09 maio 2009

Vigília de oração na Capela do Calvário

Na noite do dia 08 de Maio, realizou-se na Capela do Calvário, em Castro Daire, uma vigília de oração de preparação para as Jornadas Diocesanas da Juventude.

Presidida pelo Rev. Pe. Bráulio Carvalho, e dedicada ao tema das Jornadas, a vigília foi animada pelo Grupo de Jovens das Monteiras, que dedicou várias horas a ensaiar para que tudo corresse da melhor maneira.

As Jornadas Diocesanas da Juventude, que decorrerão no Santuário mariano de Cárquere (Resende) terão lugar no próximo dia 16 de Maio.

08 maio 2009

Viagem do Santo Padre à Terra Santa


O Santo Padre chegou esta manhã à Jordânia. Nas suas primeiras palavras, o Papa Bento XVI expressou a sua vontade de ir como peregrino.

Acompanhemos com a nossa oração esta importante viagem do Santo Padre.

Vigília de oração

Esta noite, a partir das 21.00h, em Castro Daire, no Calvário, terá lugar uma vigília de oração promovida pelo Secretariado da Pastoral Juvenil da Diocese de Lamego, de preparação para as Jornadas da Juventude, que terão lugar no dia 16 de Maio.

Todos os jovens e menos jovens são convidados a tomar parte desta vigília, onde o Grupo de Jovens da nossa Paróquia animará os cânticos.

03 maio 2009

Peregrinação a Fátima


No dia 01 de Maio, um grupo de romeiros da nossa Paróquia, juntamente com o Pároco, fizeram uma romaria ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima.

Um consistente número de jovens, sobretudo de Colo de Pito, animou toda a viagem com boa disposição e alguns cânticos.

A Santa Missa, em Fátima, teve início pelas 11.00h e foi presidida, no altar do recinto, pelo Sr. D. Serafim Silva, Bispo emérito de Leiria.

Na parte da tarde, depois de rezarmos o terço na Capelinha de Nossa Senhora, ainda houve tempo para acabar de consumir o farnel, antes de chegarmos a casa.

29 abril 2009

O jardim da nossa alma

Ele não podia deixar escapar esta oportunidade. Finalmente tinha encontrado o que procurara com tanto empenho. O preço era fantástico e a casa estava em boas condições. O jardim abandonado fê-lo sonhar com um trabalho que muito o repousava. Tinha aprendido, desde pequeno, que cuidar das plantas era o mesmo que descansar. Sempre desejara viver numa casa com jardim, por muito pequeno que ele fosse. Logo que pôde, começou a trabalhar. Transformou aquele monte de mato, de pedras e de espinhos num pequeno “oásis”. Que gosto lhe deu esse trabalho! É verdade que tinha demorado o seu tempo. Mas também é verdade que tudo o que vale a pena nesta vida só se consegue com uma generosa dedicação de esforço e de tempo.

Certo dia, enquanto trabalhava na manutenção do seu jardim, passou pela rua uma senhora. Parou e pôs-se a olhar atentamente para as diversas plantas. Enquanto olhava, saiu-lhe um comentário como um suspiro: «Que maravilha! Que coisas tão bonitas faz Deus!». Ao ouvir isto, o “jardineiro” não conteve uma observação que, naquele momento, lhe pareceu muito oportuna: «A senhora devia ter visto o aspecto do jardim quando era Ele quem cuidava disto sozinho».

É verdade que Deus faz coisas maravilhosas na nossa vida. Mas também é verdade que Ele conta com a nossa colaboração. Ele deseja que o jardim da nossa alma esteja sempre belo e limpo, e dá-nos todas as ajudas necessárias para que isso seja possível. Mas se nós não colaborarmos, respeita a nossa decisão. Se fizesse o contrário, passaria por cima de um dom que foi Ele próprio quem nos deu: a liberdade. Por isso, se o jardim da nossa alma está sujo e desleixado, não podemos dizer que a culpa é de Deus. Nem podemos dizer que, ao contrário das outras pessoas, nós não temos jeito para cuidar dele.

Nos dias de hoje, existe um paradoxo muito grande em relação ao modo como se entende a liberdade. Por um lado, exalta-se este dom como se fosse algo absoluto e sem limites. Algo que permite ao homem fazer tudo aquilo que lhe apetece sem que ninguém o possa limitar. Por outro lado, custa a muitas pessoas aceitar a verdade evidente de que, porque somos livres, somos também responsáveis. Somos donos do nosso destino, tanto para o bem como para o mal. É verdade que a liberdade não é absoluta e está condicionada por muitos factores. Mas também é verdade que ela continua a ser uma liberdade real.

Por isso, negar a existência de dois destinos eternos diferentes – em nome da Bondade infinita de Deus – é, na prática, negar a existência da liberdade. É verdade que Deus quer que todos os homens se salvem – mas Deus criou o homem livre e responsável. Portanto, é o próprio homem quem, com plena autonomia, se exclui voluntariamente da salvação de Deus. Se persistir assim até ao fim, Deus respeitará a sua decisão.

Pe. Rodrigo Lynce de Faria

26 abril 2009

Nota da Conferência Episcopal Portuguesa sobre as próximas eleições

Em todas as eleições, como na acção política normal, o critério fundamental deve ser a pessoa humana concreta, servida e respeitada na sua dignidade e direitos. Assim poderá satisfazer também os seus deveres. É este respeito e cuidado que permite realizar a humanização da sociedade.

Ninguém deve esperar que um programa político seja uma espécie de catecismo do seu credo, mas um modo de compromisso para a solução dos problemas do país. Neste sentido, enumeramos alguns critérios que consideramos importantes para escolher quem possa melhor contribuir para a dignificação da pessoa e a realização do bem comum:

– promoção dos Direitos Humanos;

– defesa e protecção da instituição familiar, fundada na complementaridade homem mulher;

– respeito incondicional pela vida humana em todas as suas etapas e a protecção dos mais débeis;

– procura de solução para as situações sociais mais graves: direito ao trabalho, protecção dos desempregados, futuro dos jovens, igualdade de direitos e melhor acesso aos mesmos por parte das zonas mais depauperadas do interior, segurança das pessoas e bens, situação dos imigrantes e das minorias;

– combate à corrupção, ao inquinamento de pessoas e ambientes, por via de alguma comunicação social;

– atenção às carências no campo da saúde e ao exercício da justiça;

– respeito pelo princípio da subsidiariedade e apreço pela iniciativa pessoal e privada e pelo trabalho das instituições emanadas da sociedade civil, nomeadamente quando actuam no campo da educação e da solidariedade…

O eleitor cristão não pode trair a sua consciência no acto de votar. Os valores morais radicados na fé não podem separar se da vida familiar, social e política, mas devem encarnar se em todas as dimensões da vida humana. As opções políticas dos católicos devem ser tomadas de harmonia com os valores do Evangelho, sendo coerentes com a sua fé vivida na comunidade da Igreja, tanto quando elegem como quando são eleitos.

Conferência Episcopal Portuguesa, 2009.04.23

Texto completo aqui>>

Alteração de horário

A Santa Missa em Colo de Pito, ao contrário do que é habitual, não será no próximo sábado, mas sim no próximo Domingo pelas 12.00h.

Encontro de Tocadores de Concertinas e de Cantares ao Desafio



Decorreu, esta tarde, na Relva, o 9º. Encontro de Tocadores de Concertinas e de Cantares ao Desafio, promovido pela Associação Desportiva, Cultural e Recreativa da Relva.

Foram muitas as pessoas que, de todo o país, rumaram à Relva para assistir a mais este encontro. Quem tocou e cantou proporcionou uma tarde muito agradável a todos os presentes.

25 abril 2009

Biografia de S. Nuno de Santa Maria


Nasceu no dia 24 de Junho de 1360, em Cernache do Bom Jardim, filho ilegítimo de D. Álvaro Gonçalves Pereira, que foi Prior do Priorato do Crato, dos célebres Cavaleiros de São João de Jerusalém e de Ilia, por quem Nuno conservaria sempre um terno afecto. A sua infância e a sua adolescência decorreram neste ambiente entre cavalheiresco e profundamente religioso que havia nestes grupos nos reinos do baixo medievo da Europa. Imbuído do ideal de Galaad, um dos cavaleiros da mesa redonda que acompanhavam o mítico Rei Artur, quis permanecer celibatário, mas, para não contrariar o seu pai, veio a casar-se com D.ª Leonor de Alvim, com quem teria três filhos e com quem teve uma vida matrimonial feliz. O casamento teve lugar a 15 de Agosto, festa da Assunção de Maria, de 1376.

Dois dos seus filhos morreram crianças e apenas a terceira, D.ª Beatriz, chegaria à idade adulta, casando-se com D. Afonso, o filho do rei D. João I, a quem Nuno, seu aio, tinha servido sempre com valentia e fidelidade.

O jovem Nuno sobressaiu rapidamente na corte, para a qual foi destinado para o serviço pessoal do rei Fernando desde a adolescência, quando tinha apenas treze anos. A sua nobreza de ânimo, a sua valentia, a lealdade para com o rei e o ideal de pureza que parecia ter-se traçado desde criança, a imitação do casto herói Galaad, chamaram à atenção quer da família real quer dos outros cortesãos.

A morte do rei D. Fernando de Portugal originou um problema dinástico, algo muito frequente nos reinos da Península Ibérica, nos tempos da Reconquista. Alguns cavaleiros portugueses (alguns irmãos de Nuno, inclusivamente) defendiam o direito ao trono de Beatriz, filha do rei Fernando, casada com o rei de Castela, o que provavelmente teria suposto a incorporação da coroa portuguesa no reino de Castela, que se ia configurando – juntamente com o de Aragão – como o reino mais forte da Península Ibérica. Mas outros muitos cavaleiros lusitanos, entre eles Nuno, defendiam o direito ao trono de João, irmão do rei Fernando. Havia também interesses internacionais e não faltaram cavaleiros franceses e ingleses que ajudavam um ou outro lado. Não demorou muito a rebentar uma guerra entre os dois reinos, provocada pelo problema da sucessão dinástica. A guerra em si durou vários anos, com períodos de relativa calma. Em Abril de 1384, as tropas portuguesas (ao serviço de D. João) vencem a fac-ção rival, na batalha de Atoleiros (o que originou, pouco mais tarde, a subida ao trono de João I, que nomearia Nuno como seu Condestável). Um ano mais tarde, no dia 14 de Agosto de 1385 (em vésperas da festa da Assunção de Nossa Senhora), as tropas comandadas por Nuno Álvares Pereira derrotaram os seguidores do rei de Castela, na memorável batalha de Aljubarrota, e, pouco depois, em Valverde (já dentro do reino de Castela), o que fez com que Nuno ganhasse uma grande fama como herói nacional. Ainda que a guerra se tenha prolongado por algum tempo, e inclusivamente tivessem havido escaramuças anos mais tarde, a vitória já estava do lado português. A paz definitiva seria assinada em 1411. Pode ser significativo da fama que Nuno ganhou como herói nacional e como Condestável o facto de que Luís de Camões, o grande poeta português, incluísse uma elogiosa referência ao nosso homem, no canto IV do seu célebre poema épico Os Lusíadas, obra cimeira da literatura portuguesa do Renascimento. Também na vizinha Espanha vários autores dos séculos XVI e XVII (Calderón de la Barca ou Tirso de Molina, entre outros) louvaram a nobreza e a heroicidade do já mítico Condestável.

Mas, pouco mais tarde, a desgraça abateu-se sobre o Condestável. Em 1387, morre a sua esposa, D.ª Leonor de Alvim, que residia no Porto com a filha dos dois. Depois, o ainda jovem Nuno negou-se a contrair novo casamento. A vida de piedade e penitência (que sempre tinha tido) acentua-se sobremaneira e o Condestável, herói de tantas batalhas, famoso guerreiro ao serviço do rei, vai, a pouco e pouco, adquirindo a reputação de homem piedoso e santo.

Há que situar, nestes anos, a sua intervenção decisiva para a construção (entre outros templos e conventos) do convento e da igreja dos carmelitas, em Lisboa, cumprindo assim uma promessa votiva feita a Nossa Senhora. Consta que teve contacto com a Ordem através de um antigo companheiro de armas que se tinha feito carmelita no convento de Moura, D. João Gonçalves, e do Frei Afonso de Alfama, Vigário da Ordem em Portugal, com quem parece que tinha grande confiança e amizade. Foi escolhido, para localização do dito convento, um dos lugares mais altos de Lisboa. As obras duraram mais de oito anos. Os carmelitas, vindos do convento de Moura, instalaram-se no celebérrimo “Carmo” de Lisboa no dia 15 de Agosto (mais uma vez) de 1397, onde permaneceram até 1755, data em que o templo foi praticamente destruído pelo terramoto de Lisboa.

Em 1415, Nuno viria ainda a ter tempo de participar numa nova campanha portuguesa, desta vez para além do estreito de Gibraltar, em Ceuta, comandando e contribuindo com a sua experiência militar na expedição portuguesa que se dirigia para o referido lugar do Norte de África. Nuno, com 55 anos, sentia-se já cansado. Pouco depois aconteceu a morte da sua filha, o que provavelmente acelerou a sua decisão de se afastar do mundo e de ter uma vida totalmente entregue à penitência, à piedade e à oração.

Deste modo, em Agosto de 1423, o Condestável, figura admirada e de grande prestígio, decide, diante do espanto geral, ingressar no Convento do Carmo, que ele mesmo tinha fundado, e levar uma vida de total penitência e austeridade, como irmão donato. No dia 15 de Agosto, festa da Assunção de Nossa Senhora e data à que parece que a vida de Nuno estava intimamente ligada, vestiu o hábito Carmelita, tomando o nome de Frei Nuno de Santa Maria. Apesar das pressões de toda a ordem, recusou privilégios ou mitigações da austeridade conventual. Por intervenção de D. Duarte (filho de João I, o rei a quem Nuno fielmente tinha servido durante anos), convenceu-se, ao menos, que não fosse para um convento longínquo, como era seu desejo, para evitar visitas e homenagens que iam contra a sua vontade de total penitência e humildade. Também conseguiu o príncipe que Nuno renunciasse ao seu desejo de mendigar para o convento pelas ruas de Lisboa, como faziam os irmãos donatos.

Prova da sinceridade e da firmeza da sua vontade foi o facto de que sempre recusou ser chamado doutra maneira que não “Frei Nuno de Santa Maria”, recusando qualquer tipo de título de nobreza. Mais ainda, quando o príncipe D. Duarte quis que conservasse o título de Condestável, Nuno respondeu com humildade, mas com firmeza: o Condestável morreu e está enterrado num santuário…

Depois de oito anos de vida de penitência e de grande austeridade, Frei Nuno de Santa Maria morreu em Lisboa, no dia 1 de Abril de 1431. O seu funeral constituiu uma enorme manifestação de dor, quer por parte da nobreza e da família real (que tinham uma grande dívida de gratidão para com aquele nobre cavaleiro vencedor no campo da batalha), quer por parte dos carmelitas e de tantos devotos, que viram nele um modelo de penitência, de humildade e de desprezo das galas e honras deste mundo.

Biografia tirada do site oficial>>

18 abril 2009

Bênção da nova sede da Junta de Freguesia



Na tarde de hoje, depois do solene hastear da bandeira ao som do hino nacional, perante várias autoridades civis nacionais, municipais e locais, foi inaugurada e benzida a nova sede da Junta de Freguesia das Monteiras.

17 abril 2009


No dia 16 de Abril, o Santo Padre celebra o seu aniversário. Parabéns, Santo Padre!

Depois das críticas dirigidas ao Santo Padre, um grupo de pessoas decidiu promover um abaixo assinado de apoio ao Papa. A lista de assinaturas ser-lhe-á entregue no dia 20 de Maio.

A todos os que desejarem apoiar esta iniciativa, podem subscrever o seu apoio e solidariedade ao Papa no seguinte endereço: http://www.yes-for-benedict.eu

12 abril 2009

Visita Pascal


No Domingo de Páscoa pela manhã, antes da Santa Missa, teve lugar a procissão do Senhor Ressuscitado.

Depois da Santa Missa, começou a visita pascal, com o percurso habitual: Colo de Pito, Carvalhas, Relva, Eido e Monteiras.

Este ano não me foi possível fazer a visita pascal mas aproveito esta ocasião para a todos desejar uma Santa Páscoa e um seguro regresso a casa aos que vieram de fora.

Aproveito também para agradecer ao Micael, ao Fernando, ao Sérgio e ao Diogo o esforço que fizeram para levarem o anúncio de Cristo ressuscitado a todas as casas.

11 abril 2009


Na noite de Sábado Santo, a Igreja celebra a ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo de entre os mortos.

A noite foi a única testemunha da ressurreição. A única a ter conhecimento da hora em que Cristo saiu do sepulcro.

A vigília iniciou-se com a bênção do lume, no Adro da Igreja. Seguiu-se o anúncio da ressurreição, com o precónio pascal.

Houve espaço para a leitura de várias passagens do Antigo Testamento, que anunciavam a Ressurreição do Senhor.

O canto do glória, o toque dos sinos e a leitura do Evangelho foram foram confirmação da ressurreição do Senhor.

Houve lugar para a bênção da água e para a sua aspersão sobre os fiéis, como lembrança do Baptismo. Depois, a Santa Missa continuou como de costume.

Alteração de horário da Santa Missa de Páscoa

No Domingo de Páscoa, a Santa Missa será às 08.30h.

Alteração do hor

10 abril 2009

Sexta feira Santa


Na Sexta feira Santa tem lugar a celebração da Paixão do Senhor.

Pelas 15.00h, a Igreja encheu-se para a leitura da Paixão e para a Adoração da Santa Cruz.

09 abril 2009

Quinta feira Santa


Na Quinta feira Santa, a Igreja celebra a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio.

Pelas 19.00h, teve início a Eucaristia da Ceia do Senhor, com a cerimónia do Lava pés.

No final da Santa Missa, o Santíssimo Sacramento ficou depositado na Capela do Senhor dos Passos, à adoração dos fiéis.

05 abril 2009

Domingo de Ramos

Neste Domingo da Paixão do Senhor, junto ao cruzeiro das Monteiras, foram benzidos os ramos. Seguiu-se a procissão para a Igreja e a leitura da Paixão.

Da parte da tarde, realizou-se a Via Sacra, desde a Igreja Paroquial até à Capela de Santa Luzia.

04 abril 2009

Baptizado


Na tarde de hoje, receberam o Baptismo o Tiago e a Clara, filhos de Alcides Pereira Rodrigues e Maria de Fátima Rodrigues Fernandes.

Aos novos baptizados, seus pais, padrinhos e demais família deixo votos de muitas felicidades.

23 março 2009

O Papa e a Sida


Grande clamor provocaram as palavras de Bento XVI sobre o preservativo e a sida. Já seria de esperar. Uma resposta a um jornalista tem mais destaque do que vários discursos que contêm o que da sua mensagem é mais relevante. Mas desta vez não são apenas os jornais a criticar o Papa, são ministros de governos europeus, que o acusam de insensibilidade perante o flagelo da difusão dessa doença.

Uma acusação profundamente injusta, porém.

O Papa não ignora os males da difusão da sida. Apontou um remédio (disso não falam os jornais) não só moralmente mais correcto, mas mais eficaz. A educação e alteração de comportamentos, a abstinência e a fidelidade, são caminhos que ninguém pode contestar como mais eficazes de combate a essa difusão. O preservativo não garante uma eficácia absoluta e as campanhas que o promovem como se fosse um “salvo-conduto” que torna inofensiva a promiscuidade criam uma segurança ilusória e contraproducente. A experiência do Uganda, o país africano com mais sucesso neste âmbito, que optou por campanhas que privilegiam a alteração de comportamentos, demonstra-o. Também me recordo de ter ouvido uma vez uma religiosa moçambicana dizer que, apesar de promoção do uso de preservativos chegar a todos os cantos do seu país (a ponto de não saber o que seria possível fazer mais no sentido dessa promoção), a difusão da doença não deixa de aumentar.

Parece-me muito pouco respeitoso – direi até ofensivo – para os povos em questão dizer que não é realista apelar à abstinência e fidelidade da população e juventude africanas em geral. Como se os africanos tivessem uma menor capacidade de dominar os seus instintos, capacidade que nos define como pessoas. Também neste aspecto a experiência do Uganda revela o contrário.

E se há grupos da população indiferentes a esse apelo do Papa, também esses grupos serão certamente indiferentes ao juízo moral que o Papa possa fazer sobre o uso do preservativo.

A Igreja Católica é a instituição que, à escala mundial, mais se tem dedicado à assistência às vítimas da sida. Em África tem-se destacado, entre muitas outras, a acção da Comunidade de Santo Egídio (o movimento a cujos esforços diplomáticos se ficou a dever o fim da guerra civil em Moçambique), que procura tornar tratamentos antiretrovirais acessíveis a todos os doentes.

Governos tão reticentes a “abrir as mãos à bolsa” quando se trata de apoiar o desenvolvimento de África (mesmo contra compromissos já assumidos) talvez não tenham muita autoridade para criticar a Igreja, que, com menos recursos, talvez faça mais do que qualquer deles pela promoção da saúde neste continente.

Pedro Vaz Patto

22 março 2009

Dizer a verdade



Por Pedro Arroja

"Esta faceta de dizer a verdade e seguir impassível em frente, perante os agravos, os protestos e os insultos da multidão, é típica do Papa Bento XVI e é uma das características da sua personalidade que eu mais aprecio, em parte porque faz lembrar Cristo. Ele não está cá para agradar à multidão. Ele está cá para dizer a verdade, esperando que um dia a multidão reconheça a verdade. Aquilo que ele nunca irá fazer é deixar de dizer a verdade só para agradar à multidão."

In Portugal Contemporâneo

21 março 2009

Visita pascal

Este ano, a visita pascal, à semelhança dos anos anteriores, realizar-se-á no dia de Páscoa, Domingo, a seguir à Santa Missa.

Dentro em breve, ficará disponível o programa para a Semana Santa da Paróquia aqui, na página da Paróquia.

18 março 2009

Discurso do Santo Padre aos Bispos dos Camarões


In Radio Vaticana

No longo discurso dirigido aos bispos dos Camarões, na manhàa desta quarta feira, Bento XVI deixou um forte encorajamento ao empenho missionário, à comunhão apostólica, à formação doutrinal e espiritual dos padres, catequistas, das famílias e dos leigos em geral. Recomendou também que o tom justamente festivo das celebrações litúrgicas não seja nunca em detrimento da comunhão e do diálogo com Deus. O Papa evocou ainda a importância da doutrina social da Igreja e da atenção concreta aos mais desfavorecidos.

Discurso do Santo Padre à chegada


Por Santo Padre Bento XVI

Diante da dor ou da violência, da pobreza ou da fome, da corrupção ou do abuso de poder, um cristão nunca pode ficar calado. A mensagem salvífica do Evangelho exige ser proclamada, com força e clareza, de tal modo que a luz de Cristo possa brilhar na escuridão da vida das pessoas. Aqui na África, como em tantas outras partes do mundo, inumeráveis homens e mulheres anseiam por ouvir uma palavra de esperança e conforto. Conflitos locais deixam milhares de desalojados e necessitados, de órfãos e viúvas. Num continente que no passado viu muitos de seus habitantes cruelmente raptados e levados para além-mar a fim de trabalhar como escravos, o tráfico de seres humanos, especialmente de inermes mulheres e crianças, tornou-se uma moderna forma de escravatura. Num tempo de global escassez alimentar, de confusão financeira, de modelos causadores de alterações climáticas, a África sofre desconformemente: um número crescente de seus habitantes acaba prisioneiro da fome, da pobreza e da doença. Estes clamam por reconciliação, justiça e paz; e isto é precisamente o que a Igreja lhes oferece. Não novas formas de opressão económica ou política, mas a liberdade gloriosa dos filhos de Deus (cf. Rom 8, 21). Não a imposição de modelos cultuais que ignoram o direitos à vida dos nascituros, mas a pura água salvífica do Evangelho da vida. Não amargas rivalidades inter-étnicas ou inter-religiosas, mas a rectidão, a paz e a alegria do Reino de Deus, descrito de modo muito apropriado pelo Papa Paulo VI como «civilização do amor» (cf. Alocução ao Regina caeli, Pentecostes de 1970)

17 março 2009

Santo Padre chegou aos Camarões


In Agência Ecclesia

"Bento XVI chegou esta Terça-feira aos Camarões, etapa inicial da sua primeira viagem ao continente africano, sendo acolhido em clima de festa aeroporto Internacional Nsimalen, de Yaoundé.
Na sua intervenção inicial, o Papa apontou como preocupações da sua viagem temas como a violência, pobreza, tráfico humano, opressão económica ou política. Nesse sentido, defendeu que “diante da dor ou da violência, da pobreza ou da fome, da corrupção ou do abuso de poder, um cristão não pode permanecer calado”.

Santo Padre inicia visita ao continente africano


O Santo Padre partiu esta manhã para a sua primeira visita, como Sucessor de S. Pedro, a terras africanas.

"A história do cristianismo africano durante os primeiros séculos é uma fonte de grandes alegrias, mas também de profundas angústias e amargas lições. O cristianismo floresceu na África do Norte, tendo como centros Alexandria e Cartago. A África produziu excelentes teólogos, intelectuais, santos e mártires, tanto homens como mulheres. O cristianismo difundiu-se na Etiópia e na Núbia, no coração do continente. A África produziu pelo menos três papas durante este período e introduziu na Igreja a vida monástica, que depressa se estendeu a leste e a ocidente. De facto, durante os primeiros séculos, a África contribuiu grandemente para o crescimento da doutrina e da moral cristãs." (in Agência Ecclesia).

14 março 2009

Semana da Cáritas


Termina, amanhã, a Semana Nacional da Cáritas.

Neste tempo de profunda crise, a solidariedade torna-se ainda mais necessária. Subordinada ao tema "Se não tiver caridade, nada sou", nesta semana acontecem um conjunto de actividades que visam despertar todos os cristãos para a necessidade de ajudarmos os nossos irmãos mais necessitados.

Mensagem de D. Carlos Azevedo>>

03 março 2009

Jubileu da Quaresma

No sábado passado, realizou-se o Jubileu da Quaresma.

Foram vários os sacerdotes que estiveram disponíveis para atender no Sacramento da Reconciliação todos aqueles que o desejaram fazer.

O início da Quaresma é o momento propício para nos deixarmos reconciliar com Deus.

27 fevereiro 2009

Regresso a casa

Depois do almoço em Telavive, dirigimo-nos para o aeroporto. Depois de duas horas de controlos de segurança, estamos, finalmente, à espera de embarcar no vôo que nos vai levar até Madrid. Todos estamos bem, apesar dos controlos de segurança serem muito cansativos.

26 fevereiro 2009

Jope

Antes de chegarmos a Telavive, paramos em Yaffa, antiga cidade de Jope, onde S. Pedro fez o milagre de ressuscitar uma mulher, de nome Tabita.

Actualmente, é uma cidade pequena, à beira mar, onde existe uma lindissima Igreja dedicada a S. Pedro. Ao lado da Igreja fica um convento franciscano, onde fica situada também a Nunciatura da Santa Sé junto do estado de Israel.

Emaús

Saímos do hotel, com todas as malas, e fazemos uma pequena paragem no Knesset, o parlamento de Israel. O actual edifício do Parlamento tem a forma do antigo templo de Jerusalém.

Depois de mais umas fotos, entramos no autocarro. O destino é Nicopolis, local onde, segundo a tradição, se situava Emaús. Celebramos a Santa Missa ao ar livre, nas ruínas de uma antiga Basílica do tempo dos cruzados.

25 fevereiro 2009

Piscinas probáticas

Ao final de almoço, caminhamos ao longo das muralhas da cidade de Jerusalém até à porta dos leões. Por aí, entramos na cidade e chegamos à Igreja de Santa Ana.

Segundo uma das muitas tradições, S. Joaquim e S. Ana morariam em Jerusalém e aquele seria o local onde teria nascido Nossa Senhora.

Mesmo ao lado, encontramos as piscinas probáticas, local onde Jesus curou um paralítico.

Via dolorosa

A começar no local onde Jesus foi condenado à morte e flagelado, demos início à Via Sacra ao longo da Via Dolorosa, a rua que Jesus percorreu com a luz às costas.

Chegamos ao Calvário, local onde Jesus morreu. Depois da visita ao sítio onde Jesus foi sepultado (e local da ressurreição), celebramos a Santa Missa.

Via dolorosa

O dia amanhece com calor e um sol radiante.

Pela frente temos a visita à via dolorosa, ao Calvário e ao Santo Sepulcro.

Todos estamos bem, e, até ao momento, ninguém se perdeu.

S. João Baptista

Ao final da tarde de ontem, dirigimo-nos a En-Karem, local onde, segundo a tradição, viviam Zacarias e Isabel.

Foi ali que se deu a visita de Nossa Senhora à sua prima. Estivemos na Igreja da Visitação, que fica numa encosta. À porta da Igreja, numa parede, encontra-se o texto do Magnificat em várias línguas, português incluído.

Descemos, depois, e dirigimo-nos ao local do nascimento de S. João Baptista, que se encontra, actualmente, no interior de uma bonita Igreja.

24 fevereiro 2009

Museu do Livro

Almoçamos num kibutz, nos arredores de Jerusalém.

A seguir ao almoço, visitamos o Museu do Livro, que é o local onde estão guardados os pergaminhos e outros artefactos que foram encontrados em Qumram.

À entrada deste museu, encontra-se uma grande maquette com uma representação da cidade de Jerusalém tal como era no tempo de Jesus.

S. Pedro in Gallicanto

De autocarro, dirigimo-nos ao local onde esteve preso Jesus antes de ser apresentado ao Sumo Sacerdote, para ser interrogado. Terá sido aqui que S. Pedro negou a Jesus por três vezes.

Actualmente, uma moderna Igreja, construída por uma Congregação Religiosa francesa, ergue-se naquele local. No interior da Igreja, encontramos mosaicos que representam essa cena do Evangelho.

Getsémani

Celebramos a Santa Missa na Igreja do Getsémani. Estamos perto do Vale do Cedron.

Neste local, Jesus entra em agonia.

Ao lado do Getsémani, fica a Gruta do Tumulo de MAria, local onde, segundo a tradição esteve o corpo de Nossa Senhora. Quando, mais tarde, quiseram transladar o corpo de Nossa Senhora para Constantinopola, encontraram o tumulo vazio.

Monte das Oliveiras

Amanheceu um dia de céu limpo, apesar do vento que se faz sentir.

Dirigimo-nos ao Monte das Oliveiras. Visitamos, em primeiro lugar, o local onde, segundo a tradição, Jesus subiu ao Céu. No local encontramos um pequeno edifício, actualmente properiedade de uma família muçulmana, onde se encontra o local da Ascenção.

Em seguida, visitamos a Igreja do Pai Nosso. Segundo a tradição, aquele era o local onde Jesus se reunia mais frequentemente com os seus discípulos. Pode ver-se uma gruta que seria o local das reuniões dos Apóstolos com o Mestre. Ali, teria Jesus ensinado o Pai Nosso aos discípulos. No local, que actualmente é propriedade de carmelitas frrancesas, há vários muros onde se encontram versões do Pai Nosso em muitas línguas.

Descemos o Monte das Oliveiras, e visitamos o Santuário Dominus flevit. Segundo a tradição, é o local onde Jesus chorou sobre a cidade de Jerusalém depois da sua entrada triunfal na Cidade Santa (Lc 19, 41). A Capela, da qual se tem uma magnífica vista sobre a Cidade, tem a gorma arquitetónica de uma gota.

23 fevereiro 2009

Belém

Saindo da Cidade Santa, o autocarro leva-nos em direcção e Belém, cidade actualmente controlada por palestinianos. Como os judeus não podem entrar, antes de sairmos de território israelita, há troca de motoristas. Temos também um guia palestiniano.

Para entrarmos em Belém, temos que passar o muro que Israel levantou a circundar o território controlado pelos judeus.

Já em Belém, é tempo de almoço e de compras. Da parte da tarde, fazemos uma visita ao local onde os Anjos anunciaram o nascimento de Jesus aos Pastores. No Campo dos Pastores encontramos uma gruta que se conserva como no tempo de Jesus. Ao lado da gruta, está uma Igreja construída com ofertas vindas do Canadá.

Subimos depois para a Basílica da Natividade. Começamos por visitar a gruta onde, segundo a tradição, nasceu Jesus. No local do nascimento, encontramos uma estrela. Um pouco ao lado, o local da manjedoura. É uma visita que a todos toca.

Por cima da gruta, está construída a Basílica da Natividade que, actualmente pertence a Gregos e Arménios. Ao lado, encontra-se uma Igreja Católico-Romana, dedicada a S. Catarina de Alexandria. Aí celebramos a Santa Missa, presidida pelo Sr. Pe. Álvaro Diogo.

No final da Santa Missa, regressamos ao hotel para descansar.

Começamos a manhã com a visita à esplanada das Mesquitas.

Segundo explicou o guia, a imensa esplanada era o espaço que o templo que Herodes mandou construir um pouco antes de Jesus nascer.

Neste momento, naquela esplanada estão construídas duas mesquitas: a mesquita dourada e outra.

Depois fomos ao Muro das lamentações, local onde os judeus fazem as suas orações por ser o único muro da parte externa do Templo de Herodes que se mantém de pé.

Saindo, subimos ao Monte Sião. Visitámos a Igreja da Dormição de Nossa Senhora. Fomos, em seguida, ao local que está construído sobre onde era o Cenáculo, onde Jesus celebrou a última Ceia com os discípulos e onde os Apóstolos receberam o Espírito Santo.

Neste momento, vamos em direcção a Belém.

A Cidade Santa

A parte da manhã é ocupada com a visita ao Muro das Lamentações, à esplanada das Mesquitas, ao Cenáculo e ao Túmulo de David.

Amanhecer

O sol desponta cedo. Todos dormiram bem e, depois do pequeno almoço, iremos visitar a cidade velha de Jerusalém.

Da parte da tarde, está previsto irmos a Belém.

Está um dia de sol, mas há previsão de chuva e frio ao longo do dia.

Subida para Jerusalém

No Evangelho aparece várias vezes a referência que Jesus subiu a Jerusalém. Foi o que nós fizémos. Vindos do Mar Morto, subimos 1300m de altitude em 30km.

Ao chegarmos à cidade, subimos à Universidade Hebraica, a partir da qual se pode contemplar toda a cidade. O nosso guia distribuiu uns pequenos cálices de madeira e, com vinho do porto, fez-se um brinde.

A Cidade Santa é extraordinariamente bela. Está situada ao longo de várias colinas. Infelizmente, pouco depois de chegarmos, começou a chover, pelo que tivemos que recolher ao autocarro e dirigir-nos para o Hotel Shalom, onde estamos alojados.

22 fevereiro 2009

Qumran

Descendo desde o Monte Tabor, passamos ao lado de Jericó e paramos para visitar Qumram, nas margens do Mar Morto.

Estamos a cerca de 200 metros abaixo do nível do mar.

Qumram é um impressionante complexo arqueológico. Ali se encontraram os vestígios de uma comunidade judaica (os essénios) e também se encontraram muitos manuscritos de textos da Sagrada Escritura e outros.

Agora subimos para Jerusalém, onde ficaremos alojados o resto da viagem.

Monte Tabor

Subimos a um alto monte, o Monte Tabor. Infelizmente, o nevoeiro não permitiu que apreciassemos a vista desde o alto.

No Santuário da Transfiguração, celebramos a Santa Missa. O Santuário, construído na década de 20 do século passado, é uma construção sóbria, mas muito elegante.

O autocarro deixou-nos ainda longe do cume do monte. A parte final do percurso foi feita em carrinhas mais pequenas, pois o autocarro não consegue chegar ao cimo.

Neste momento, dirigimo-nos para o Mar Morto.

Caná da Galileia

Todos descansaram bem e, nem a notícia da vitória do Sporting no derby de ontem, desanimou os benfiquistas.

Saímos de Nazaré e a primeira paragem foi em Caná da Galileia. Estivemos na Igreja que comemora o primeiro milagre de Nosso Senhor. Como ainda é cedo, ninguém teve vontade de provar o vinho de Caná.

Seguimos viagem em direcção ao Monte Tabor.

Nazaré, Basilica da Natividade

Depois do Jordão, viemos para Nazaré.

No tempo de Jesus, Nazaré não devia ter mais do que 300 habitantes. Sobre essa zona, foi construído um complexo de edifícios, que são cuidados pelos frades franciscanos. No centro desse complexo, destaca-se a Basílica da Natividade.

À porta da Basílica, cantamos uma Salve Regina. Là dentro, por trás do altar, encontramos uma gruta, que é o local onde o Arcanjo S. Miguel apareceu a Maria. Aí rezamos o Ângelus.

Depois, visitámos a parte superior da Basílica, onde encontramos também uma imagem de N. S. de Fátima.

Saindo da Basílica, fomos visitar a Igreja de S. José, construída sobre o local onde, segundo a tradição, viveu a Sagrada Família depois de regressar do Egipto.

21 fevereiro 2009

Rio Jordão

Depois de almoço, fizemos uma breve paragem nas margens do rio Jordão. É forte ligação deste rio a João Baptista e a Jesus.

Apesar da chuva que caía, muitas pessoas acercaram-se do rio para tocarem na àgua.

A tempestade no mar

Descemos até Genesaré, onde apanhámos um barco para um breve passeio no Mar da Galileia.

O início do passeio até correu bem. De repente, o céu ficou encoberto e começou a chover torrencialmente. A cobertura do barco de pouco serviu e, em pouco tempo, ficámos todos molhados.

Apesar disso, a boa disposição não nos abandonou nem ninguém caiu ao mar.

De momento, estamos a almoçar.

Ermida do primado de Pedro

Na paragem seguinte, mesmo à beira do mar da Galileia, visitamos o local onde, segundo a tradição, Jesus perguntou a Pedro: ''Amas-me tu mais do que estes?'' e onde confirmou o seu primado: ''Apascenta as minhas ovelhas''.

O local é simples e fica ao lado de uma praia de pedras.

Cafarnaum

Depois de Jerusalém, Cafarnaum é a localidade que mais vezes é referida no Novo Testamento.

Actualmente, só se conservam as ruínas do local onde Jesus estabeleceu a sua morada.

Na sinagoga onde tantas vezes Jesus pregou, ainda se podem observar os alicerces do edifício original.

Perto da sinagoga, vimos as ruínas daquela que era a casa de S. Pedro, onde Jesus curou a sogra do Apóstolo.

Mosteiro da multiplicação dos pães



No local onde, segundo a tradição, Jesus realizou o milagre da multiplicação dos pães, ergue-se actualmente um Mosteiro beneditino, sóbrio, mas muito elegante. Por baixo do altar principal, está uma pedra e, no mosaico, no chão, à frente do altar, estão representados 4 pães e 2 peixes.

No mosaico só estão representados 4 pães porque Jesus é o Pão da vida.

Este Mosteiro foi construído sobre as ruínas de uma Igreja do séc. IV

Bem aventurados sois vós...


O mar da Galileia, com o sol a reflectir-se nas àguas e visto desde o Monte das Bem-aventuranças oferecem-nos uma paisagem deliciosa.

Não é dificil imaginar o impacto das palavras de Jesus sobre os seus ouvintes neste lugar tão encantador.

O monte das Bem-aventuranças

''Jesus, vendo a multidão, subiu à montanha''. Estas palavras do Evangelho de S. Mateus, proferidas por Jesus em Cafarnaum (ou Kafar Naum), introduzem-nos nos arredores do Mar da Galileia.

Este grande lago fica 200 metros abaixo do nivel do mar. Ao lado, várias colinas. Numa delas, proferiu Jesus o sermão da montanha. Aqui vamos celebrar a Santa Missa, num convento de irmãs franciscanas, datado de 1940, que tem uma paisagem fabulosa para o mar da Galileia.

Mosteiro do Sermão da Montanha

Mar da Galileia

A caminho do mar da Galileia

A noite decorreu bem, apesar da forte trovoada que se fez sentir durante toda a noite.

Nazaré, onde dormimos, é, hoje, uma cidade bastante grande. É também uma cidade maioritariamente muçulmana pois os cristão são apenas cerca de 40% da população. No entanto, mesmo assim, em Nazaré está a comunidade cristã mais numerosa de Israel.

Nazaré fica situada no alto de uma colina. A seus pés estende-se um longo vale que, neste momento, estamos a descer para nos dirigirmos ao mar da Galileia.

Todos estamos muito melhor depois desta noite de descanso. Ao pequeno almoço não havia leite quente nem pão fresco porque, como é sábado, há alimentos que os judeus não disponibilizam.

20 fevereiro 2009

Chegada a Nazaré

Depois de uma visita à impressionante localidade de S. João de Acre, já era noite quando chegamos ao hotel, em Nazaré. Ao longe, vimos a cúpula da Basílica da Natividade.

Apesar do cansaço, a boa disposição foi uma constante ao longo do dia. Daqui a pouco temos direito ao jantar e, depois, o descanso. Amanhã o dia começa cedo.

Monte Carmelo - Haifa


Acabámos de celebrar a Santa Missa no Monte Carmelo.

A vida do profeta Elias, a espiritualidade profundamente mariana e genuinamente cristológica do local envolve-nos nos braços de Nossa Senhora do Carmo. Por baixo do altar mor da Igreja, conserva-se a gruta na qual o profeta Elias procurava a solidão para melhor adorar a Deus.

O santuário Stella Maris fica situado no alto da colina. A seus pés estende-se, majestoso, o Mediterrâneo. A Igreja, que possui uma abóbada central, colorida de frescos, é lindissima.

A Santa Missa, presidida pelo Sr. Pe. Nuno Amador, da Diocese de Viseu, foi o centro deste dia que nos leva a pisar os locais por onde Jesus passou.

Na memória, os tantos milagres que Nossa Senhora continua a fazer através do seu escapulário entregue a S. Simão Stock. E o agradecimento sincero de tantas conversões.

Numa das Capelas laterais, está uma placa a recordar a vida de Edith Stein, mais tarde Santa Maria Benedita da Cruz, que é uma das padroeiras da Europa.

Seguimos viagem para S. João de Acre, uma das principais fortalezas dos cruzados durante a Idade Média.

Ainda é de dia e o sol resolveu aparecer.

Todos se encontram bem e com saúde.

Haifa

O almoço foi-nos servido à beira do mar Mediterrâneo, na cidade de Haifa, que se estende pelo Monte Carmelo.

A vista, no alto do Monte Carmelo, sobre a cidade de Haifa e sobre S. João de Acre e o Mediterrâneo é fabulosa.

Seguimos para a Santa Missa, no convento ''Stella Maris'' da Venerável Ordem do Carmelo.

Vista de Haifa para o mar

Haifa, templo Ba'hai

Cesareia Marítima


Em Cesareia, visitamos o teatro romano (ainda bem conservado) e as ruínas da cidade que Herodes mandou construir em honra de César Augusto.

Esta cidade ficou ligada ao cristianismo nascente sobretudo pelas passagens de S. Pedro e de S. Paulo.

O tempo está ameno, mas está um vento bastante incómodo.

Telavive - Cesareia Marítima

À luz do dia, Telavive aparece como uma cidade moderna. Neste ano de 2009, celebram-se os 100 anos da fundação desta cidade que é a capital económica e cultural (a capital política é Jerusalém).

Hoje de manhã, no percurso entre o aeroporto e o hotel em Telavive, o guia ofereceu uma flor a cada um dos participantes na peregrinação. Um gesto de boas vindas, explicou o guia.

Uns mais, outros menos, todos conseguiram descansar alguma coisa durante a manhã.

Partimos de autocarro em direcção ao norte, com destino a Cesareia Marítima.

Terra Santa


Chegámos à Terra Santa.

A viagem de avião desde Madrid decorreu sem problemas e ninguém ficou sem malas.

À nossa espera estava um guia, que fala um português com pronuncia brasileira.

A partir do aeroporto, saímos de autocarro em direcção ao hotel, onde descansaremos algumas horas. O programa de hoje inclui visita a Cesareia Marítima, almoço na cidade de Haifa e visita ao Monte Carmelo onde celebraremos a Santa Missa. Iremos dormir a Nazaré.

O tempo está ameno, mas com previsões de chuva nos próximos dias e neve nas serras acima dos 600 metros.

19 fevereiro 2009

Madrid - Telavive

As horas que esperamos no aeroporto de Madrid serviram para alimentar o corpo, pôr a conversa em dia e ir conhecendo as pessoas que vêm. Há pessoas de Aguiar da Beira, da vila de Castro Daire, de Ferreira de Aves, de Leomil (Moimenta da Beira) e outras localidades.

Neste momento estamos a embarcar para Telavive. Espera-nos uma viagem de 4 horas.

Chegada a Madrid

A viagem de avião que nos trouxe a Madrid decorreu com toda a normalidade. Durou cerca de uma hora.

Agora esperam-nos 4 horas de espera até ao vôo que nos levará a Telavive.

Peregrinação à Terra Santa

Um grupo de paroquianos das Monteiras e arredores, acompanhados do Abade da terra, parte hoje em direcção a Israel, à Terra Santa.

A partida para a maioria foi hoje de manhã, de Viseu, em autocarro até ao aeroporto de Lisboa. Pelo caminho, uma breve paragem em Fátima para almoçar.

Neste momento, estamos a embarcar rumo a Madrid. Até agora, ninguém se perdeu e a boa disposição tem sido uma constante.

Procurarei ir dando notícias, a pensar sobretudo nos familiares e amigos daqueles que estamos, neste momento, a partir.

A todos levamos no pensamento e nas nossas orações.

13 fevereiro 2009

O Papa e o Holocausto


Por Nuno Rogeiro

"Falar neste lugar de horror, neste sítio onde se cometeram crimes indizíveis contra Deus e contra o Homem, é quase impossível. E é especialmente difícil e perturbante para um cristão, ainda mais Papa vindo da Alemanha".
Pouco mais de um ano depois do fumo branco que, em Roma, o anunciara nas sandálias de Pedro, o sucessor de João Paulo II falava assim, de mãos e rosto cerrados, no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau.

Bento XVI foi sempre claro sobre o assunto do genocídio. Referiu, no seu profundo discurso de Auschwitz, a intenção nazi de, ao exterminar os judeus, eliminar a origem do monoteísmo, e recriar o mundo, numa paródia demoníaca da religião. Encimou o preito de dor com uma reflexão pessoal: "isto não nos produz ódio; mostra-nos antes o terrível efeito do ódio".

Parece, pelo menos, injusto, alegar agora, a propósito de declarações soltas de prelados imprudentes, que o Vaticano mudou. E que mudou, sobretudo, de posição face à destruição sistemática de inocentes e civis, em nome da raça, ou de uma ideia política. Como aconteceu nos consulados totalitários, "comunistas" ou "nacionalistas", a Leste e Oeste, na Europa ou na Ásia, na África ou algures, durante o século XX.

A polémica, que recorda a peça de teatro de Rolf Hochtruth, "O representante", de 1963, coloca outra vez em primeiro plano a atitude do Vaticano face ao Holocausto da Segunda Guerra Mundial.

Foi nessa altura que se criou a imagem de um Pio XII silencioso, senão cúmplice, com o extermínio de milhões. Mas personalidades esclarecidas, como o jesuíta Robert Graham, entre muitos outros, há vários anos que restauraram o equilíbrio na revisitação histórica.

Não se pode esquecer, na verdade, o enorme esforço de resgate, salvamento, intercessão ou protecção de judeus, um pouco por toda a Europa, por obra da igreja católica. Não se pode esquecer a rede do Padre Weber e do cardeal Pacelli, a actividade da Organização S. Rafael, a intervenção junto da Eslováquia, em 1941, contra a aprovação do "Código Judeu". Nem a actividade do bispo Preysing, em Berlim, de monsenhor Rotta, na Hungria, de Monsenhor Cassulo, na Roménia.

Não se pode esquecer a pastoral corajosa do arcebispo Saliege, de Toulouse, em 1942, denunciando "os factos terríveis" nos campos de Noe e Recebedom, afirmando que "os judeus são nossos irmãos".

Não se pode esquecer o arriscado apoio do Vaticano à organização judaica DELASEM, de Génova. Não se pode esquecer a Encíclica Summi Pontificatus, de 1939, poderosa denúncia das doutrinas de "pureza rácica".

Não se pode esquecer que, onde pôde mudar as coisas, ou influenciá-las, o Vaticano sempre falou. E que, onde se calou (como o fez o Comité da Cruz Vermelha, ou o Conselho Mundial das Igrejas), executou muitas vezes custosas e arriscadas operações, clandestinas, de auxílio e transporte.

Não se pode esquecer, por fim, que uma coisa é a denúncia antes da guerra (quantos o fizeram?), e outra é falar sobre a ocupação, onde o que importa é resgatar vidas, e não pregar sermões exemplares, que, como na Holanda, só aumentaram a repressão.
Não se pode esquecer, ainda, que pelo menos 3000 padres católicos foram executados pelo Reich, só na área do agora Benelux.

E não se pode esquecer que, numa altura de trevas, em que a intolerância surge até das dificuldades da "luta contra o terrorismo", tem sido a Santa Sé uma das vozes qualificadas, em nome da decência e da Humanidade.
Contra todos os holocaustos, alertando antes.

Para que não se repitam.

In JN, 2009.02.06

12 fevereiro 2009

Casar ou juntar-se?


Perguntei-lhes se alguma vez tinham pensado em casar-se. Olharam para mim admirados. Então ele, com um sorriso de quem perdoa uma pergunta tão ingénua, tomou a iniciativa de responder. «Casar-se? Para quê? Já nos amamos e isso é o importante. Que sentido tem uma cerimónia exterior que não acrescentará nada ao nosso amor? Queremos um amor genuíno! Queremos um amor livre! Queremos um amor sem nenhum tipo de coacção! Este modo de actuar parece-nos muito mais sincero. Não necessitamos de nenhum tipo de ataduras. Ataduras que cortariam as asas da nossa liberdade». Ela concordava com a cabeça. Todo o raciocínio do namorado parecia lógico. Estava de acordo com ele. Não havia fissuras na sua argumentação.

À primeira vista, parece que o casamento significa uma perda de liberdade. Se uma pessoa decide casar-se, perde a capacidade de voltar a fazê-lo no futuro. Se a liberdade se entende somente como capacidade de escolha, sem dúvida que o casamento significa a perda dessa capacidade. Mas será que a liberdade é somente isso?

Hoje em dia, o casamento é muitas vezes visto como uma realidade oficial, formal e sem muito valor. Um convencionalismo antiquado. Uma instituição que “acorrenta” com elementos objectivos e escravizantes uma relação subjectiva e livre. A liberdade fica “atada”. A liberdade fica “obrigada” no futuro. Não parece sensato introduzir elementos “coactivos” numa relação livre. Introduzir elementos objectivos numa relação subjectiva.

É uma visão simplista. Assim como a noz não é somente a sua casca, o casamento não é somente a sua cerimónia exterior. O casamento é um vínculo que se cria a partir da livre vontade daqueles que se casam. O “sim” que pronunciam transforma-os. É um “sim” que compromete. A partir desse “sim”, o futuro fica determinado pelo “tu”. Quem ama de verdade não deseja ser nem viver sem aquele que ama. Não deseja um futuro sem o outro. Seria um futuro sem sentido. Sem sentido também para a liberdade do “eu”.

Quem ama de verdade deseja a fusão. Deseja um “nós” em lugar do “eu” e do “tu”. Deseja o compromisso que é o que dá origem ao “nós”. Um compromisso que não somente não tira a liberdade, mas liberta. Liberta o “nós” dos perigos do egoísmo e do orgulho. A eternidade no amor não pode vir da mera atracção mútua. Nem do simples enamoramento afectivo. Nem dos sentimentos românticos, por muito sinceros que eles sejam. A eternidade no amor só pode vir da liberdade que não teme comprometer-se sem condições.

Por isso, “juntar-se” não é a mesma coisa que casar-se. “Juntar-se” não muda o “eu”. Só muda as circunstâncias em que o “eu” vive. Pelo contrário, casar-se (comprometer-se de verdade), transforma o “eu”. Surge o “nós”. Um “nós” que será capaz de gerar vida e que cuidará dessa vida. Um “nós” que resistirá às intempéries, porque está protegido pela liberdade responsável daqueles que se amam de verdade.

Pe. Rodrigo Lynce de Faria

24 janeiro 2009

A verdade do matrimónio


Por Cón. José António Marques

Estão na ordem do dia as reformas legislativas em matéria de direito matrimonial, em diversos países, pela introdução de sistemas profundamente divorcistas e abortistas, pela regulamentação das manipulações de embriões em ordem às mais diversas formas de fecundidade medicamente assistida, e as manifestações multitudinárias para exigir do Estado um enquadramento jurídico das uniões de homossexuais como verdadeiros matrimónios e famílias.

Tudo isto se torna possível – perante o espanto e estranheza de quantos se habituaram a uma visão totalmente diversa do matrimónio e da família – porque vai ganhando certa firmeza a opinião pública de que o matrimónio e a família são instituições meramente humanas e por isso susceptíveis de modificação pela simples força dos votos democraticamente manifestada.

Neste contexto, torna-se absolutamente necessário mostrar por todos os meios aos homens do nosso tempo a «verdade do matrimónio», embora tal expressão, no dizer de Bento XVI, perca «relevância existencial num contexto cultural marcado pelo relativismo e pelo positivismo jurídico», como é o do nosso mundo ocidental. Na verdade, tanto o relativismo como o positivismo jurídico «consideram o matrimónio como mera formalidade social dos vínculos afectivos». Portanto, para tal mentalidade e contexto cultural, o matrimónio torna-se não só «contingente como podem ser os sentimentos humanos», mas também se apresenta «como uma superstrutura legal que a vontade humana poderia manipular a bel-prazer, privando-o até da sua índole heterossexual» [1].

Também alguns grupos de católicos se encontram à margem da «verdade do matrimónio». Na verdade, diz o Papa: «Esta crise de sentido do matrimónio faz-se sentir também pelo modo de pensar de não poucos fiéis» [2]. Em relação com a atitude perante os ensinamentos do Vaticano II, a propósito do matrimónio e da família, para alguns católicos parece que a doutrina conciliar sobre o matrimónio, e concretamente a descrição do matrimónio como «íntima comunidade de vida e de amor» [3], deva levar a negar a existência de um vínculo conjugal indissolúvel, porque se trataria de um «ideal» ao qual não podem ser «obrigados» os «cristãos normais». «De facto, difundiu-se também em certos ambientes eclesiais a convicção segundo a qual o bem pastoral das pessoas em situação matrimonial irregular exigiria uma espécie da sua regularização canónica, independentemente da validade ou nulidade do seu matrimónio, ou seja, prescindindo da “verdade” acerca da sua condição pessoal. Com efeito, a via da declaração de nulidade matrimonial é considerada um instrumento jurídico para alcançar tal objectivo, segundo uma lógica em que o direito se torna a formalização das pretensões subjectivas. A propósito, seja realçado antes de tudo que o Concílio descreve certamente o matrimónio como uma intima communitas vitae et amoris, mas tal comunidade é determinada, seguindo a tradição da Igreja, por um conjunto de princípios de direito divino, que fixam o seu verdadeiro sentido antropológico permanente» [4].

A verdade do matrimónio, in Revista Celebração Litúrgica, n. 1 (2009).

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06 janeiro 2009

Falecimento

Ao início da tarde de ontem, faleceu o Sr. Pe. Anselmo Freitas, na sua casa, em Ribas. Durante mais de 40 anos, exerceu o seu ministério sacerdotal na nossa Paróquia de Monteiras.

O seu funeral realiza-se esta tarde, pelas 15h, na Igreja Paroquial de Pinheiro.

A Paróquia de Monteiras, agradecida pela dedicação que o Sr. Pe. Anselmo lhe dedicou ao longo da sua vida, não deixará de sufragar a sua alma. Temos, também, muito presentes nas nossas orações a Sra. Guidinha, sua sobrinha, e demais família neste momento de luto.

24 dezembro 2008

Feliz Natal


E por nós, homens, e pela nossa salvação, desceu dos Céus e encarnou, pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria.


Votos de um Santo Natal e de um ano de 2009 cheio de alegrias.

O Pároco

21 dezembro 2008

Casamento


No dia 20 de Dezembro, contraíram matrimónio José Fernando, natural de Vale Abrigoso, e Lúcia, natural de Colo de Pito. O casamento decorreu na Capela de Nossa Senhora da Saúde, em Colo de Pito.

Aos novos esposos, seus familiares e amigos desejo as maiores felicidades.

16 dezembro 2008

Falecimento

Na noite passada, faleceu a Sra. Maria da Luz, residente na Relva. Os seus restos mortais repousam na Capela Mortuária.

O seu funeral realiza-se amanhã, quarta feira, na Igreja Matriz, às 11.00h.

Por motivos de força maior, não me é possível estar presente. Por isso, a Santa Missa e o funeral serão presididos pelo Rev. Sr. Pe. Vitor Rosa, Pároco de Lamelas.

Desde já, peço desculpa à família por esse facto e aproveito a ocasião para lhes transmitir os meus pêsames e a certeza das minhas orações. Terei oportunidade de oferecer a Santa Missa que amanhã celebrarei em sufrágio da alma da Sra. Maria da Luz. Por isso, apesar de fisicamente distante, encontro-me espiritualmente unido.

09 dezembro 2008

Lausperene


No dia 08 de Dezembro, solenidade da Imaculada Conceição, realizou-se um solene Lausperene na Igreja Paroquial.

Depois da Santa Missa, o Santíssimo Sacramento ficou exposto à adoração dos fiéis. Cada uma das povoações assegurou a adoração e a guarda de honra a Nosso Senhor.

O Lausperene terminou com a bênção com o Santíssimo Sacramento pelas 15h.

30 novembro 2008

Início do tempo de Advento


Do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo S. Marcos:
«Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Acautelai-vos e vigiai, porque não sabeis quando chegará o momento. Será como um homem que partiu de viagem: ao deixar a sua casa, deu plenos poderes aos seus servos, atribuindo a cada um a sua tarefa, e mandou ao porteiro que vigiasse. Vigiai, portanto, visto que não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se de manhãzinha; não se dê o caso que, vindo inesperadamente, vos encontre a dormir. O que vos digo a vós, digo-o a todos: Vigiai!».
(Mc 13, 33-37)

"Vigiai": Visto que não sabemos quando há-de vir o Senhor, temos de estar preparados. Vigiar é sobretudo amar. Quem ama cumpre os mandamentos e espera com ansiedade, com urgência, que Cristo volte; porque esta vida é espera, é caminho ao encontro de Cristo Senhor.

Os primeiros cristãos repetiam com frequência e com amor a jaculatória: "Vem, Senhor Jesus" (1 Cor 16,22; Apc 22,20). E, ao exercitar deste modo a fé e a caridade, aqueles cristãos encontravam a força interior e o optimismo necessários para o cumprimento dos deveres familiares e sociais, e desprendiam-se interiormente dos bens terrenos, com o senhorio que dá a esperança da vida eterna.
Comentário ao Evangelho, da Ed. de Navarra.

Aventuras de um cura

Infelizmente, a neve não permitiu que ontem fosse celebrar a Santa Missa a Colo de Pito. Por outro lado, foi-me possível celebrar a Santa Missa na Igreja Paroquial.

Nesta semana, haverá Santa Missa na Igreja só a partir de quarta feira, na esperança que, até lá, a neve cumpra a sua missão de derreter.

Também na quarta feira, será celebrada, na Relva, a Santa Missa de 7º. dia por alma do Sr. Agostinho Silva.

Em Colo de Pito, haverá Santa Missa no próximo sábado pelas 18.30h.

Neve nas Monteiras

A freguesia está debaixo de uma camada espessa de neve.






27 novembro 2008

Padre Duarte Sousa Lara na Baja Portalegre 500 (1.11.2008)

Nesta reportagem da TVI, aparece o Pe. Duarte Sousa Lara que, no ano de 2007, foi o pregador da novena em honra de Nossa Senhora da Ouvida.

26 novembro 2008

Serão todas as religiões verdadeiras?

O seu modo de argumentar parecia ter uma certa lógica. «Eu sou daqueles que pensam que todas as religiões são verdadeiras. Pondo de parte algumas degenerações fanáticas, todas levam o homem a fazer o bem, promovem sentimentos positivos e satisfazem a necessidade de transcendência que temos dentro de nós. No fundo, acaba por ser a mesma coisa escolher uma religião ou outra. Viva a liberdade! Quem sou eu para impor a minha religião aos outros?

«Que cada um escolha a sua própria religião. Que cada um escolha aquela que melhor se adapta ao seu modo de ser. Esta é a minha opinião e não acredito que esteja errada. Sobretudo, acho que é a única que pode ser considerada verdadeiramente tolerante. Quem acredita que a sua religião é a verdadeira acaba por ser um bocado fanático. E com pessoas fanáticas não é possível dialogar».

É verdade que todas as religiões, se o são de verdade, possuem algo de positivo. No entanto, isso não é a mesma coisa que afirmar que todas as religiões são verdadeiras. Não é sério dizer que podem ser verdadeiras ao mesmo tempo religiões que afirmam coisas diferentes e contraditórias. Assim como não é sério dizer que dois mais dois são aquilo que mais estiver de acordo com os sentimentos de cada um. A resposta é só uma. Não somos nós que a inventamos. A nós compete-nos somente descobri-la.

Se só existe um Deus, não pode haver mais do que uma verdade sobre Ele. E a descoberta do caminho para chegar a Deus é a mais importante da nossa vida. Dela depende a nossa eternidade. Viver de acordo com uma religião não é algo que esteja ao mesmo nível de escolher um produto num supermercado. Não tem a mesma importância que a selecção da cor de um automóvel que pretendemos comprar.

Uma pessoa não vive de acordo com uma religião porque isso lhe dê uma satisfação maior. Porque a faça sentir-se em harmonia com o universo. Nem porque lhe permita emitir suspiros mais ou menos celestiais. Uma pessoa vive de acordo com uma religião porque acredita que é o seu caminho para chegar a Deus. O seu caminho para que a sua vida tenha sentido. Para que a sua vida não termine no cemitério. Pelo contrário, para todos aqueles que se contentam com ficar por lá, não é necessária a procura de nenhuma religião. Nem é necessário ter a “dor de cabeça” de tentar encontrar a verdadeira.

Para os cristãos esse único caminho para chegar a Deus tem um nome: Jesus Cristo. Ele não é somente um homem especial. É Deus feito homem. Deus que se fez homem e morreu na Cruz para nos salvar. Não foram os cristãos que inventaram a Cruz por ela estar mais de acordo com os seus sentimentos. Foi Deus que escolheu esse modo concreto de nos salvar. Um modo que revela o seu infinito amor por nós e nos pede uma resposta.

Pe. Rodrigo Lynce de Faria

Falecimento

Na tarde de ontem, faleceu o Sr. Agostinho Silva, solteiro, residente na Relva.

O seu funeral realizar-se-á amanhã, quinta feira, pelas 10.00h da manhã, na Igreja Matriz.

À sua família deixo os meus sinceros pêsames e a certeza das minhas orações.

25 novembro 2008

Comemorações das bodas de ouro sacerdotais do Sr. Bispo de Lamego

Neste mês de Novembro, as comemorações da Diocese de Lamego das bodas de ouro de D. Jacinto Botelho incluíram um vasto conjunto de actividades.

No dia 08 de Novembro, pelas 15,00h, realizou-se uma conferência intitulada: “Bispos de Lamego: os homens e as suas obras”, que incluiu 3 painéis: “Cultos romanos e vestígios paleocristãos nos territórios da Diocese de Lamego", pelo Dr. João L. Inês Vaz; "As tensões entre a Diocese de Lamego e os Mosteiros de São João de Tarouca e de Santa Maria de Salzedas", pela Dra Amélia Albuquerque; “D. João Magalhães e Avelar, cidadão de Lamego, homem da Igreja e Bispo do Porto", pelo Prof. José António Oliveira.

Nesse mesmo dia, foi apresentado o livro “D. João António Binet Pincio, bispo de Lamego. O Homem e a Obra (1786-1821)", da autora Isolina Augusta Rodrigues Guerra. A apresentação esteve a cargo de Salvador Magalhães Mota

No dia 15 de Novembro, foi inaugurado e benzido o novo Museu Diocesano , mais conhecido por Casa do Poço, onde teve sede o antigo Seminário Maior. Pelas 15,00h realizou-se uma conferência cujo título foi: “A actualidade da Diocese de Lamego”. Dela constavam 3 painéis, expostos pelo Arquitecto Manuel Botelho; “D. Jacinto Tomás de Carvalho Botelho”, por D. António Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro; a a apresentação das Exposições, pelo Dr. João Soalheiro.

Seguiu-se a inauguração da Exposição “De 1500 à actualidade – cinco séculos da História do Bispado de Lamego”, que teve a organização do Museu Diocesano de Lamego com a colaboração do Museu de Lamego.

No dia 17 de Novembro, pelas 21.00h, no Auditório do Museu Diocesano, teve lugar a Conferência “Luzes e Sombras na Igreja de Lamego”, dada pelo Pe. Dr. Joaquim Correia Duarte. Ao longo de cerca de hora e meia, o conferencista foi enumerando vários acontecimentos positivos da história da Diocese de Lamego, passando depois a relatar alguns dos momentos de maior dificuldade na História da Diocese e do Bispado, terminando com várias considerações sobre a situação actual na Diocese e no país.

No dia 18 de Novembro, no Teatro Ribeiro Conceição, Ana Telles deu um memorável concerto de piano a solo, onde interpretou várias peças de música religiosa para piano, incluindo dois pequenos de Bach adaptados por Buzoni para piano; uma peça de Listz, outra de Olivier Messiaen e também uma peça do recentemente falecido Pe. Joaquim dos Santos.

No dia 19 de Novembro, teve lugar, no Auditório do Centro Social Paroquial de Almacave, a Conferência com o título: “Ordenamento Jurídico actual em Portugal
e suas incidências na Família”, pelo Dr. Manuel Teixeira, actual Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lamego. Começando por fazer um excursus histórico sobre a instituição familiar desde o tempo do Império romano, centrou depois a sua atenção na legislação familiar do Estado Português nos últimos dois séculos e, de uma maneira particular, na mais recente legislação aprovada pelo actual Governo, realçando que as actuais leis não defendem nem protegem a instituição familiar.

No dia 20 de Novembro, no Teatro Ribeiro Conceição, actuou a Orquestra Barroca VOX ANGELIS.

No dia 21 de Novembro, no Auditório do Teatro Ribeiro Conceição, realizou-se a Conferência “Lamego e a implantação da República”, brilhantemente dada por D. Manuel Clemente, Bispo do Porto. Começou por situar o liberalismo em Portugal. Depois, percorrendo personagens e datas, focou a sua atenção em dois personagens ligados a Lamego: D. João Rebelo Cardoso de Meneses (1832-1890) e Francisco de Azeredo Teixeira de Aguilar, 2º. Conde de Samodães.

No dia 22 de Novembro, realizou-se a vigília de oração promovida pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil, que congregou na Sé Catedral um considerável número de jovens que, com a sua alegria e entusiasmo, enfrentaram o frio da Sé e, na adoração eucarística, transmitiram um impressionante testemunho de fé.

No dia 23 de Novembro, Solenidade de Cristo Rei, pelas 10.00h teve início o Encontro de Colaboradores Paroquiais, no Seminário Maior de Lamego, onde foi estudado o plano pastoral da Diocese para este ano, centrado nos sacramentos do Matrimónio e da Ordem.

Pelas 15,00h, realizou-se a cerimónia de descerramento da lápide da Rua atribuída pela Câmara Municipal de Lamego, a D. Jacinto Tomás de Carvalho Botelho.

Pelas 16.00h teve início o Solene Pontifical na Sé Catedral de Lamego, presidido pelo Sr. Bispo, concelebrado por 10 Bispos, cerca de 140 sacerdotes, 6 diáconos e muitos fiéis. Um extraordinário Grupo Coral, orientado pelo Pe. José Abrunhosa animou muito dignamente a celebração.

Na homilia, o Sr. D. Jacinto Botelho realçou a sua intenção de não centrar as celebrações jubilares na sua pessoa com as seguintes palavras: "Desde o princípio venho dizendo que só entendo e aceito todas as realizações "como expressão de amizade, manifestação da fé dum povo crente e bom, oportunidade de formação para os cristãos desta Diocese de Lamego, e estímulo para consolidar a comunhão na Igreja diocesana, preocupação prioritária do meu ministério episcopal."

Várias autoridades civis, de uma maneira especial a Câmara Municipal, empenharam-se activamente neste Jubileu de Ouro sacerdotal do Sr. D. Jacinto e a elas se dirigiu calorosamente o Prelado, agradecido.

No final, houve um jantar na Escola de Hotelaria e Turismo de Lamego para os convidados.

Texto retirado da homepage da Diocese de Lamego.

22 novembro 2008

Bodas de ouro matrimoniais


Na manhã de hoje, celebraram as suas Bodas de Ouro matrimoniais o Sr. Agostinho e a Sra. Laurentina.

Foi há precisamente 50 anos que, na Igreja Matriz das Monteiras, celebraram o seu matrimónio, oficiado pelo Rev. Sr. Pe. Anselmo.

Hoje de manhã, na companhia de alguns familiares e amigos, celebraram, com alegria, os 50 anos do seu matrimónio.

Ao Sr. Agostinho e à Sra. Laurentina, seus filhos, demais familiares e amigos deixo os votos de muitas felicidades.

17 novembro 2008

Comemorações das bodas de ouro do Sr. Bispo de Lamego

No passado dia 15 de Agosto, o Sr. Bispo de Lamego, D. Jacinto Botelho, celebrou as suas bodas de ouro sacerdotais.

Coincidindo com o Dia da Igreja Diocesana, no próximo Domingo, a Diocese, juntamente com a Câmara Municipal de Lamego, promovem um conjunto de conferências e de actividades culturais. O programa pode ser consultado no site da Diocese de Lamego.

Programação semanal

A programação semanal desta semana pode ser consultada AQUI>

Notícias várias

Nas últimas semanas, o tempo não me tem permitido actualizar o blog da Paróquia. Mas, como há várias notícias que merecem ser mencionadas, faço um breve resumo.

No dia 01 de Novembro, depois da Solene Eucaristia em honra de todos os Santos, realizou-se a procissão ao cemitério para rezar também pelos Defuntos. Apesar de o dia 02 de Novembro calhar num Domingo, manteve-se o hábito dos últimos anos de realizar a procissão no Dia de todos os Santos.

No dia 08 de Novembro, da parte da manhã, realizou-se o Jubileu das Almas. Pelas 09h foi exposto o Santíssimo Sacramento, rezou-se o terço pelas almas e recebemos a bênção com o Santíssimo Sacramento. Depois tiveram início as confissões. Foram vários os sacerdotes que estiveram presentes para atender todos aqueles que o desejaram. No final das confissões, teve início a Santa Missa em sufrágio das almas dos irmãos da Irmandade, com a procissão ao cemitério.

No fim de semana de 15 e 16 de Novembro, uma equipa de reportagem da RTP andou pelas Monteiras. No dia 16 de Novembro, o Rancho da Associação da Relva teve oportunidade de demonstrar algumas das suas danças, que comprovam antigas tradições das gentes da nossa terra. Da parte da tarde, a nova Sede da Junta de Freguesia, que está em fase de acabamento, acolheu um magusto.

29 outubro 2008

Halloween


Significado
Halloween significa "All hallow's eve", palavra que provém do inglês antigo, e que significa "véspera de todos os santos", já que se refere à noite de 31 de outubro, véspera da Festa de Todos os Santos.
Entretanto, um antigo costume anglo-saxão roubou-lhe o seu estrito sentido religioso para celebrar em seu lugar a noite do terror, das bruxas e dos fantasmas. Halloween marca um regresso ao antigo paganismo.

Festa de todos os Santos
Para os crentes, é a festa de todos os Santos a que verdadeiramente tem relevância e reflecte a fé no futuro para quem espera e vive segundo o Evangelho pregado por Jesus. O respeito aos restos mortais de quem morreu na fé e a sua lembrança, inscreve-se na veneração de quem foi "templo do Espírito Santo".

A festa de Todos os Fiéis Defuntos foi instituída por São Odilon, monge beneditino e quinto Abade de Cluny na França em 31 de outubro do ano 998. Ao cumprir o milenário desta festividade, o Papa João Paulo II recordou que "São Odilon desejou exortar a seus monges a rezar de modo especial pelos defuntos. A partir do Abade de Cluny começou a estender-se o costume de interceder solenemente pelos defuntos, e chegou a converter-se no que São Odilon chamou de Festa dos Mortos, prática ainda hoje em vigor na Igreja universal".

Mais informação em ACI Digital

25 outubro 2008

Procissão ao Cemitério


No próximo fim-de-semana, dia 01 e 02 de Novembro, a Igreja celebra, respectivamente, a Solenidade de Todos os Santos e a Comemoração de todos os fiéis defuntos.

No dia 01 de Novembro, com a Solenidade de Todos os Santos, recordamos todos aqueles que nos precederam e que já se encontram no Céu. De alguns deles, conhecemos o nome e a história: são aqueles que foram canonizados ou beatificados pela Igreja e escolhidos, por Deus, para serem modelos para nós, que actualmente peregrinamos neste mundo. Mas, da maioria dos Santos, não conhecemos nem o nome, nem a história. Foram homens e mulheres, alguns extraordinários e outros com uma vida absolutamente normal, escondida aos olhos dos homens, mas notável aos homens de Deus, e que já O contemplam no Céu.

No dia 02 de Novembro, lembramos todos os fiéis que morreram. Alguns já se encontram no Céu, outros precisarão da nossa oração e dos nossos sacrifícios e sufrágios para poderem entrar no Paraíso. Por isso, o mês de Novembro é também chamado o mês das Almas.

A tradicional procissão ao Cemitério realizar-se-á, como de costume, no dia 01 de Novembro, depois da Santa Missa (que terá início à hora habitual, 09.30h). Apesar da Comemoração dos Fiéis Defuntos ser, este ano, num domingo, manter-se-á o costume de realizar a procissão no dia 01 de Novembro, Solenidade de Todos os Santos.

Na imagem, representação de Todos os Santos retirada do Missal Ambrosiano

Capela das Carvalhas com novos bancos

A Capela das Carvalhas possui 3 novos bancos, gentilmente oferecidos. Desta maneira, termina o processo de renovação da Capela, onde agora se pode rezar ainda com mais comodidade.