
Ao início da tarde de hoje, foi baptizado o Carlos Lucas, filho de Carlos Silva e de Laurentina Magalhães.
Ao Carlos e à sua família desejo as maiores felicidades.


Ele não podia deixar escapar esta oportunidade. Finalmente tinha encontrado o que procurara com tanto empenho. O preço era fantástico e a casa estava em boas condições. O jardim abandonado fê-lo sonhar com um trabalho que muito o repousava. Tinha aprendido, desde pequeno, que cuidar das plantas era o mesmo que descansar. Sempre desejara viver numa casa com jardim, por muito pequeno que ele fosse. Logo que pôde, começou a trabalhar. Transformou aquele monte de mato, de pedras e de espinhos num pequeno “oásis”. Que gosto lhe deu esse trabalho! É verdade que tinha demorado o seu tempo. Mas também é verdade que tudo o que vale a pena nesta vida só se consegue com uma generosa dedicação de esforço e de tempo.
Em todas as eleições, como na acção política normal, o critério fundamental deve ser a pessoa humana concreta, servida e respeitada na sua dignidade e direitos. Assim poderá satisfazer também os seus deveres. É este respeito e cuidado que permite realizar a humanização da sociedade.





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Actualmente, é uma cidade pequena, à beira mar, onde existe uma lindissima Igreja dedicada a S. Pedro. Ao lado da Igreja fica um convento franciscano, onde fica situada também a Nunciatura da Santa Sé junto do estado de Israel.
Depois de mais umas fotos, entramos no autocarro. O destino é Nicopolis, local onde, segundo a tradição, se situava Emaús. Celebramos a Santa Missa ao ar livre, nas ruínas de uma antiga Basílica do tempo dos cruzados.
Segundo uma das muitas tradições, S. Joaquim e S. Ana morariam em Jerusalém e aquele seria o local onde teria nascido Nossa Senhora.
Mesmo ao lado, encontramos as piscinas probáticas, local onde Jesus curou um paralítico.
Chegamos ao Calvário, local onde Jesus morreu. Depois da visita ao sítio onde Jesus foi sepultado (e local da ressurreição), celebramos a Santa Missa.
Pela frente temos a visita à via dolorosa, ao Calvário e ao Santo Sepulcro.
Todos estamos bem, e, até ao momento, ninguém se perdeu.
Foi ali que se deu a visita de Nossa Senhora à sua prima. Estivemos na Igreja da Visitação, que fica numa encosta. À porta da Igreja, numa parede, encontra-se o texto do Magnificat em várias línguas, português incluído.
Descemos, depois, e dirigimo-nos ao local do nascimento de S. João Baptista, que se encontra, actualmente, no interior de uma bonita Igreja.
A seguir ao almoço, visitamos o Museu do Livro, que é o local onde estão guardados os pergaminhos e outros artefactos que foram encontrados em Qumram.
À entrada deste museu, encontra-se uma grande maquette com uma representação da cidade de Jerusalém tal como era no tempo de Jesus.
Actualmente, uma moderna Igreja, construída por uma Congregação Religiosa francesa, ergue-se naquele local. No interior da Igreja, encontramos mosaicos que representam essa cena do Evangelho.
Neste local, Jesus entra em agonia.
Ao lado do Getsémani, fica a Gruta do Tumulo de MAria, local onde, segundo a tradição esteve o corpo de Nossa Senhora. Quando, mais tarde, quiseram transladar o corpo de Nossa Senhora para Constantinopola, encontraram o tumulo vazio.
Dirigimo-nos ao Monte das Oliveiras. Visitamos, em primeiro lugar, o local onde, segundo a tradição, Jesus subiu ao Céu. No local encontramos um pequeno edifício, actualmente properiedade de uma família muçulmana, onde se encontra o local da Ascenção.
Em seguida, visitamos a Igreja do Pai Nosso. Segundo a tradição, aquele era o local onde Jesus se reunia mais frequentemente com os seus discípulos. Pode ver-se uma gruta que seria o local das reuniões dos Apóstolos com o Mestre. Ali, teria Jesus ensinado o Pai Nosso aos discípulos. No local, que actualmente é propriedade de carmelitas frrancesas, há vários muros onde se encontram versões do Pai Nosso em muitas línguas.
Descemos o Monte das Oliveiras, e visitamos o Santuário Dominus flevit. Segundo a tradição, é o local onde Jesus chorou sobre a cidade de Jerusalém depois da sua entrada triunfal na Cidade Santa (Lc 19, 41). A Capela, da qual se tem uma magnífica vista sobre a Cidade, tem a gorma arquitetónica de uma gota.
Para entrarmos em Belém, temos que passar o muro que Israel levantou a circundar o território controlado pelos judeus.
Já em Belém, é tempo de almoço e de compras. Da parte da tarde, fazemos uma visita ao local onde os Anjos anunciaram o nascimento de Jesus aos Pastores. No Campo dos Pastores encontramos uma gruta que se conserva como no tempo de Jesus. Ao lado da gruta, está uma Igreja construída com ofertas vindas do Canadá.
Subimos depois para a Basílica da Natividade. Começamos por visitar a gruta onde, segundo a tradição, nasceu Jesus. No local do nascimento, encontramos uma estrela. Um pouco ao lado, o local da manjedoura. É uma visita que a todos toca.
Por cima da gruta, está construída a Basílica da Natividade que, actualmente pertence a Gregos e Arménios. Ao lado, encontra-se uma Igreja Católico-Romana, dedicada a S. Catarina de Alexandria. Aí celebramos a Santa Missa, presidida pelo Sr. Pe. Álvaro Diogo.
No final da Santa Missa, regressamos ao hotel para descansar.
Segundo explicou o guia, a imensa esplanada era o espaço que o templo que Herodes mandou construir um pouco antes de Jesus nascer.
Neste momento, naquela esplanada estão construídas duas mesquitas: a mesquita dourada e outra.
Depois fomos ao Muro das lamentações, local onde os judeus fazem as suas orações por ser o único muro da parte externa do Templo de Herodes que se mantém de pé.
Saindo, subimos ao Monte Sião. Visitámos a Igreja da Dormição de Nossa Senhora. Fomos, em seguida, ao local que está construído sobre onde era o Cenáculo, onde Jesus celebrou a última Ceia com os discípulos e onde os Apóstolos receberam o Espírito Santo.
Neste momento, vamos em direcção a Belém.
Da parte da tarde, está previsto irmos a Belém.
Está um dia de sol, mas há previsão de chuva e frio ao longo do dia.
Ao chegarmos à cidade, subimos à Universidade Hebraica, a partir da qual se pode contemplar toda a cidade. O nosso guia distribuiu uns pequenos cálices de madeira e, com vinho do porto, fez-se um brinde.
A Cidade Santa é extraordinariamente bela. Está situada ao longo de várias colinas. Infelizmente, pouco depois de chegarmos, começou a chover, pelo que tivemos que recolher ao autocarro e dirigir-nos para o Hotel Shalom, onde estamos alojados.
Estamos a cerca de 200 metros abaixo do nível do mar.
Qumram é um impressionante complexo arqueológico. Ali se encontraram os vestígios de uma comunidade judaica (os essénios) e também se encontraram muitos manuscritos de textos da Sagrada Escritura e outros.
Agora subimos para Jerusalém, onde ficaremos alojados o resto da viagem.
No Santuário da Transfiguração, celebramos a Santa Missa. O Santuário, construído na década de 20 do século passado, é uma construção sóbria, mas muito elegante.
O autocarro deixou-nos ainda longe do cume do monte. A parte final do percurso foi feita em carrinhas mais pequenas, pois o autocarro não consegue chegar ao cimo.
Neste momento, dirigimo-nos para o Mar Morto.
Saímos de Nazaré e a primeira paragem foi em Caná da Galileia. Estivemos na Igreja que comemora o primeiro milagre de Nosso Senhor. Como ainda é cedo, ninguém teve vontade de provar o vinho de Caná.
Seguimos viagem em direcção ao Monte Tabor.
No tempo de Jesus, Nazaré não devia ter mais do que 300 habitantes. Sobre essa zona, foi construído um complexo de edifícios, que são cuidados pelos frades franciscanos. No centro desse complexo, destaca-se a Basílica da Natividade.
À porta da Basílica, cantamos uma Salve Regina. Là dentro, por trás do altar, encontramos uma gruta, que é o local onde o Arcanjo S. Miguel apareceu a Maria. Aí rezamos o Ângelus.
Depois, visitámos a parte superior da Basílica, onde encontramos também uma imagem de N. S. de Fátima.
Saindo da Basílica, fomos visitar a Igreja de S. José, construída sobre o local onde, segundo a tradição, viveu a Sagrada Família depois de regressar do Egipto.
Apesar da chuva que caía, muitas pessoas acercaram-se do rio para tocarem na àgua.
O início do passeio até correu bem. De repente, o céu ficou encoberto e começou a chover torrencialmente. A cobertura do barco de pouco serviu e, em pouco tempo, ficámos todos molhados.
Apesar disso, a boa disposição não nos abandonou nem ninguém caiu ao mar.
De momento, estamos a almoçar.
O local é simples e fica ao lado de uma praia de pedras.
Actualmente, só se conservam as ruínas do local onde Jesus estabeleceu a sua morada.
Na sinagoga onde tantas vezes Jesus pregou, ainda se podem observar os alicerces do edifício original.
Perto da sinagoga, vimos as ruínas daquela que era a casa de S. Pedro, onde Jesus curou a sogra do Apóstolo.