23 março 2009

O Papa e a Sida


Grande clamor provocaram as palavras de Bento XVI sobre o preservativo e a sida. Já seria de esperar. Uma resposta a um jornalista tem mais destaque do que vários discursos que contêm o que da sua mensagem é mais relevante. Mas desta vez não são apenas os jornais a criticar o Papa, são ministros de governos europeus, que o acusam de insensibilidade perante o flagelo da difusão dessa doença.

Uma acusação profundamente injusta, porém.

O Papa não ignora os males da difusão da sida. Apontou um remédio (disso não falam os jornais) não só moralmente mais correcto, mas mais eficaz. A educação e alteração de comportamentos, a abstinência e a fidelidade, são caminhos que ninguém pode contestar como mais eficazes de combate a essa difusão. O preservativo não garante uma eficácia absoluta e as campanhas que o promovem como se fosse um “salvo-conduto” que torna inofensiva a promiscuidade criam uma segurança ilusória e contraproducente. A experiência do Uganda, o país africano com mais sucesso neste âmbito, que optou por campanhas que privilegiam a alteração de comportamentos, demonstra-o. Também me recordo de ter ouvido uma vez uma religiosa moçambicana dizer que, apesar de promoção do uso de preservativos chegar a todos os cantos do seu país (a ponto de não saber o que seria possível fazer mais no sentido dessa promoção), a difusão da doença não deixa de aumentar.

Parece-me muito pouco respeitoso – direi até ofensivo – para os povos em questão dizer que não é realista apelar à abstinência e fidelidade da população e juventude africanas em geral. Como se os africanos tivessem uma menor capacidade de dominar os seus instintos, capacidade que nos define como pessoas. Também neste aspecto a experiência do Uganda revela o contrário.

E se há grupos da população indiferentes a esse apelo do Papa, também esses grupos serão certamente indiferentes ao juízo moral que o Papa possa fazer sobre o uso do preservativo.

A Igreja Católica é a instituição que, à escala mundial, mais se tem dedicado à assistência às vítimas da sida. Em África tem-se destacado, entre muitas outras, a acção da Comunidade de Santo Egídio (o movimento a cujos esforços diplomáticos se ficou a dever o fim da guerra civil em Moçambique), que procura tornar tratamentos antiretrovirais acessíveis a todos os doentes.

Governos tão reticentes a “abrir as mãos à bolsa” quando se trata de apoiar o desenvolvimento de África (mesmo contra compromissos já assumidos) talvez não tenham muita autoridade para criticar a Igreja, que, com menos recursos, talvez faça mais do que qualquer deles pela promoção da saúde neste continente.

Pedro Vaz Patto

22 março 2009

Dizer a verdade



Por Pedro Arroja

"Esta faceta de dizer a verdade e seguir impassível em frente, perante os agravos, os protestos e os insultos da multidão, é típica do Papa Bento XVI e é uma das características da sua personalidade que eu mais aprecio, em parte porque faz lembrar Cristo. Ele não está cá para agradar à multidão. Ele está cá para dizer a verdade, esperando que um dia a multidão reconheça a verdade. Aquilo que ele nunca irá fazer é deixar de dizer a verdade só para agradar à multidão."

In Portugal Contemporâneo

21 março 2009

Visita pascal

Este ano, a visita pascal, à semelhança dos anos anteriores, realizar-se-á no dia de Páscoa, Domingo, a seguir à Santa Missa.

Dentro em breve, ficará disponível o programa para a Semana Santa da Paróquia aqui, na página da Paróquia.

18 março 2009

Discurso do Santo Padre aos Bispos dos Camarões


In Radio Vaticana

No longo discurso dirigido aos bispos dos Camarões, na manhàa desta quarta feira, Bento XVI deixou um forte encorajamento ao empenho missionário, à comunhão apostólica, à formação doutrinal e espiritual dos padres, catequistas, das famílias e dos leigos em geral. Recomendou também que o tom justamente festivo das celebrações litúrgicas não seja nunca em detrimento da comunhão e do diálogo com Deus. O Papa evocou ainda a importância da doutrina social da Igreja e da atenção concreta aos mais desfavorecidos.

Discurso do Santo Padre à chegada


Por Santo Padre Bento XVI

Diante da dor ou da violência, da pobreza ou da fome, da corrupção ou do abuso de poder, um cristão nunca pode ficar calado. A mensagem salvífica do Evangelho exige ser proclamada, com força e clareza, de tal modo que a luz de Cristo possa brilhar na escuridão da vida das pessoas. Aqui na África, como em tantas outras partes do mundo, inumeráveis homens e mulheres anseiam por ouvir uma palavra de esperança e conforto. Conflitos locais deixam milhares de desalojados e necessitados, de órfãos e viúvas. Num continente que no passado viu muitos de seus habitantes cruelmente raptados e levados para além-mar a fim de trabalhar como escravos, o tráfico de seres humanos, especialmente de inermes mulheres e crianças, tornou-se uma moderna forma de escravatura. Num tempo de global escassez alimentar, de confusão financeira, de modelos causadores de alterações climáticas, a África sofre desconformemente: um número crescente de seus habitantes acaba prisioneiro da fome, da pobreza e da doença. Estes clamam por reconciliação, justiça e paz; e isto é precisamente o que a Igreja lhes oferece. Não novas formas de opressão económica ou política, mas a liberdade gloriosa dos filhos de Deus (cf. Rom 8, 21). Não a imposição de modelos cultuais que ignoram o direitos à vida dos nascituros, mas a pura água salvífica do Evangelho da vida. Não amargas rivalidades inter-étnicas ou inter-religiosas, mas a rectidão, a paz e a alegria do Reino de Deus, descrito de modo muito apropriado pelo Papa Paulo VI como «civilização do amor» (cf. Alocução ao Regina caeli, Pentecostes de 1970)

17 março 2009

Santo Padre chegou aos Camarões


In Agência Ecclesia

"Bento XVI chegou esta Terça-feira aos Camarões, etapa inicial da sua primeira viagem ao continente africano, sendo acolhido em clima de festa aeroporto Internacional Nsimalen, de Yaoundé.
Na sua intervenção inicial, o Papa apontou como preocupações da sua viagem temas como a violência, pobreza, tráfico humano, opressão económica ou política. Nesse sentido, defendeu que “diante da dor ou da violência, da pobreza ou da fome, da corrupção ou do abuso de poder, um cristão não pode permanecer calado”.

Santo Padre inicia visita ao continente africano


O Santo Padre partiu esta manhã para a sua primeira visita, como Sucessor de S. Pedro, a terras africanas.

"A história do cristianismo africano durante os primeiros séculos é uma fonte de grandes alegrias, mas também de profundas angústias e amargas lições. O cristianismo floresceu na África do Norte, tendo como centros Alexandria e Cartago. A África produziu excelentes teólogos, intelectuais, santos e mártires, tanto homens como mulheres. O cristianismo difundiu-se na Etiópia e na Núbia, no coração do continente. A África produziu pelo menos três papas durante este período e introduziu na Igreja a vida monástica, que depressa se estendeu a leste e a ocidente. De facto, durante os primeiros séculos, a África contribuiu grandemente para o crescimento da doutrina e da moral cristãs." (in Agência Ecclesia).

14 março 2009

Semana da Cáritas


Termina, amanhã, a Semana Nacional da Cáritas.

Neste tempo de profunda crise, a solidariedade torna-se ainda mais necessária. Subordinada ao tema "Se não tiver caridade, nada sou", nesta semana acontecem um conjunto de actividades que visam despertar todos os cristãos para a necessidade de ajudarmos os nossos irmãos mais necessitados.

Mensagem de D. Carlos Azevedo>>

03 março 2009

Jubileu da Quaresma

No sábado passado, realizou-se o Jubileu da Quaresma.

Foram vários os sacerdotes que estiveram disponíveis para atender no Sacramento da Reconciliação todos aqueles que o desejaram fazer.

O início da Quaresma é o momento propício para nos deixarmos reconciliar com Deus.

27 fevereiro 2009

Regresso a casa

Depois do almoço em Telavive, dirigimo-nos para o aeroporto. Depois de duas horas de controlos de segurança, estamos, finalmente, à espera de embarcar no vôo que nos vai levar até Madrid. Todos estamos bem, apesar dos controlos de segurança serem muito cansativos.

26 fevereiro 2009

Jope

Antes de chegarmos a Telavive, paramos em Yaffa, antiga cidade de Jope, onde S. Pedro fez o milagre de ressuscitar uma mulher, de nome Tabita.

Actualmente, é uma cidade pequena, à beira mar, onde existe uma lindissima Igreja dedicada a S. Pedro. Ao lado da Igreja fica um convento franciscano, onde fica situada também a Nunciatura da Santa Sé junto do estado de Israel.

Emaús

Saímos do hotel, com todas as malas, e fazemos uma pequena paragem no Knesset, o parlamento de Israel. O actual edifício do Parlamento tem a forma do antigo templo de Jerusalém.

Depois de mais umas fotos, entramos no autocarro. O destino é Nicopolis, local onde, segundo a tradição, se situava Emaús. Celebramos a Santa Missa ao ar livre, nas ruínas de uma antiga Basílica do tempo dos cruzados.

25 fevereiro 2009

Piscinas probáticas

Ao final de almoço, caminhamos ao longo das muralhas da cidade de Jerusalém até à porta dos leões. Por aí, entramos na cidade e chegamos à Igreja de Santa Ana.

Segundo uma das muitas tradições, S. Joaquim e S. Ana morariam em Jerusalém e aquele seria o local onde teria nascido Nossa Senhora.

Mesmo ao lado, encontramos as piscinas probáticas, local onde Jesus curou um paralítico.

Via dolorosa

A começar no local onde Jesus foi condenado à morte e flagelado, demos início à Via Sacra ao longo da Via Dolorosa, a rua que Jesus percorreu com a luz às costas.

Chegamos ao Calvário, local onde Jesus morreu. Depois da visita ao sítio onde Jesus foi sepultado (e local da ressurreição), celebramos a Santa Missa.

Via dolorosa

O dia amanhece com calor e um sol radiante.

Pela frente temos a visita à via dolorosa, ao Calvário e ao Santo Sepulcro.

Todos estamos bem, e, até ao momento, ninguém se perdeu.

S. João Baptista

Ao final da tarde de ontem, dirigimo-nos a En-Karem, local onde, segundo a tradição, viviam Zacarias e Isabel.

Foi ali que se deu a visita de Nossa Senhora à sua prima. Estivemos na Igreja da Visitação, que fica numa encosta. À porta da Igreja, numa parede, encontra-se o texto do Magnificat em várias línguas, português incluído.

Descemos, depois, e dirigimo-nos ao local do nascimento de S. João Baptista, que se encontra, actualmente, no interior de uma bonita Igreja.

24 fevereiro 2009

Museu do Livro

Almoçamos num kibutz, nos arredores de Jerusalém.

A seguir ao almoço, visitamos o Museu do Livro, que é o local onde estão guardados os pergaminhos e outros artefactos que foram encontrados em Qumram.

À entrada deste museu, encontra-se uma grande maquette com uma representação da cidade de Jerusalém tal como era no tempo de Jesus.

S. Pedro in Gallicanto

De autocarro, dirigimo-nos ao local onde esteve preso Jesus antes de ser apresentado ao Sumo Sacerdote, para ser interrogado. Terá sido aqui que S. Pedro negou a Jesus por três vezes.

Actualmente, uma moderna Igreja, construída por uma Congregação Religiosa francesa, ergue-se naquele local. No interior da Igreja, encontramos mosaicos que representam essa cena do Evangelho.

Getsémani

Celebramos a Santa Missa na Igreja do Getsémani. Estamos perto do Vale do Cedron.

Neste local, Jesus entra em agonia.

Ao lado do Getsémani, fica a Gruta do Tumulo de MAria, local onde, segundo a tradição esteve o corpo de Nossa Senhora. Quando, mais tarde, quiseram transladar o corpo de Nossa Senhora para Constantinopola, encontraram o tumulo vazio.

Monte das Oliveiras

Amanheceu um dia de céu limpo, apesar do vento que se faz sentir.

Dirigimo-nos ao Monte das Oliveiras. Visitamos, em primeiro lugar, o local onde, segundo a tradição, Jesus subiu ao Céu. No local encontramos um pequeno edifício, actualmente properiedade de uma família muçulmana, onde se encontra o local da Ascenção.

Em seguida, visitamos a Igreja do Pai Nosso. Segundo a tradição, aquele era o local onde Jesus se reunia mais frequentemente com os seus discípulos. Pode ver-se uma gruta que seria o local das reuniões dos Apóstolos com o Mestre. Ali, teria Jesus ensinado o Pai Nosso aos discípulos. No local, que actualmente é propriedade de carmelitas frrancesas, há vários muros onde se encontram versões do Pai Nosso em muitas línguas.

Descemos o Monte das Oliveiras, e visitamos o Santuário Dominus flevit. Segundo a tradição, é o local onde Jesus chorou sobre a cidade de Jerusalém depois da sua entrada triunfal na Cidade Santa (Lc 19, 41). A Capela, da qual se tem uma magnífica vista sobre a Cidade, tem a gorma arquitetónica de uma gota.

23 fevereiro 2009

Belém

Saindo da Cidade Santa, o autocarro leva-nos em direcção e Belém, cidade actualmente controlada por palestinianos. Como os judeus não podem entrar, antes de sairmos de território israelita, há troca de motoristas. Temos também um guia palestiniano.

Para entrarmos em Belém, temos que passar o muro que Israel levantou a circundar o território controlado pelos judeus.

Já em Belém, é tempo de almoço e de compras. Da parte da tarde, fazemos uma visita ao local onde os Anjos anunciaram o nascimento de Jesus aos Pastores. No Campo dos Pastores encontramos uma gruta que se conserva como no tempo de Jesus. Ao lado da gruta, está uma Igreja construída com ofertas vindas do Canadá.

Subimos depois para a Basílica da Natividade. Começamos por visitar a gruta onde, segundo a tradição, nasceu Jesus. No local do nascimento, encontramos uma estrela. Um pouco ao lado, o local da manjedoura. É uma visita que a todos toca.

Por cima da gruta, está construída a Basílica da Natividade que, actualmente pertence a Gregos e Arménios. Ao lado, encontra-se uma Igreja Católico-Romana, dedicada a S. Catarina de Alexandria. Aí celebramos a Santa Missa, presidida pelo Sr. Pe. Álvaro Diogo.

No final da Santa Missa, regressamos ao hotel para descansar.

Começamos a manhã com a visita à esplanada das Mesquitas.

Segundo explicou o guia, a imensa esplanada era o espaço que o templo que Herodes mandou construir um pouco antes de Jesus nascer.

Neste momento, naquela esplanada estão construídas duas mesquitas: a mesquita dourada e outra.

Depois fomos ao Muro das lamentações, local onde os judeus fazem as suas orações por ser o único muro da parte externa do Templo de Herodes que se mantém de pé.

Saindo, subimos ao Monte Sião. Visitámos a Igreja da Dormição de Nossa Senhora. Fomos, em seguida, ao local que está construído sobre onde era o Cenáculo, onde Jesus celebrou a última Ceia com os discípulos e onde os Apóstolos receberam o Espírito Santo.

Neste momento, vamos em direcção a Belém.

A Cidade Santa

A parte da manhã é ocupada com a visita ao Muro das Lamentações, à esplanada das Mesquitas, ao Cenáculo e ao Túmulo de David.

Amanhecer

O sol desponta cedo. Todos dormiram bem e, depois do pequeno almoço, iremos visitar a cidade velha de Jerusalém.

Da parte da tarde, está previsto irmos a Belém.

Está um dia de sol, mas há previsão de chuva e frio ao longo do dia.

Subida para Jerusalém

No Evangelho aparece várias vezes a referência que Jesus subiu a Jerusalém. Foi o que nós fizémos. Vindos do Mar Morto, subimos 1300m de altitude em 30km.

Ao chegarmos à cidade, subimos à Universidade Hebraica, a partir da qual se pode contemplar toda a cidade. O nosso guia distribuiu uns pequenos cálices de madeira e, com vinho do porto, fez-se um brinde.

A Cidade Santa é extraordinariamente bela. Está situada ao longo de várias colinas. Infelizmente, pouco depois de chegarmos, começou a chover, pelo que tivemos que recolher ao autocarro e dirigir-nos para o Hotel Shalom, onde estamos alojados.

22 fevereiro 2009

Qumran

Descendo desde o Monte Tabor, passamos ao lado de Jericó e paramos para visitar Qumram, nas margens do Mar Morto.

Estamos a cerca de 200 metros abaixo do nível do mar.

Qumram é um impressionante complexo arqueológico. Ali se encontraram os vestígios de uma comunidade judaica (os essénios) e também se encontraram muitos manuscritos de textos da Sagrada Escritura e outros.

Agora subimos para Jerusalém, onde ficaremos alojados o resto da viagem.

Monte Tabor

Subimos a um alto monte, o Monte Tabor. Infelizmente, o nevoeiro não permitiu que apreciassemos a vista desde o alto.

No Santuário da Transfiguração, celebramos a Santa Missa. O Santuário, construído na década de 20 do século passado, é uma construção sóbria, mas muito elegante.

O autocarro deixou-nos ainda longe do cume do monte. A parte final do percurso foi feita em carrinhas mais pequenas, pois o autocarro não consegue chegar ao cimo.

Neste momento, dirigimo-nos para o Mar Morto.

Caná da Galileia

Todos descansaram bem e, nem a notícia da vitória do Sporting no derby de ontem, desanimou os benfiquistas.

Saímos de Nazaré e a primeira paragem foi em Caná da Galileia. Estivemos na Igreja que comemora o primeiro milagre de Nosso Senhor. Como ainda é cedo, ninguém teve vontade de provar o vinho de Caná.

Seguimos viagem em direcção ao Monte Tabor.

Nazaré, Basilica da Natividade

Depois do Jordão, viemos para Nazaré.

No tempo de Jesus, Nazaré não devia ter mais do que 300 habitantes. Sobre essa zona, foi construído um complexo de edifícios, que são cuidados pelos frades franciscanos. No centro desse complexo, destaca-se a Basílica da Natividade.

À porta da Basílica, cantamos uma Salve Regina. Là dentro, por trás do altar, encontramos uma gruta, que é o local onde o Arcanjo S. Miguel apareceu a Maria. Aí rezamos o Ângelus.

Depois, visitámos a parte superior da Basílica, onde encontramos também uma imagem de N. S. de Fátima.

Saindo da Basílica, fomos visitar a Igreja de S. José, construída sobre o local onde, segundo a tradição, viveu a Sagrada Família depois de regressar do Egipto.

21 fevereiro 2009

Rio Jordão

Depois de almoço, fizemos uma breve paragem nas margens do rio Jordão. É forte ligação deste rio a João Baptista e a Jesus.

Apesar da chuva que caía, muitas pessoas acercaram-se do rio para tocarem na àgua.

A tempestade no mar

Descemos até Genesaré, onde apanhámos um barco para um breve passeio no Mar da Galileia.

O início do passeio até correu bem. De repente, o céu ficou encoberto e começou a chover torrencialmente. A cobertura do barco de pouco serviu e, em pouco tempo, ficámos todos molhados.

Apesar disso, a boa disposição não nos abandonou nem ninguém caiu ao mar.

De momento, estamos a almoçar.

Ermida do primado de Pedro

Na paragem seguinte, mesmo à beira do mar da Galileia, visitamos o local onde, segundo a tradição, Jesus perguntou a Pedro: ''Amas-me tu mais do que estes?'' e onde confirmou o seu primado: ''Apascenta as minhas ovelhas''.

O local é simples e fica ao lado de uma praia de pedras.

Cafarnaum

Depois de Jerusalém, Cafarnaum é a localidade que mais vezes é referida no Novo Testamento.

Actualmente, só se conservam as ruínas do local onde Jesus estabeleceu a sua morada.

Na sinagoga onde tantas vezes Jesus pregou, ainda se podem observar os alicerces do edifício original.

Perto da sinagoga, vimos as ruínas daquela que era a casa de S. Pedro, onde Jesus curou a sogra do Apóstolo.

Mosteiro da multiplicação dos pães



No local onde, segundo a tradição, Jesus realizou o milagre da multiplicação dos pães, ergue-se actualmente um Mosteiro beneditino, sóbrio, mas muito elegante. Por baixo do altar principal, está uma pedra e, no mosaico, no chão, à frente do altar, estão representados 4 pães e 2 peixes.

No mosaico só estão representados 4 pães porque Jesus é o Pão da vida.

Este Mosteiro foi construído sobre as ruínas de uma Igreja do séc. IV

Bem aventurados sois vós...


O mar da Galileia, com o sol a reflectir-se nas àguas e visto desde o Monte das Bem-aventuranças oferecem-nos uma paisagem deliciosa.

Não é dificil imaginar o impacto das palavras de Jesus sobre os seus ouvintes neste lugar tão encantador.

O monte das Bem-aventuranças

''Jesus, vendo a multidão, subiu à montanha''. Estas palavras do Evangelho de S. Mateus, proferidas por Jesus em Cafarnaum (ou Kafar Naum), introduzem-nos nos arredores do Mar da Galileia.

Este grande lago fica 200 metros abaixo do nivel do mar. Ao lado, várias colinas. Numa delas, proferiu Jesus o sermão da montanha. Aqui vamos celebrar a Santa Missa, num convento de irmãs franciscanas, datado de 1940, que tem uma paisagem fabulosa para o mar da Galileia.

Mosteiro do Sermão da Montanha

Mar da Galileia

A caminho do mar da Galileia

A noite decorreu bem, apesar da forte trovoada que se fez sentir durante toda a noite.

Nazaré, onde dormimos, é, hoje, uma cidade bastante grande. É também uma cidade maioritariamente muçulmana pois os cristão são apenas cerca de 40% da população. No entanto, mesmo assim, em Nazaré está a comunidade cristã mais numerosa de Israel.

Nazaré fica situada no alto de uma colina. A seus pés estende-se um longo vale que, neste momento, estamos a descer para nos dirigirmos ao mar da Galileia.

Todos estamos muito melhor depois desta noite de descanso. Ao pequeno almoço não havia leite quente nem pão fresco porque, como é sábado, há alimentos que os judeus não disponibilizam.

20 fevereiro 2009

Chegada a Nazaré

Depois de uma visita à impressionante localidade de S. João de Acre, já era noite quando chegamos ao hotel, em Nazaré. Ao longe, vimos a cúpula da Basílica da Natividade.

Apesar do cansaço, a boa disposição foi uma constante ao longo do dia. Daqui a pouco temos direito ao jantar e, depois, o descanso. Amanhã o dia começa cedo.

Monte Carmelo - Haifa


Acabámos de celebrar a Santa Missa no Monte Carmelo.

A vida do profeta Elias, a espiritualidade profundamente mariana e genuinamente cristológica do local envolve-nos nos braços de Nossa Senhora do Carmo. Por baixo do altar mor da Igreja, conserva-se a gruta na qual o profeta Elias procurava a solidão para melhor adorar a Deus.

O santuário Stella Maris fica situado no alto da colina. A seus pés estende-se, majestoso, o Mediterrâneo. A Igreja, que possui uma abóbada central, colorida de frescos, é lindissima.

A Santa Missa, presidida pelo Sr. Pe. Nuno Amador, da Diocese de Viseu, foi o centro deste dia que nos leva a pisar os locais por onde Jesus passou.

Na memória, os tantos milagres que Nossa Senhora continua a fazer através do seu escapulário entregue a S. Simão Stock. E o agradecimento sincero de tantas conversões.

Numa das Capelas laterais, está uma placa a recordar a vida de Edith Stein, mais tarde Santa Maria Benedita da Cruz, que é uma das padroeiras da Europa.

Seguimos viagem para S. João de Acre, uma das principais fortalezas dos cruzados durante a Idade Média.

Ainda é de dia e o sol resolveu aparecer.

Todos se encontram bem e com saúde.

Haifa

O almoço foi-nos servido à beira do mar Mediterrâneo, na cidade de Haifa, que se estende pelo Monte Carmelo.

A vista, no alto do Monte Carmelo, sobre a cidade de Haifa e sobre S. João de Acre e o Mediterrâneo é fabulosa.

Seguimos para a Santa Missa, no convento ''Stella Maris'' da Venerável Ordem do Carmelo.

Vista de Haifa para o mar

Haifa, templo Ba'hai

Cesareia Marítima


Em Cesareia, visitamos o teatro romano (ainda bem conservado) e as ruínas da cidade que Herodes mandou construir em honra de César Augusto.

Esta cidade ficou ligada ao cristianismo nascente sobretudo pelas passagens de S. Pedro e de S. Paulo.

O tempo está ameno, mas está um vento bastante incómodo.

Telavive - Cesareia Marítima

À luz do dia, Telavive aparece como uma cidade moderna. Neste ano de 2009, celebram-se os 100 anos da fundação desta cidade que é a capital económica e cultural (a capital política é Jerusalém).

Hoje de manhã, no percurso entre o aeroporto e o hotel em Telavive, o guia ofereceu uma flor a cada um dos participantes na peregrinação. Um gesto de boas vindas, explicou o guia.

Uns mais, outros menos, todos conseguiram descansar alguma coisa durante a manhã.

Partimos de autocarro em direcção ao norte, com destino a Cesareia Marítima.

Terra Santa


Chegámos à Terra Santa.

A viagem de avião desde Madrid decorreu sem problemas e ninguém ficou sem malas.

À nossa espera estava um guia, que fala um português com pronuncia brasileira.

A partir do aeroporto, saímos de autocarro em direcção ao hotel, onde descansaremos algumas horas. O programa de hoje inclui visita a Cesareia Marítima, almoço na cidade de Haifa e visita ao Monte Carmelo onde celebraremos a Santa Missa. Iremos dormir a Nazaré.

O tempo está ameno, mas com previsões de chuva nos próximos dias e neve nas serras acima dos 600 metros.

19 fevereiro 2009

Madrid - Telavive

As horas que esperamos no aeroporto de Madrid serviram para alimentar o corpo, pôr a conversa em dia e ir conhecendo as pessoas que vêm. Há pessoas de Aguiar da Beira, da vila de Castro Daire, de Ferreira de Aves, de Leomil (Moimenta da Beira) e outras localidades.

Neste momento estamos a embarcar para Telavive. Espera-nos uma viagem de 4 horas.

Chegada a Madrid

A viagem de avião que nos trouxe a Madrid decorreu com toda a normalidade. Durou cerca de uma hora.

Agora esperam-nos 4 horas de espera até ao vôo que nos levará a Telavive.

Peregrinação à Terra Santa

Um grupo de paroquianos das Monteiras e arredores, acompanhados do Abade da terra, parte hoje em direcção a Israel, à Terra Santa.

A partida para a maioria foi hoje de manhã, de Viseu, em autocarro até ao aeroporto de Lisboa. Pelo caminho, uma breve paragem em Fátima para almoçar.

Neste momento, estamos a embarcar rumo a Madrid. Até agora, ninguém se perdeu e a boa disposição tem sido uma constante.

Procurarei ir dando notícias, a pensar sobretudo nos familiares e amigos daqueles que estamos, neste momento, a partir.

A todos levamos no pensamento e nas nossas orações.

13 fevereiro 2009

O Papa e o Holocausto


Por Nuno Rogeiro

"Falar neste lugar de horror, neste sítio onde se cometeram crimes indizíveis contra Deus e contra o Homem, é quase impossível. E é especialmente difícil e perturbante para um cristão, ainda mais Papa vindo da Alemanha".
Pouco mais de um ano depois do fumo branco que, em Roma, o anunciara nas sandálias de Pedro, o sucessor de João Paulo II falava assim, de mãos e rosto cerrados, no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau.

Bento XVI foi sempre claro sobre o assunto do genocídio. Referiu, no seu profundo discurso de Auschwitz, a intenção nazi de, ao exterminar os judeus, eliminar a origem do monoteísmo, e recriar o mundo, numa paródia demoníaca da religião. Encimou o preito de dor com uma reflexão pessoal: "isto não nos produz ódio; mostra-nos antes o terrível efeito do ódio".

Parece, pelo menos, injusto, alegar agora, a propósito de declarações soltas de prelados imprudentes, que o Vaticano mudou. E que mudou, sobretudo, de posição face à destruição sistemática de inocentes e civis, em nome da raça, ou de uma ideia política. Como aconteceu nos consulados totalitários, "comunistas" ou "nacionalistas", a Leste e Oeste, na Europa ou na Ásia, na África ou algures, durante o século XX.

A polémica, que recorda a peça de teatro de Rolf Hochtruth, "O representante", de 1963, coloca outra vez em primeiro plano a atitude do Vaticano face ao Holocausto da Segunda Guerra Mundial.

Foi nessa altura que se criou a imagem de um Pio XII silencioso, senão cúmplice, com o extermínio de milhões. Mas personalidades esclarecidas, como o jesuíta Robert Graham, entre muitos outros, há vários anos que restauraram o equilíbrio na revisitação histórica.

Não se pode esquecer, na verdade, o enorme esforço de resgate, salvamento, intercessão ou protecção de judeus, um pouco por toda a Europa, por obra da igreja católica. Não se pode esquecer a rede do Padre Weber e do cardeal Pacelli, a actividade da Organização S. Rafael, a intervenção junto da Eslováquia, em 1941, contra a aprovação do "Código Judeu". Nem a actividade do bispo Preysing, em Berlim, de monsenhor Rotta, na Hungria, de Monsenhor Cassulo, na Roménia.

Não se pode esquecer a pastoral corajosa do arcebispo Saliege, de Toulouse, em 1942, denunciando "os factos terríveis" nos campos de Noe e Recebedom, afirmando que "os judeus são nossos irmãos".

Não se pode esquecer o arriscado apoio do Vaticano à organização judaica DELASEM, de Génova. Não se pode esquecer a Encíclica Summi Pontificatus, de 1939, poderosa denúncia das doutrinas de "pureza rácica".

Não se pode esquecer que, onde pôde mudar as coisas, ou influenciá-las, o Vaticano sempre falou. E que, onde se calou (como o fez o Comité da Cruz Vermelha, ou o Conselho Mundial das Igrejas), executou muitas vezes custosas e arriscadas operações, clandestinas, de auxílio e transporte.

Não se pode esquecer, por fim, que uma coisa é a denúncia antes da guerra (quantos o fizeram?), e outra é falar sobre a ocupação, onde o que importa é resgatar vidas, e não pregar sermões exemplares, que, como na Holanda, só aumentaram a repressão.
Não se pode esquecer, ainda, que pelo menos 3000 padres católicos foram executados pelo Reich, só na área do agora Benelux.

E não se pode esquecer que, numa altura de trevas, em que a intolerância surge até das dificuldades da "luta contra o terrorismo", tem sido a Santa Sé uma das vozes qualificadas, em nome da decência e da Humanidade.
Contra todos os holocaustos, alertando antes.

Para que não se repitam.

In JN, 2009.02.06

12 fevereiro 2009

Casar ou juntar-se?


Perguntei-lhes se alguma vez tinham pensado em casar-se. Olharam para mim admirados. Então ele, com um sorriso de quem perdoa uma pergunta tão ingénua, tomou a iniciativa de responder. «Casar-se? Para quê? Já nos amamos e isso é o importante. Que sentido tem uma cerimónia exterior que não acrescentará nada ao nosso amor? Queremos um amor genuíno! Queremos um amor livre! Queremos um amor sem nenhum tipo de coacção! Este modo de actuar parece-nos muito mais sincero. Não necessitamos de nenhum tipo de ataduras. Ataduras que cortariam as asas da nossa liberdade». Ela concordava com a cabeça. Todo o raciocínio do namorado parecia lógico. Estava de acordo com ele. Não havia fissuras na sua argumentação.

À primeira vista, parece que o casamento significa uma perda de liberdade. Se uma pessoa decide casar-se, perde a capacidade de voltar a fazê-lo no futuro. Se a liberdade se entende somente como capacidade de escolha, sem dúvida que o casamento significa a perda dessa capacidade. Mas será que a liberdade é somente isso?

Hoje em dia, o casamento é muitas vezes visto como uma realidade oficial, formal e sem muito valor. Um convencionalismo antiquado. Uma instituição que “acorrenta” com elementos objectivos e escravizantes uma relação subjectiva e livre. A liberdade fica “atada”. A liberdade fica “obrigada” no futuro. Não parece sensato introduzir elementos “coactivos” numa relação livre. Introduzir elementos objectivos numa relação subjectiva.

É uma visão simplista. Assim como a noz não é somente a sua casca, o casamento não é somente a sua cerimónia exterior. O casamento é um vínculo que se cria a partir da livre vontade daqueles que se casam. O “sim” que pronunciam transforma-os. É um “sim” que compromete. A partir desse “sim”, o futuro fica determinado pelo “tu”. Quem ama de verdade não deseja ser nem viver sem aquele que ama. Não deseja um futuro sem o outro. Seria um futuro sem sentido. Sem sentido também para a liberdade do “eu”.

Quem ama de verdade deseja a fusão. Deseja um “nós” em lugar do “eu” e do “tu”. Deseja o compromisso que é o que dá origem ao “nós”. Um compromisso que não somente não tira a liberdade, mas liberta. Liberta o “nós” dos perigos do egoísmo e do orgulho. A eternidade no amor não pode vir da mera atracção mútua. Nem do simples enamoramento afectivo. Nem dos sentimentos românticos, por muito sinceros que eles sejam. A eternidade no amor só pode vir da liberdade que não teme comprometer-se sem condições.

Por isso, “juntar-se” não é a mesma coisa que casar-se. “Juntar-se” não muda o “eu”. Só muda as circunstâncias em que o “eu” vive. Pelo contrário, casar-se (comprometer-se de verdade), transforma o “eu”. Surge o “nós”. Um “nós” que será capaz de gerar vida e que cuidará dessa vida. Um “nós” que resistirá às intempéries, porque está protegido pela liberdade responsável daqueles que se amam de verdade.

Pe. Rodrigo Lynce de Faria

24 janeiro 2009

A verdade do matrimónio


Por Cón. José António Marques

Estão na ordem do dia as reformas legislativas em matéria de direito matrimonial, em diversos países, pela introdução de sistemas profundamente divorcistas e abortistas, pela regulamentação das manipulações de embriões em ordem às mais diversas formas de fecundidade medicamente assistida, e as manifestações multitudinárias para exigir do Estado um enquadramento jurídico das uniões de homossexuais como verdadeiros matrimónios e famílias.

Tudo isto se torna possível – perante o espanto e estranheza de quantos se habituaram a uma visão totalmente diversa do matrimónio e da família – porque vai ganhando certa firmeza a opinião pública de que o matrimónio e a família são instituições meramente humanas e por isso susceptíveis de modificação pela simples força dos votos democraticamente manifestada.

Neste contexto, torna-se absolutamente necessário mostrar por todos os meios aos homens do nosso tempo a «verdade do matrimónio», embora tal expressão, no dizer de Bento XVI, perca «relevância existencial num contexto cultural marcado pelo relativismo e pelo positivismo jurídico», como é o do nosso mundo ocidental. Na verdade, tanto o relativismo como o positivismo jurídico «consideram o matrimónio como mera formalidade social dos vínculos afectivos». Portanto, para tal mentalidade e contexto cultural, o matrimónio torna-se não só «contingente como podem ser os sentimentos humanos», mas também se apresenta «como uma superstrutura legal que a vontade humana poderia manipular a bel-prazer, privando-o até da sua índole heterossexual» [1].

Também alguns grupos de católicos se encontram à margem da «verdade do matrimónio». Na verdade, diz o Papa: «Esta crise de sentido do matrimónio faz-se sentir também pelo modo de pensar de não poucos fiéis» [2]. Em relação com a atitude perante os ensinamentos do Vaticano II, a propósito do matrimónio e da família, para alguns católicos parece que a doutrina conciliar sobre o matrimónio, e concretamente a descrição do matrimónio como «íntima comunidade de vida e de amor» [3], deva levar a negar a existência de um vínculo conjugal indissolúvel, porque se trataria de um «ideal» ao qual não podem ser «obrigados» os «cristãos normais». «De facto, difundiu-se também em certos ambientes eclesiais a convicção segundo a qual o bem pastoral das pessoas em situação matrimonial irregular exigiria uma espécie da sua regularização canónica, independentemente da validade ou nulidade do seu matrimónio, ou seja, prescindindo da “verdade” acerca da sua condição pessoal. Com efeito, a via da declaração de nulidade matrimonial é considerada um instrumento jurídico para alcançar tal objectivo, segundo uma lógica em que o direito se torna a formalização das pretensões subjectivas. A propósito, seja realçado antes de tudo que o Concílio descreve certamente o matrimónio como uma intima communitas vitae et amoris, mas tal comunidade é determinada, seguindo a tradição da Igreja, por um conjunto de princípios de direito divino, que fixam o seu verdadeiro sentido antropológico permanente» [4].

A verdade do matrimónio, in Revista Celebração Litúrgica, n. 1 (2009).

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06 janeiro 2009

Falecimento

Ao início da tarde de ontem, faleceu o Sr. Pe. Anselmo Freitas, na sua casa, em Ribas. Durante mais de 40 anos, exerceu o seu ministério sacerdotal na nossa Paróquia de Monteiras.

O seu funeral realiza-se esta tarde, pelas 15h, na Igreja Paroquial de Pinheiro.

A Paróquia de Monteiras, agradecida pela dedicação que o Sr. Pe. Anselmo lhe dedicou ao longo da sua vida, não deixará de sufragar a sua alma. Temos, também, muito presentes nas nossas orações a Sra. Guidinha, sua sobrinha, e demais família neste momento de luto.

24 dezembro 2008

Feliz Natal


E por nós, homens, e pela nossa salvação, desceu dos Céus e encarnou, pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria.


Votos de um Santo Natal e de um ano de 2009 cheio de alegrias.

O Pároco

21 dezembro 2008

Casamento


No dia 20 de Dezembro, contraíram matrimónio José Fernando, natural de Vale Abrigoso, e Lúcia, natural de Colo de Pito. O casamento decorreu na Capela de Nossa Senhora da Saúde, em Colo de Pito.

Aos novos esposos, seus familiares e amigos desejo as maiores felicidades.

16 dezembro 2008

Falecimento

Na noite passada, faleceu a Sra. Maria da Luz, residente na Relva. Os seus restos mortais repousam na Capela Mortuária.

O seu funeral realiza-se amanhã, quarta feira, na Igreja Matriz, às 11.00h.

Por motivos de força maior, não me é possível estar presente. Por isso, a Santa Missa e o funeral serão presididos pelo Rev. Sr. Pe. Vitor Rosa, Pároco de Lamelas.

Desde já, peço desculpa à família por esse facto e aproveito a ocasião para lhes transmitir os meus pêsames e a certeza das minhas orações. Terei oportunidade de oferecer a Santa Missa que amanhã celebrarei em sufrágio da alma da Sra. Maria da Luz. Por isso, apesar de fisicamente distante, encontro-me espiritualmente unido.

09 dezembro 2008

Lausperene


No dia 08 de Dezembro, solenidade da Imaculada Conceição, realizou-se um solene Lausperene na Igreja Paroquial.

Depois da Santa Missa, o Santíssimo Sacramento ficou exposto à adoração dos fiéis. Cada uma das povoações assegurou a adoração e a guarda de honra a Nosso Senhor.

O Lausperene terminou com a bênção com o Santíssimo Sacramento pelas 15h.

30 novembro 2008

Início do tempo de Advento


Do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo S. Marcos:
«Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Acautelai-vos e vigiai, porque não sabeis quando chegará o momento. Será como um homem que partiu de viagem: ao deixar a sua casa, deu plenos poderes aos seus servos, atribuindo a cada um a sua tarefa, e mandou ao porteiro que vigiasse. Vigiai, portanto, visto que não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se de manhãzinha; não se dê o caso que, vindo inesperadamente, vos encontre a dormir. O que vos digo a vós, digo-o a todos: Vigiai!».
(Mc 13, 33-37)

"Vigiai": Visto que não sabemos quando há-de vir o Senhor, temos de estar preparados. Vigiar é sobretudo amar. Quem ama cumpre os mandamentos e espera com ansiedade, com urgência, que Cristo volte; porque esta vida é espera, é caminho ao encontro de Cristo Senhor.

Os primeiros cristãos repetiam com frequência e com amor a jaculatória: "Vem, Senhor Jesus" (1 Cor 16,22; Apc 22,20). E, ao exercitar deste modo a fé e a caridade, aqueles cristãos encontravam a força interior e o optimismo necessários para o cumprimento dos deveres familiares e sociais, e desprendiam-se interiormente dos bens terrenos, com o senhorio que dá a esperança da vida eterna.
Comentário ao Evangelho, da Ed. de Navarra.

Aventuras de um cura

Infelizmente, a neve não permitiu que ontem fosse celebrar a Santa Missa a Colo de Pito. Por outro lado, foi-me possível celebrar a Santa Missa na Igreja Paroquial.

Nesta semana, haverá Santa Missa na Igreja só a partir de quarta feira, na esperança que, até lá, a neve cumpra a sua missão de derreter.

Também na quarta feira, será celebrada, na Relva, a Santa Missa de 7º. dia por alma do Sr. Agostinho Silva.

Em Colo de Pito, haverá Santa Missa no próximo sábado pelas 18.30h.

Neve nas Monteiras

A freguesia está debaixo de uma camada espessa de neve.






27 novembro 2008

Padre Duarte Sousa Lara na Baja Portalegre 500 (1.11.2008)

Nesta reportagem da TVI, aparece o Pe. Duarte Sousa Lara que, no ano de 2007, foi o pregador da novena em honra de Nossa Senhora da Ouvida.

26 novembro 2008

Serão todas as religiões verdadeiras?

O seu modo de argumentar parecia ter uma certa lógica. «Eu sou daqueles que pensam que todas as religiões são verdadeiras. Pondo de parte algumas degenerações fanáticas, todas levam o homem a fazer o bem, promovem sentimentos positivos e satisfazem a necessidade de transcendência que temos dentro de nós. No fundo, acaba por ser a mesma coisa escolher uma religião ou outra. Viva a liberdade! Quem sou eu para impor a minha religião aos outros?

«Que cada um escolha a sua própria religião. Que cada um escolha aquela que melhor se adapta ao seu modo de ser. Esta é a minha opinião e não acredito que esteja errada. Sobretudo, acho que é a única que pode ser considerada verdadeiramente tolerante. Quem acredita que a sua religião é a verdadeira acaba por ser um bocado fanático. E com pessoas fanáticas não é possível dialogar».

É verdade que todas as religiões, se o são de verdade, possuem algo de positivo. No entanto, isso não é a mesma coisa que afirmar que todas as religiões são verdadeiras. Não é sério dizer que podem ser verdadeiras ao mesmo tempo religiões que afirmam coisas diferentes e contraditórias. Assim como não é sério dizer que dois mais dois são aquilo que mais estiver de acordo com os sentimentos de cada um. A resposta é só uma. Não somos nós que a inventamos. A nós compete-nos somente descobri-la.

Se só existe um Deus, não pode haver mais do que uma verdade sobre Ele. E a descoberta do caminho para chegar a Deus é a mais importante da nossa vida. Dela depende a nossa eternidade. Viver de acordo com uma religião não é algo que esteja ao mesmo nível de escolher um produto num supermercado. Não tem a mesma importância que a selecção da cor de um automóvel que pretendemos comprar.

Uma pessoa não vive de acordo com uma religião porque isso lhe dê uma satisfação maior. Porque a faça sentir-se em harmonia com o universo. Nem porque lhe permita emitir suspiros mais ou menos celestiais. Uma pessoa vive de acordo com uma religião porque acredita que é o seu caminho para chegar a Deus. O seu caminho para que a sua vida tenha sentido. Para que a sua vida não termine no cemitério. Pelo contrário, para todos aqueles que se contentam com ficar por lá, não é necessária a procura de nenhuma religião. Nem é necessário ter a “dor de cabeça” de tentar encontrar a verdadeira.

Para os cristãos esse único caminho para chegar a Deus tem um nome: Jesus Cristo. Ele não é somente um homem especial. É Deus feito homem. Deus que se fez homem e morreu na Cruz para nos salvar. Não foram os cristãos que inventaram a Cruz por ela estar mais de acordo com os seus sentimentos. Foi Deus que escolheu esse modo concreto de nos salvar. Um modo que revela o seu infinito amor por nós e nos pede uma resposta.

Pe. Rodrigo Lynce de Faria

Falecimento

Na tarde de ontem, faleceu o Sr. Agostinho Silva, solteiro, residente na Relva.

O seu funeral realizar-se-á amanhã, quinta feira, pelas 10.00h da manhã, na Igreja Matriz.

À sua família deixo os meus sinceros pêsames e a certeza das minhas orações.

25 novembro 2008

Comemorações das bodas de ouro sacerdotais do Sr. Bispo de Lamego

Neste mês de Novembro, as comemorações da Diocese de Lamego das bodas de ouro de D. Jacinto Botelho incluíram um vasto conjunto de actividades.

No dia 08 de Novembro, pelas 15,00h, realizou-se uma conferência intitulada: “Bispos de Lamego: os homens e as suas obras”, que incluiu 3 painéis: “Cultos romanos e vestígios paleocristãos nos territórios da Diocese de Lamego", pelo Dr. João L. Inês Vaz; "As tensões entre a Diocese de Lamego e os Mosteiros de São João de Tarouca e de Santa Maria de Salzedas", pela Dra Amélia Albuquerque; “D. João Magalhães e Avelar, cidadão de Lamego, homem da Igreja e Bispo do Porto", pelo Prof. José António Oliveira.

Nesse mesmo dia, foi apresentado o livro “D. João António Binet Pincio, bispo de Lamego. O Homem e a Obra (1786-1821)", da autora Isolina Augusta Rodrigues Guerra. A apresentação esteve a cargo de Salvador Magalhães Mota

No dia 15 de Novembro, foi inaugurado e benzido o novo Museu Diocesano , mais conhecido por Casa do Poço, onde teve sede o antigo Seminário Maior. Pelas 15,00h realizou-se uma conferência cujo título foi: “A actualidade da Diocese de Lamego”. Dela constavam 3 painéis, expostos pelo Arquitecto Manuel Botelho; “D. Jacinto Tomás de Carvalho Botelho”, por D. António Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro; a a apresentação das Exposições, pelo Dr. João Soalheiro.

Seguiu-se a inauguração da Exposição “De 1500 à actualidade – cinco séculos da História do Bispado de Lamego”, que teve a organização do Museu Diocesano de Lamego com a colaboração do Museu de Lamego.

No dia 17 de Novembro, pelas 21.00h, no Auditório do Museu Diocesano, teve lugar a Conferência “Luzes e Sombras na Igreja de Lamego”, dada pelo Pe. Dr. Joaquim Correia Duarte. Ao longo de cerca de hora e meia, o conferencista foi enumerando vários acontecimentos positivos da história da Diocese de Lamego, passando depois a relatar alguns dos momentos de maior dificuldade na História da Diocese e do Bispado, terminando com várias considerações sobre a situação actual na Diocese e no país.

No dia 18 de Novembro, no Teatro Ribeiro Conceição, Ana Telles deu um memorável concerto de piano a solo, onde interpretou várias peças de música religiosa para piano, incluindo dois pequenos de Bach adaptados por Buzoni para piano; uma peça de Listz, outra de Olivier Messiaen e também uma peça do recentemente falecido Pe. Joaquim dos Santos.

No dia 19 de Novembro, teve lugar, no Auditório do Centro Social Paroquial de Almacave, a Conferência com o título: “Ordenamento Jurídico actual em Portugal
e suas incidências na Família”, pelo Dr. Manuel Teixeira, actual Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lamego. Começando por fazer um excursus histórico sobre a instituição familiar desde o tempo do Império romano, centrou depois a sua atenção na legislação familiar do Estado Português nos últimos dois séculos e, de uma maneira particular, na mais recente legislação aprovada pelo actual Governo, realçando que as actuais leis não defendem nem protegem a instituição familiar.

No dia 20 de Novembro, no Teatro Ribeiro Conceição, actuou a Orquestra Barroca VOX ANGELIS.

No dia 21 de Novembro, no Auditório do Teatro Ribeiro Conceição, realizou-se a Conferência “Lamego e a implantação da República”, brilhantemente dada por D. Manuel Clemente, Bispo do Porto. Começou por situar o liberalismo em Portugal. Depois, percorrendo personagens e datas, focou a sua atenção em dois personagens ligados a Lamego: D. João Rebelo Cardoso de Meneses (1832-1890) e Francisco de Azeredo Teixeira de Aguilar, 2º. Conde de Samodães.

No dia 22 de Novembro, realizou-se a vigília de oração promovida pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil, que congregou na Sé Catedral um considerável número de jovens que, com a sua alegria e entusiasmo, enfrentaram o frio da Sé e, na adoração eucarística, transmitiram um impressionante testemunho de fé.

No dia 23 de Novembro, Solenidade de Cristo Rei, pelas 10.00h teve início o Encontro de Colaboradores Paroquiais, no Seminário Maior de Lamego, onde foi estudado o plano pastoral da Diocese para este ano, centrado nos sacramentos do Matrimónio e da Ordem.

Pelas 15,00h, realizou-se a cerimónia de descerramento da lápide da Rua atribuída pela Câmara Municipal de Lamego, a D. Jacinto Tomás de Carvalho Botelho.

Pelas 16.00h teve início o Solene Pontifical na Sé Catedral de Lamego, presidido pelo Sr. Bispo, concelebrado por 10 Bispos, cerca de 140 sacerdotes, 6 diáconos e muitos fiéis. Um extraordinário Grupo Coral, orientado pelo Pe. José Abrunhosa animou muito dignamente a celebração.

Na homilia, o Sr. D. Jacinto Botelho realçou a sua intenção de não centrar as celebrações jubilares na sua pessoa com as seguintes palavras: "Desde o princípio venho dizendo que só entendo e aceito todas as realizações "como expressão de amizade, manifestação da fé dum povo crente e bom, oportunidade de formação para os cristãos desta Diocese de Lamego, e estímulo para consolidar a comunhão na Igreja diocesana, preocupação prioritária do meu ministério episcopal."

Várias autoridades civis, de uma maneira especial a Câmara Municipal, empenharam-se activamente neste Jubileu de Ouro sacerdotal do Sr. D. Jacinto e a elas se dirigiu calorosamente o Prelado, agradecido.

No final, houve um jantar na Escola de Hotelaria e Turismo de Lamego para os convidados.

Texto retirado da homepage da Diocese de Lamego.

22 novembro 2008

Bodas de ouro matrimoniais


Na manhã de hoje, celebraram as suas Bodas de Ouro matrimoniais o Sr. Agostinho e a Sra. Laurentina.

Foi há precisamente 50 anos que, na Igreja Matriz das Monteiras, celebraram o seu matrimónio, oficiado pelo Rev. Sr. Pe. Anselmo.

Hoje de manhã, na companhia de alguns familiares e amigos, celebraram, com alegria, os 50 anos do seu matrimónio.

Ao Sr. Agostinho e à Sra. Laurentina, seus filhos, demais familiares e amigos deixo os votos de muitas felicidades.

17 novembro 2008

Comemorações das bodas de ouro do Sr. Bispo de Lamego

No passado dia 15 de Agosto, o Sr. Bispo de Lamego, D. Jacinto Botelho, celebrou as suas bodas de ouro sacerdotais.

Coincidindo com o Dia da Igreja Diocesana, no próximo Domingo, a Diocese, juntamente com a Câmara Municipal de Lamego, promovem um conjunto de conferências e de actividades culturais. O programa pode ser consultado no site da Diocese de Lamego.

Programação semanal

A programação semanal desta semana pode ser consultada AQUI>

Notícias várias

Nas últimas semanas, o tempo não me tem permitido actualizar o blog da Paróquia. Mas, como há várias notícias que merecem ser mencionadas, faço um breve resumo.

No dia 01 de Novembro, depois da Solene Eucaristia em honra de todos os Santos, realizou-se a procissão ao cemitério para rezar também pelos Defuntos. Apesar de o dia 02 de Novembro calhar num Domingo, manteve-se o hábito dos últimos anos de realizar a procissão no Dia de todos os Santos.

No dia 08 de Novembro, da parte da manhã, realizou-se o Jubileu das Almas. Pelas 09h foi exposto o Santíssimo Sacramento, rezou-se o terço pelas almas e recebemos a bênção com o Santíssimo Sacramento. Depois tiveram início as confissões. Foram vários os sacerdotes que estiveram presentes para atender todos aqueles que o desejaram. No final das confissões, teve início a Santa Missa em sufrágio das almas dos irmãos da Irmandade, com a procissão ao cemitério.

No fim de semana de 15 e 16 de Novembro, uma equipa de reportagem da RTP andou pelas Monteiras. No dia 16 de Novembro, o Rancho da Associação da Relva teve oportunidade de demonstrar algumas das suas danças, que comprovam antigas tradições das gentes da nossa terra. Da parte da tarde, a nova Sede da Junta de Freguesia, que está em fase de acabamento, acolheu um magusto.

29 outubro 2008

Halloween


Significado
Halloween significa "All hallow's eve", palavra que provém do inglês antigo, e que significa "véspera de todos os santos", já que se refere à noite de 31 de outubro, véspera da Festa de Todos os Santos.
Entretanto, um antigo costume anglo-saxão roubou-lhe o seu estrito sentido religioso para celebrar em seu lugar a noite do terror, das bruxas e dos fantasmas. Halloween marca um regresso ao antigo paganismo.

Festa de todos os Santos
Para os crentes, é a festa de todos os Santos a que verdadeiramente tem relevância e reflecte a fé no futuro para quem espera e vive segundo o Evangelho pregado por Jesus. O respeito aos restos mortais de quem morreu na fé e a sua lembrança, inscreve-se na veneração de quem foi "templo do Espírito Santo".

A festa de Todos os Fiéis Defuntos foi instituída por São Odilon, monge beneditino e quinto Abade de Cluny na França em 31 de outubro do ano 998. Ao cumprir o milenário desta festividade, o Papa João Paulo II recordou que "São Odilon desejou exortar a seus monges a rezar de modo especial pelos defuntos. A partir do Abade de Cluny começou a estender-se o costume de interceder solenemente pelos defuntos, e chegou a converter-se no que São Odilon chamou de Festa dos Mortos, prática ainda hoje em vigor na Igreja universal".

Mais informação em ACI Digital

25 outubro 2008

Procissão ao Cemitério


No próximo fim-de-semana, dia 01 e 02 de Novembro, a Igreja celebra, respectivamente, a Solenidade de Todos os Santos e a Comemoração de todos os fiéis defuntos.

No dia 01 de Novembro, com a Solenidade de Todos os Santos, recordamos todos aqueles que nos precederam e que já se encontram no Céu. De alguns deles, conhecemos o nome e a história: são aqueles que foram canonizados ou beatificados pela Igreja e escolhidos, por Deus, para serem modelos para nós, que actualmente peregrinamos neste mundo. Mas, da maioria dos Santos, não conhecemos nem o nome, nem a história. Foram homens e mulheres, alguns extraordinários e outros com uma vida absolutamente normal, escondida aos olhos dos homens, mas notável aos homens de Deus, e que já O contemplam no Céu.

No dia 02 de Novembro, lembramos todos os fiéis que morreram. Alguns já se encontram no Céu, outros precisarão da nossa oração e dos nossos sacrifícios e sufrágios para poderem entrar no Paraíso. Por isso, o mês de Novembro é também chamado o mês das Almas.

A tradicional procissão ao Cemitério realizar-se-á, como de costume, no dia 01 de Novembro, depois da Santa Missa (que terá início à hora habitual, 09.30h). Apesar da Comemoração dos Fiéis Defuntos ser, este ano, num domingo, manter-se-á o costume de realizar a procissão no dia 01 de Novembro, Solenidade de Todos os Santos.

Na imagem, representação de Todos os Santos retirada do Missal Ambrosiano

Capela das Carvalhas com novos bancos

A Capela das Carvalhas possui 3 novos bancos, gentilmente oferecidos. Desta maneira, termina o processo de renovação da Capela, onde agora se pode rezar ainda com mais comodidade.

11 outubro 2008

Bodas de ouro matrimoniais


A Sra. Maria e o Sr. Silvestre celebram hoje as suas bodas de ouro matrimoniais. Foi há precisamente 50 anos que, na Igreja Matriz das Monteiras, celebraram o seu matrimónio.

Nesta manhã, foi celebrada a Santa Missa na Igreja, onde se reuniram os seus familiares e amigos para, juntamente com eles, agradecerem a Deus os seus 50 anos de mútua fidelidade.

À Sra. Maria e ao Sr. Silvestre desejo as maiores alegrias e bênçãos do Céu.

Lausperene

O Secretariado da Pastoral Juvenil da Diocese de Lamego promoveu um Lausperene de 24 horas, que percorre todos os Arciprestados da Diocese de Lamego, desde as 20h de sexta feira às 20h de sábado.

Na Paróquia das Monteiras, a hora de adoração, com a presença de muitos jovens de todas as povoações, decorreu das 6h às 7h da manhã. Houve um considerável grupo de corajosos que enfrentou o sono, o frio e a preguiça para fazer companhia a Jesus Sacramentado. Além de jovens, também houve muitos menos jovens que se juntaram para este momento de adoração.

O Santíssimo foi exposto às 6.00h. Seguiram-se momentos de silêncio, intercalados com o terço, músicas e breves leituras de reflexão.

Aos jovens, um parabéns sentido pelo seu testemunho de fé. Deus conta convosco e quer que conteis com Ele na vossa vida.


Esta é a prova que os jovens estiveram presentes (é favor não notar as caras de sono). Além dos que estão na fotografia, houve muitos mais jovens que estiveram presentes.

06 outubro 2008

Programação semanal

A programação semanal da Paróquia pode ser consultada AQUI.

03 outubro 2008

Canal televisivo filma nas Monteiras


Uma equipa da RTP está a preparar uma reportagem sobre as Monteiras que, daqui a alguns meses, passará naquele canal. A iniciativa insere-se no esforço de dar a conhecer todas as freguesias de Portugal.
Nesta semana, começaram as filmagens, que incluem a Igreja Paroquial e outros locais de toda a freguesia.

26 setembro 2008

Falecimento

Na manhã de hoje, Nosso Senhor chamou à sua presença o Sr. António da Silva Pimpão, com 97 anos.

O seu funeral realiza-se amanhã, sábado, na Igreja Matriz, pelas 16.00h.

Aos seus familiares e amigos envio os meus pêsames e a certeza das minhas orações.

23 setembro 2008

Carta do Sr. Bispo a toda a Diocese

Com data de 15 de Agosto, o Sr. D. Jacinto Botelho, dirigiu uma Carta a todos os fiéis da Diocese de Lamego, que em seguida se reproduz.

Aos queridos diocesanos, sacerdotes, diáconos, religiosos e leigos, a Graça e a Paz do Senhor!
É já costume dirigir-me a todos os sacerdotes da Diocese nesta época de verão, partilhando alguma reflexão que me pareça oportuna e chamando a atenção para actividades importantes na vida do presbitério. No presente ano, em que celebro os cinquenta anos da minha ordenação sacerdotal, pensei em alargar os destinatários desta mensagem e endereçá-la a todos os diocesanos.
; João Paulo II, logo no princípio do livro precioso Dom e Mistério que escreveu e nos ofereceu por ocasião do seu Jubileu sacerdotal, começa por dizer, respondendo à pergunta: "A história da minha vocação sacerdotal?! É sobretudo Deus que a conhece. Na sua dimensão mais profunda, cada vocação sacerdotal é um grande mistério, é um dom que ultrapassa infinitamente o homem. [...] A vocação é o mistério da eleição divina."
Com o esforço de humildade que Sua Santidade recomenda, não posso deixar de agradecer ao Senhor a magnanimidade do Seu desígnio misericordioso que me chamou e há cinquenta anos me acompanha, não obstante a minha fragilidade e a forma tão limitada e tão falha de generosidade da minha resposta no serviço que me tem sido pedido.
Recordo os tempos da minha infância, a vida de família profundamente cristã, a relação de amizade com tantos sacerdotes que passavam por nossa casa, muito em especial com o meu padrinho de baptismo, P. Jacinto de Almeida Mota.
Desde muito cedo me lembro que manifestei a vontade de ir para o Seminário. Tenho muito viva na memória a impressão profunda daquela tarde de Domingo próximo do Natal, em que com meus pais e irmãos, me dirigia para a Igreja para a devoção do Terço com a Bênção do Santíssimo e por nós passaram os seminaristas conterrâneos que vinham para férias. O pároco na altura, um extraordinário catequista que marcou a nossa Diocese, meu Padrinho de Crisma, C. José Cardoso de Almeida, tinha-nos ensinado que durante a Bênção do Santíssimo podíamos pedir a Jesus o que mais desejássemos. Ainda agora mantenho viva a lembrança de como naquele dia, com o fervor próprio de criança, rezei para que o tempo que faltava para a minha entrada no seminário de Resende passasse depressa.
Recordo os anos no Seminário Menor, carregados de saudades dos pais e dos irmãos, nos primeiros dias de cada período escolar. Era o tempo do pós-guerra com as duras limitações económicas que Portugal também experimentou. As obras de remodelação do edifício do Seminário que se impunham, começaram no meu segundo ano e demoraram vários anos até à sua conclusão, de modo que nos habituámos à situação de provisoriedade dos espaços que habitávamos, desde a Capela, ao salão de estudo, passando pelo refeitório e dormitórios. Mas, sendo pouco cómodo e muito exigente o tempo que se vivia, era de alegria o clima que se respirava e que a equipa dos sacerdotes formadores nos transmitia; e aqueles anos, apesar dos referidos contratempos, foram marcantes, na minha formação humana, cristã e sacerdotal.
O Seminário Maior, o antigo Seminário, com instalações melhores que aquelas que usufruíram os primeiros seminaristas que o habitaram, mas com as carências que tornaram prioritária a construção do novo, foi o lugar providencial do meu amadurecimento na fé e na vocação. O testemunho dos superiores e professores, a convivência amiga com os colegas, a seriedade dos estudos de filosofia e de teologia, aliada a uma exigente e profunda vida de piedade, consolidaram decisões e robusteceram caracteres. As actividades circum-escolares, desde as academias com os trabalhos na área da filosofia ou da teologia que os alunos sob a orientação dos professores apresentavam, em dias festivos, ao teatro e à música - coral e filarmónica - que também nos distraiam e proporcionavam à cidade espectáculos sempre concorridos e apreciados, até à ginástica e ao desporto, eram um complemento valiosíssimo da formação integral que recebíamos e que o nosso Jornal Estrela Polar sabia incrementar. Papel de relevo tiveram no nosso crescimento espiritual e pastoral as associações que alimentavam a vida interior e estimulavam a criatividade dos seus membros, com iniciativas sempre vividas com particular interesse: Congregação Mariana, Conferência Vicentina, Apostolado da Oração, Círculo Missionário e mais tarde o Escutismo. A visita semanal aos pobres, a ida à Cadeia e as aulas de religião e moral nas escolas primárias da cidade, completavam um conjunto variado de ocupações que contribuíam para criar o perfil do futuro padre.
Nem todos os dias tiveram o mesmo encanto e entusiasmo. Até me lembro de algum momento de perplexidade e de certo desânimo, que a Graça de Deus e o auxílio duma sábia Direcção Espiritual me ajudou a superar.
A recepção da prima-tonsura e das ordens menores, do subdiaconado e particularmente do diaconado, com os retiros que proximamente a preparavam, introduziram-nos gradualmente no ambiente de sacralidade que o presbiterado consumou.
O dia 15 de Agosto de 1958 nasceu para mim com a ansiedade normal, perante o momento que iria viver na nossa Catedral. A solenidade do Pontifical passava para segundo plano, frente à benemerência que o Senhor me comunicava pelo ministério episcopal do Senhor D. João da Silva Campos Neves: sacerdote para sempre. Dois dias depois, a 17 de Agosto, um Domingo, dia aniversário de meu pai e dia litúrgico de S. Jacinto da Polónia, cantava a Missa Nova na Igreja de S. Pelágio da Rua, onde recebera o Baptismo, a 18 de Setembro de 1935.
1958 - 2008: 50 anos de sacerdócio: vividos em Roma os 3 primeiros anos; em Lamego, 35 anos, até à nomeação episcopal e 8 como Bispo diocesano; e em Braga, 4 anos. Foram vivências diversificadas. Desde a Universidade, ao Seminário, aos serviços da Cúria, até à experiência da vida paroquial, ou no trabalho com os leigos na assistência espiritual em vários movimentos apostólicos, e no ministério episcopal nos últimos 13 anos, sempre tenho experimentado a riqueza da misericórdia do Senhor que supre e suplanta infinitamente as minhas debilidades e a minha fraqueza.
A autenticidade da gratidão exige o reconhecimento humilde das infidelidades de que tenho consciência, com a obrigação de actualizar permanentemente propósitos sérios de conversão.
Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor!
Obrigado, queridos diocesanos, por quererdes comungar os meus sentimentos e pela graça inestimável das vossas orações por mim.
Todas as iniciativas que os 50 anos do meu sacerdócio vêm desencadeando, expressão de júbilo e sobretudo de amizade, quero entendê-las e assim as aceito, como manifestação da fé dum povo crente e bom, oportunidade de formação para os cristãos desta Diocese de Lamego, e estímulo para consolidar a comunhão na Igreja diocesana, preocupação prioritária do meu ministério episcopal.
Nesta linha de gratidão, quero comungar convosco a alegria profunda que vivi ao ordenar precisamente no dia aniversário da minha ordenação sacerdotal, dois novos padres, graça extraordinária e nunca suficientemente agradecida. Peçamos para eles uma fidelidade generosa; e rezemos ao Senhor da Messe para que as nossas famílias, as nossas paróquias, os nossos Seminários, sejam autênticas comunidades vocacionais.
A Carta que na altura recebi de Sua Santidade, Bento XVI, com quem tive a graça e a felicidade de encontrar-me a sós na Visita ad Limina num diálogo que nunca mais poderei esquecer, penhora-me duma forma insolúvel e é circunstância privilegiada para testemunhar ao Santo Padre o mais filial e profundo reconhecimento, com propósitos de incondicional comunhão à sua Pessoa e Magistério.
O Ano Paulino, iniciado nas Vésperas solenes do passado dia 28 de Junho, que fará incidir a nossa atenção em S. Paulo, o apaixonado pelo Senhor que o surpreendeu na estrada de Damasco, "mestre dos gentios na fé e na verdade, apóstolo e propagador de Jesus Cristo", como a si próprio se denomina, com a coincidência providencial de nele se celebrar o Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus na Vida e na Missão da Igreja, Palavra que o Apóstolo das Gentes pregou sem descanso, oportuna e inoportunamente, poderá constituir privilegiado tempo favorável para um revigoramento da pastoral na diocese, na linha da advertência de Sua Santidade Bento XVI na Visita ad Limina e no prosseguimento do projecto que de há anos nos vem dinamizando, e dum empenhamento mais assumido, sobretudo pelos pastores, a começar por mim.
S. Paulo centrou toda a sua vida em Cristo e traduziu no seu viver pelo testemunho a mensagem do Evangelho que primeiro interiorizou, para depois proclamar com desassombro: «Acreditei; por isso falei». Com este mesmo espírito de fé, também nós acreditamos, e por isso falamos (2Cor4,13). Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim (Gl2,20). S. Paulo é o modelo perfeito do verdadeiro evangelizador, paradigma de referência que há-de nortear a nossa solicitude pastoral para sermos autênticos discípulos de Cristo e verdadeiros pastores.
Não faltam publicações que nos ajudarão a viver com proveito este ano de graça e a ajudar os nossos fiéis a aproveitá-lo também. Recomendo em especial a edição da Conferência Episcopal Portuguesa: Um ano a caminhar com São Paulo, da autoria de D. Anacleto de Oliveira, particularmente útil para uma formação continuada de grupos específicos e movimentos apostólicos.

Ao longo dos oito anos que sirvo esta Diocese como Bispo, tem havido a preocupação e o esforço de seguir a planificação pastoral que apresentei na Cata Pastoral de 2001, O nosso Caminho no novo Milénio. Depois de termos vivido os primeiros três anos, procurando aprofundar a consciência de que somos uma comunidade viva, com as consequências que essa realidade implica, ligadas a uma espiritualidade de comunhão, centrámos as nossas atenções, no segundo triénio, na Palavra de Deus, fonte de critérios e iluminação de todas as realizações cristãs". Desde o ano passado vimos a reflectir sobre a vida sacramental, "para na riqueza dos sacramentos experimentarmos a presença de Cristo que assim nos alimenta e nos faz crescer pessoal e comunitariamente e nos torna sinal de salvação para o mundo". A reflexão sobre os sacramentos do Baptismo e da Confirmação, mostrou a urgência da elaboração dum conjunto de normas práticas que, ligadas à preparação cuidada que ambos os sacramentos exigem, facilitem a acção dos nossos párocos e fomentem uniformidade na praxis pastoral.
Os sacramentos da Ordem e do Matrimónio que constituem o programa pastoral do ano 2008-09, ajudar-nos-ão a compreender e a cumprir o pedido de Jesus, até no espírito e como consequência do meu Jubileu sacerdotal: Pedi ao Dono da messe que mande operários para a Sua seara; e a descobrir como a pastoral da família, "comunidade insubstituível e lugar da vocação divina do homem", é fundamental e urgente, face á quantidade crescente de insídias que, camufladas ou às claras, persistentemente lhe são movidas.
O Retiro do Clero, que decorrerá de 9 de Setembro, à noite, até à tarde do dia 12, para o qual peço aos irmãos sacerdotes a imediata inscrição, a Assembleia do Clero e o Dia da Igreja Diocesana, com programação a divulgar, serão ocasiões por excelência para a concretização e consolidação dos propósitos que a renovação e vitalidade desta Igreja de Lamego reclamam.
Uma palavra de estímulo a finalizar esta já longa mensagem.
Aos caríssimos Presbíteros (e também aos Diáconos), eu, presbítero como vós, usando a expressão de S. Pedro, e parafraseando uma das respostas de Bento XVI no habitual encontro com o clero nas férias de Verão, direi: mesmo que geograficamente estejamos distantes, somos uma comunidade de irmãos que devemos sustentar-nos e ajudar-nos uns aos outros. Experimentemos a convivência, aprendamos uns com os outros, encorajemo-nos, estimulemo-nos e consolemo-nos mutuamente, para que a comunhão do Presbitério, em união com o Bispo, torne efectiva e afectiva esta proximidade, de modo a manifestar claramente a recomendação do Concílio: "Os presbíteros cultivem entre si a união fraterna, traduzida tanto em ajuda mútua, espiritual e material, pastoral e pessoal, como nas reuniões e na comunhão de vida, de trabalho e de caridade" (L.G.,28).
Às Religiosas Contemplativas, ou de Vida Activa e aos Membros dos Institutos de Vida Apostólica repito a palavra dos Bispos na Carta Pastoral de 1984: "Criai espaços de silêncio, de edificação espiritual e de comunhão forte com Deus e com os irmãos; estai atentas às novas formas de pobreza e de sofrimento no mundo em que vivemos para lhes dardes resposta em nome da Igreja" (n.º 37). Sem perder a fidelidade aos vossos carismas, procurai inserir-vos nas comunidades diocesanas onde viveis.
Aos nossos Jovens, incluindo os irmãos Seminaristas, gosto de dirigir-vos a saudação a que os últimos Papas vos habituaram: "Sois a esperança da Igreja e da sociedade, sois o rosto jovem da Igreja", mas - reparai - um rosto que é preciso configurar continuamente com o do Eterno Jovem, Jesus Cristo, por uma piedade séria e assídua, e por uma formação exigente e perseverante.
Aos Leigos a quem compete, por direito e por dever, a edificação cristã da ordem temporal, lembro a necessidade duma preparação permanente, em ordem a um testemunho válido e coerente, tendo sempre em conta que são estes os campos onde prioritariamente deveis assumir a vossa responsabilidade: a família, a profissão e a vida politico-social.
Um abraço, com a minha Bênção.
Lamego, 15 de Agosto, Solenidade da Assunção de 2008
(no 50.º aniversário da minha ordenação sacerdotal)

In Diocese de Lamego>>

Reunião Geral da Catequese

No próximo domingo, depois da Santa Missa, realizar-se-á uma reunião de preparação da catequese, para os pais, crianças e catequistas

Falecimento

No passado sábado, Deus chamou à Sua presença a Sra. Maria Cidália Silva, mãe da Sra. Prof. Laurentina.

A Sra. Maria Cidália, que residia no Brasil, já há vários meses que se encontrava com uma saúde muito debilitada.

O seu funeral realizou-se no dia seguinte. Na Igreja Paroquial das Monteiras, foi celebrada uma Santa Missa de notícia na segunda feira.

À sua família e amigos deixo os meus pêsames e a certeza das minhas orações.

08 setembro 2008

Início da catequese

O início da catequese, na Paróquia, está programado para o dia 21 de Setembro.

Programação semanal

A programação semanal da Paróquia pode ser consultada AQUI.

03 setembro 2008

Falecimento

Ao início da noite passada, faleceu a Sra. Maria das Dores Ferreira da Silva, de 83 anos, residente na Relva.

O seu funeral realiza-se amanhã, quinta feira, com o levamento dos seus restos mortais às 09.30h, seguindo-se a procissão para a Igreja Paroquial e a Santa Missa de corpo presente.

Uma vez que eu tenho compromissos que não posso alterar, em Fátima, será o Rev. Sr. Pe. Vitor Rosa a presidir ao funeral.

Apesar de longe, manifesto a minha proximidade à família neste momento de luto e a certeza das minhas orações.

01 setembro 2008

Renovação da Paróquia ao Sagrado Coração de Jesus


No passado fim de semana, a Paróquia renovou a sua consagração ao Imaculado Coração de Maria.

No sábado, dia 30 de Agosto, pelas 21.30h realizou-se a procissão de velas do Monumento dedicado ao Imaculado Coração de Maria até à Igreja. Foi rezado o terço e, no final, já na Igreja, foi dada a benção com o Santíssimo Sacramento.

Este ano utilizou-se, pela primeira vez, um andor que foi oferecido para transportar a imagem do Imaculado Coração de Maria.

No domingo, 31 de Agosto, pelas 16.00h teve início a Santa Missa na qual marcaram presença o Sr. Major Brito e Faro e a sua esposa, membros do Grupo da Imaculada, bem como os Bombeiros Voluntários de Farejinhas, que fizeram guarda de honra a Nossa Senhora.

Depois da Santa Missa, realizou-se a procissão da Igreja até ao Monumento, seguindo-se a renovação da Consagração da Paróquia, das famílias e de todos os habitantes da freguesia das Monteiras ao Imaculado Coração de Maria. Por fim, ouviu-se o toque de continência e cantou-se o cântico "Coração Virginal de Maria".

25 agosto 2008

Renovação da Consagração da Paróquia ao Imaculado Coração de Maria

No próximo fim de semana, renovaremos a consagração da Paróquia ao Imaculado Coração de Maria. O programa será o seguinte:

Sábado, às 21.30h: Procissão das velas do Monumento até à Igreja
Domingo, às 16.00h: Santa Missa e procissão com o andor de Nossa Senhora até ao Monumento.

Façamos os possíveis por mostrar o nosso carinho e devoção à nossa Boa Mãe do Céu.

Bodas de prata matrimoniais

No passado domingo, festejaram as suas bodas de prata matrimoniais o casal Mário da Silva Antunes e Maria Olinda Pinto Gonçalves, que marcaram presença na Santa Missa Dominical, juntamente com a sua família e amigos.

Ao casal e sua família desejo as maiores felicidades.

18 agosto 2008

Bodas de ouro sacerdotais


No passado dia 15 de Agosto, o Sr. D. Jacinto Botelho, Bispo de Lamego, comemorou as suas bodas de ouro sacerdotais. Por essa ocasião, celebrou um solene Pontifical na Catedral de Lamego, durante o qual foram ordenados dois novos sacerdotes para a Diocese de Lamego.

Por esse motivo, o Santo Padre Bento XVI enviou uma Mensagem ao Sr. Bispo de Lamego, congratulando-se com as suas bodas de ouro sacerdotais.

Homilia do Sr. D. Jacinto nas suas bodas de ouro sacerdotais
Mensagem do Santo Padre Bento XVI ao Sr. D. Jacinto

10 agosto 2008

Mancebos de 1954

Hoje, um grupo daqueles que, em 1954, foram à inspecção para o serviço militar, marcaram presença na Santa Missa dominical da nossa Paróquia.

Os vivos lembraram aqueles que Nosso Senhor já chamou à Sua presença.

Depois do almoço, realizaram a já tradicional arruada pelas ruas da freguesia, animando com a sua alegria todos aqueles por quem passaram.

08 agosto 2008

Bodas de prata matrimoniais


No passado dia 06 de Agosto celebraram as suas bodas de prata matrimoniais o Sr. Fernando e Maria Isabel. A Santa Missa, na qual marcaram presença os seus filhos, familiares e amigos teve início pelas 11.00h, na Igreja Matriz das Monteiras.

A eles, aos seus filhos, demais familiares e amigos desejo as maiores felicidades.

04 agosto 2008

S. João Maria Vianney, Padroeiro dos Párocos


Conta-se que, ao aproximar-se a sua ordenação, o Vigário Geral de Lyon, reunido com alguns padres, ponderaram a inconveniência em conceder a S. João Maria Vianney o sacramento da Ordem, porque “era muito burro”, conforme comentaram entre si num momento de reunião, não com maldade, mas com a sinceridade de quem estava convencido da incapacidade intelectual de quem iria assumir tão elevado cargo.

Nesse momento, João Baptista estava a chegar e ouviu ainda, na ante-sala o constrangedor comentário. Aguardou a saída dos padres, e foi ter com o Vigário. Antes de iniciar a conversa, o Santo pediu licença para falar e disse: “Padre, se com uma fisga feita da mandíbula de um burro, David conseguiu derrubar Golias, imagine o que o Senhor poderá fazer tendo nas mãos um burro inteiro!”

Estas palavras foram suficientes para revogar a intenção do vigário que, logo de seguida, o enviaria para a comunidade de Ars.

“Por onde passam os Santos, Deus com eles passa”.

Biografia de S. João Maria Vianney

03 agosto 2008

Festa em honra de Nossa Senhora da Ouvida


No dia 03 de Agosto, como acontece todos os anos, celebra-se a festa em honra de Nossa Senhora da Ouvida.

Depois da novena de preparação, brilhantemente orientada pelo Rev. Pe. Sérgio Lemos, actualmente Pároco de Ferreiros de Tendais, Oliveira, Bustelo, Ramires e Gralheira (do concelho de Cinfães), realizou-se hoje a festa religiosa.

A procissão, com os guiões e bandeiras, teve início pelas 10.45h e a Solene Eucaristia realizou-se pelas 11.00h na Capela dedicada a Nossa Senhora da Ouvida. Como habitualmente, foram muitas as pessoas que prestaram a sua homenagem a Nossa Senhora.

Que Ela possa ajudar-nos a conhecer melhor e a amar mais o seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, e proteja todos aqueles que, por estes dias, recorrem à Sua intercessão e lhe agradecem as graças recebidas de Deus por Seu intermédio.

Nota: Uma reportagem fotográfica da Procissão e da Santa Missa poderá ser vista no site do Dr. Manuel Dória Vilar, Colo de Pito