ter encorajado este projecto. Por fim, um agradecimento cheio de reconhecimento a todos aqueles que contribuiram, não só na preparação das cerimónias, como também para o lanche que fechou o dia de festa da Nossa Paróquia.
A ideia para este projecto pertenceu ao Casal Bastos, natural da freguesia e residente habitualmente em Viseu.
Estes Monumentos, que se têm espalhado pelo nosso país e pelo estrangeiro, são promovidos pelo Grupo da Imaculada, um movimento que, inspirado na Mensagem de Fátima, promove a consagração das paróquias e das pessoas ao Imaculado Coração da nossa boa Mãe do Céu, em resposta ao pedido que Nossa Senhora fez em Fátima, quando apareceu aos três pastorinhos.
Graças à ajuda de muitas pessoas e instituições, a ideia foi-se concretizando e, no passado dia 5 de Novembro, depois da Santa Missa presidida por Mons. Eduardo Russo, Vigário Geral da Diocese de Lamego, a imagem de Nossa Senhora foi em procissão da Igreja para o Monumento.
Nas cerimónias, além do Mons. Eduardo Russo, estiveram presentes o Mons. Alfredo Melo, Vigário Geral de Viseu e Assistente Nacional do Grupo da Imaculada, o Pe. Diogo Pereira Filipe, anterior pároco de Monteiras, o Pe. António Silveira, o Pe. Manuel Tavares e o actual pároco, Pe. José Alfredo.

Depois da Santa Missa, enquanto se rezava o terço, a procissão saiu da Igreja e foi em direcção ao Monumento.

Depois da benção do mesmo, foi feita a consagração da Paróquia ao Imaculado Coração de Maria, terminada a qual, foi deposta a imagem no lugar previsto, pelo Mons. Eduardo Russo e pelo Sr. Pe. Diogo Filipe.

No final das cerimónias, houve um lanche no Salão Paroquial, para o qual foram convidadas todas as pessoas presentes, entre as quais estava a Sra. Presidente da Camara, que teve a amabilidade de estar presente.
Tudo isto só foi possível graças à colaboração de algumas pessoas e instituições. Antes de mais, do Casal Bastos, grande promotor deste projecto. Além deles, foi constituida uma Comissão para a execução dos trabalhos e para a preparação das cerimónias, encabeçada pelo Sr. Lote Santos Ferreira, que foi incansável. Uma palavra de agradecimento também ao Grupo da Imaculada, que através da D. Angelina Pinto Leite e do Casal Brito Faro, que tudo fizeram para que tudo decorresse da melhor maneira. Uma palavra também de muito apreço à Junta de Freguesia, por toda a colaboração prestada. Um agradecimento também muito especial ao Sr. Pe. Diogo Pereira Filipe por ter encorajado este projecto. Por fim, um agradecimento cheio de reconhecimento a todos aqueles que contribuiram, não só na preparação das cerimónias, como também para o lanche que fechou o dia de festa da Nossa Paróquia.
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Cerimónias,
Monumento
06 novembro 2006
Calendário semanal
Segunda feira, 06 de Novembro:
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Terça feira, 07 de Novembro:
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 08 de Novembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Quinta feira, 09 de Novembro
9h: Visita aos doentes da Relva, seguida de confissões na Capela
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30h: Santa Missa na Relva
Sexta feira, 10 de Novembro
9h: Visita aos doentes de Colo de Pito, seguida de confissões na Capela
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 11 de Novembro
18h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 12 de Novembro
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Terça feira, 07 de Novembro:
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 08 de Novembro
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Quinta feira, 09 de Novembro
9h: Visita aos doentes da Relva, seguida de confissões na Capela
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
17.30h: Santa Missa na Relva
Sexta feira, 10 de Novembro
9h: Visita aos doentes de Colo de Pito, seguida de confissões na Capela
17h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 11 de Novembro
18h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 12 de Novembro
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Jubileu das Almas - Novembro 2006
No passado sábado, 04 de Novembro, a Paróquia celebrou o Jubileu das Almas, promovido pela Irmandade.
Às 8.30 foi exposto o Santíssimo Sacramento, rezou-se o terço pela alma dos fiéis defuntos da paróquia e foi dada a benção com o Santíssimo.
Às 9h deu-se início às oonfissões. Estiveram presentes vários sacerdotes, para além do pároco.
No final das confissões, foi celebrada a Santa Missa, onde foram cantados ofícios pelos defuntos.
Ao contrário dos anos anteriores, não foi possível ir em procissão ao cemitério, pois a chuva não o permitiu.
Às 8.30 foi exposto o Santíssimo Sacramento, rezou-se o terço pela alma dos fiéis defuntos da paróquia e foi dada a benção com o Santíssimo.
Às 9h deu-se início às oonfissões. Estiveram presentes vários sacerdotes, para além do pároco.
No final das confissões, foi celebrada a Santa Missa, onde foram cantados ofícios pelos defuntos.
Ao contrário dos anos anteriores, não foi possível ir em procissão ao cemitério, pois a chuva não o permitiu.
29 outubro 2006
Calendário semanal
Segunda feira, 30 de Outubro:
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial, por José Ferreira Gonçalves e esposa, int. dos filhos.
Terça feira, 31 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
19h: Santa Missa em Colo de Pito
Quarta feira, 01 de Novembro, Solenidade de Todos os Santos
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial, seguida da procissão ao cemitério
Quinta feira, 02 de Novembro
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
18.30h: Santa Missa na Relva
Sexta feira, 03 de Novembro
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 04 de Novembro
Jubileu das Almas
8.30h: Exposição do Ss.mo Sacramento, Terço e Benção
9h: Início das confissões
Ao terminarem as confissões: Santa Missa com o Ofício de Defuntos
Ao terminar a Santa Missa: Procissão ao cemitério
Domingo, 05 de Novembro
15h: Santa Missa na Igreja Paroquial, presidida pelo Mons. Eduardo Russo, vigário geral da Diocese.
No final da Santa Missa, haverá procissão com o andor de Nossa Senhora até ao monumento, no qual se fará a consagração da Paróquia ao Imaculado Coração de Maria.
No final da celebração, haverá um lanche para o qual está convidada toda a paróquia.
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial, por José Ferreira Gonçalves e esposa, int. dos filhos.
Terça feira, 31 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
19h: Santa Missa em Colo de Pito
Quarta feira, 01 de Novembro, Solenidade de Todos os Santos
10h: Santa Missa na Igreja Paroquial, seguida da procissão ao cemitério
Quinta feira, 02 de Novembro
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
18.30h: Santa Missa na Relva
Sexta feira, 03 de Novembro
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 04 de Novembro
Jubileu das Almas
8.30h: Exposição do Ss.mo Sacramento, Terço e Benção
9h: Início das confissões
Ao terminarem as confissões: Santa Missa com o Ofício de Defuntos
Ao terminar a Santa Missa: Procissão ao cemitério
Domingo, 05 de Novembro
15h: Santa Missa na Igreja Paroquial, presidida pelo Mons. Eduardo Russo, vigário geral da Diocese.
No final da Santa Missa, haverá procissão com o andor de Nossa Senhora até ao monumento, no qual se fará a consagração da Paróquia ao Imaculado Coração de Maria.
No final da celebração, haverá um lanche para o qual está convidada toda a paróquia.
25 outubro 2006
Consagração da Paróquia ao Sagrado Coração de Maria

No próximo dia 5 de Novembro, a Paróquia das Monteiras será consagrada ao Coração Imaculado de Maria, com a inauguração de um monumento, promovido pelo Grupo da Imaculada.
O programa, para esse dia, será o seguinte:
15h: Santa Missa, presidida por Mons. Eduardo Russo, Vigário Geral da DioceseM
Depois da Santa Missa: Procissão com a Imagem do Sagrado Coração de Maria pelas ruas da freguesia;
À chegada ao Monumento: Consagração da Paróquia a Nossa Senhora e Entronização da Imagem no Monumento.
Esta consagração deve-se aos esforços da Sra. Prof. Maria José Bastos e ao seu marido, bem como ao incansável trabalho de uma comissão de trabalho encabeçada pelo Sr. Lote Santos Ferreira, que contaram com a colaboração dos responsáveis do Grupo da Imaculada.
Desde a primeira hora, colaboraram na execução deste projecto a Junta de Freguesia das Monteiras, a quem a Paróquia, desde já agradece.
Uma palavra ainda a todos os que, de algum modo, ajudaram, ajudam e ajudarão para que tudo decorra da melhor maneira.
Jubileu das Almas
No próximo dia 4 de Novembro realizar-se-á o Jubileu das Almas, que constará do seguinte programa:
8.30h: Exposição do Ss.mo Sacramento
9.00h: Início das Confissões
Depois de terminarem as Confissões: Santa Missa com o canto do Ofício dos Defuntos
Depois da Santa Missa: Procissão ao cemitério com a oração dos responsos pelos defuntos
O Jubileu está a cargo da Irmandade das Almas da Paróquia de Monteiras
8.30h: Exposição do Ss.mo Sacramento
9.00h: Início das Confissões
Depois de terminarem as Confissões: Santa Missa com o canto do Ofício dos Defuntos
Depois da Santa Missa: Procissão ao cemitério com a oração dos responsos pelos defuntos
O Jubileu está a cargo da Irmandade das Almas da Paróquia de Monteiras
22 outubro 2006
Calendário semanal
Segunda feira, 23 de Outubro:
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial;
Terça feira, 24 de Outubro
19h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 25 de Outubro
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Quinta feira, 26 de Outubro
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
18.30h: Santa Missa na Relva
Sexta feira, 27 de Outubro
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
18.30h: Santa Missa nas Carvalhas
Sábado, 28 de Outubro
19h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 29 de Outubro
10h: Santa Missa na Igreja
15h: Exposição do Ss.mo Sacramento, Terço e Benção
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial;
Terça feira, 24 de Outubro
19h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 25 de Outubro
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Quinta feira, 26 de Outubro
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
18.30h: Santa Missa na Relva
Sexta feira, 27 de Outubro
17.30h: Santa Missa na Igreja Paroquial
18.30h: Santa Missa nas Carvalhas
Sábado, 28 de Outubro
19h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 29 de Outubro
10h: Santa Missa na Igreja
15h: Exposição do Ss.mo Sacramento, Terço e Benção
19 outubro 2006
Falecimento
Na passada terça feira, dia 17 de Outubro, faleceu, no hospital de Viseu, o Sr. José Ferreira Gonçalves, natural das Monteiras.
O seu funeral realizou-se hoje de manhã, pelas 9h, tendo sido sepultado no cemitério da freguesia.
Aos seus familiares e amigos, o Pároco envia os mais sinceros pêsames.
O seu funeral realizou-se hoje de manhã, pelas 9h, tendo sido sepultado no cemitério da freguesia.
Aos seus familiares e amigos, o Pároco envia os mais sinceros pêsames.
16 outubro 2006
Calendário Semanal
Segunda feira, 16 de Outubro:
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial;
Terça feira, 17 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
19h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 18 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Quinta feira, 19 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
19h: Santa Missa na Relva
Sexta feira, 21 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 22 de Outubro
19,15h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 23 de Outubro
10h: Santa Missa na Igreja
15h: Exposição do Ss.mo Sacramento
15.30h: Terço e Benção
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial;
Terça feira, 17 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
19h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 18 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Quinta feira, 19 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
19h: Santa Missa na Relva
Sexta feira, 21 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 22 de Outubro
19,15h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 23 de Outubro
10h: Santa Missa na Igreja
15h: Exposição do Ss.mo Sacramento
15.30h: Terço e Benção
Peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora da Lapa

No passado dia 14 de Outubro realizou-se a paeregrinação dos membros do Movimento da Mensagem de Fátima ao Santuário de Nossa Senhora da Lapa. Presidiu à mesma o Sr. D. Jacinto Botelho, Bispo da Diocese. Das Monteiras, Relva e Colo de Pito partiu um autocarro, cheio de Mensageiros da Mensagem de Fátima, sob a direcção da Sra. Idalina.
Pelas 9h foi a concentração à frente do Santuário. Depois dos habituais avisos e do ensaio dos cânticos, pelas 10h iniciou-se a procissão em direcção ao recinto onde teria lugar a Santa Missa. Durante a procissão meditou-se sobre vários aspectos ligados ao 6º mandamento, tema, este ano, do Santuário de Fátima.
Às 11h começou a Santa Missa, na qual concelebraram vários sacerdotes da Diocese, estando também presente o Assistente Nacional do Movimento da Mensagem de Fátima, Pe. Manuel Antunes.
Na homília, o Sr. D. Jacinto referiu-se a vários temas ligados à vida, condenando aqueles que defendem o aborto, qualificando-o como um atentado à vida humana.

Depois da homilia, foram admitidos novos membros, de várias partes da Diocese.
Depois da Santa Missa, houve tempo para almoçar, seguindo-se a reunião dos responsáveis do Movimento.
A peregrinação terminou com a exposição do Santíssimo Sacramento, com a recitação do terço e a Benção.
A peregrinação serviu, também, para dar a conhecer um livro do Sr. Pe. Joaquim Manuel Martins Pinto, com o título "Rosário do Amor e da Misericórdia", que apresenta uma proposta para rezar o terço de um modo original e muito piedoso.

A organização da peregrinação esteve a cargo do Sr. Pe. Silvestre, Assistente diocesano.
09 outubro 2006
Calendário semanal
Segunda feira, 9 de Outubro:
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial;
20.45h: Reunião do Conselho Económico
Terça feira, 10 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
19h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 11 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
21h: Reunião de Catequistas
Quinta feira, 12 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
19h: Santa Missa na Relva
21h: Reunião com os membros do Movimento da Mensagem de Fátima
Sexta feira, 13 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 14 de Outubro
19,15h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 15 de Outubro
10h: Santa Missa na Igreja
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial;
20.45h: Reunião do Conselho Económico
Terça feira, 10 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
19h: Santa Missa na Relva
Quarta feira, 11 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
21h: Reunião de Catequistas
Quinta feira, 12 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
19h: Santa Missa na Relva
21h: Reunião com os membros do Movimento da Mensagem de Fátima
Sexta feira, 13 de Outubro
18h: Santa Missa na Igreja Paroquial
Sábado, 14 de Outubro
19,15h: Santa Missa em Colo de Pito
Domingo, 15 de Outubro
10h: Santa Missa na Igreja
Santa Missa de tomada de posse
Ontem, pelas 17.30h, realizou-se a Santa Missa da tomada de posse do novo pároco.
Estiveram presentes vários sacerdotes, que assim, quiseram dar mostras da sua amizade, não só para com o novo pároco, mas também para com o Sr. Pe. Diogo. Os sacerdotes que estiveram presentes foram: Sr. Cón. António Sousa Pinto, pároco de Leomil; Sr. Cón. Manuel Leal, director espiritual do Seminário Maior de Lamego; Sr. Pe. Paulo Alves, vice reitor do Seminário Menor de Resende; Sr. Pe. Justino Lopes, Arcipreste e Pároco de Vila Nova de Paiva; Sr. Pe. Acácio Nunes, pároco de Touro e Pendilhe; Sr. Pe. António Silva Mendes, Pároco de Vila Cova à Coelheira; Sr. Pe. Paulo Esteves, Pároco de Peva e Ariz.
A Santa Missa decorreu dentro de um ambiente de festa, estando a Igreja Paroquial completamente cheia.
Queria, desde já, agradecer o modo simples e sincero com que fui recebido. Muito obrigado!
Estiveram presentes vários sacerdotes, que assim, quiseram dar mostras da sua amizade, não só para com o novo pároco, mas também para com o Sr. Pe. Diogo. Os sacerdotes que estiveram presentes foram: Sr. Cón. António Sousa Pinto, pároco de Leomil; Sr. Cón. Manuel Leal, director espiritual do Seminário Maior de Lamego; Sr. Pe. Paulo Alves, vice reitor do Seminário Menor de Resende; Sr. Pe. Justino Lopes, Arcipreste e Pároco de Vila Nova de Paiva; Sr. Pe. Acácio Nunes, pároco de Touro e Pendilhe; Sr. Pe. António Silva Mendes, Pároco de Vila Cova à Coelheira; Sr. Pe. Paulo Esteves, Pároco de Peva e Ariz.
A Santa Missa decorreu dentro de um ambiente de festa, estando a Igreja Paroquial completamente cheia.
Queria, desde já, agradecer o modo simples e sincero com que fui recebido. Muito obrigado!
24 setembro 2006
O início
Cada início é como o abrir de um livro.
Por esta janela que se abre, passarão as informações relativas à Paróquia das Monteiras. É também um modo de aproximar da nossa terra os que estão longe e proporcionar mais um modo de contacto entre a paróquia e aqueles que, fisicamente, se encontram ausentes.
Ao iniciar este cantinho dedicado à Paróquia das Monteiras, não posso deixar de pedir que rezem pelo novo pároco, pois ele bem precisa.
Por esta janela que se abre, passarão as informações relativas à Paróquia das Monteiras. É também um modo de aproximar da nossa terra os que estão longe e proporcionar mais um modo de contacto entre a paróquia e aqueles que, fisicamente, se encontram ausentes.
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